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Urgente!: Neozelandeses do Leisure anunciam show em São Paulo e trazem novo disco na bagagem

E o indie rock neozelandês, como vai? Pois é: mesmo sendo falante de língua inglesa (e a gente sabe que uma turma enorme só ouve música em português e inglês), a Nova Zelândia nem sempre chega na frente quando o assunto é o universo pop-rock. Lamentavelmente, porque não faltam lá bandas legais como o Leisure – que por sinal tá vindo aí. A banda faz um show no dia 13 de maio, no Cine Joia, em São Paulo, com produção da 30e, e os ingressos começam a ser vendidos hoje online às 15h.
A visita divulga Welcome to the mood, quinto disco da banda. No palco, a ideia é alternar material novo com músicas que ajudaram a espalhar o nome do sexteto fora da Nova Zelândia. O som continua orbitando entre soul contemporâneo, R&B e grooves herdados do funk setentista, mas com uma produção mais eletrônica e detalhada do que nos primeiros trabalhos. E o grupo é um verdadeiro coletivo, com seis integrantes: Djeisan Suskov, Jaden Parkes, Josh Fountain, Tom Young, Jordan Arts e Paul Roper.
Se você nunca ouviu o som deles, uma boa introdução é o pop sofisticado de Missing you, um dos singles que puxaram o último álbum. O clipe foi gravado ao vivo no Taliesin West, no Arizona – um marco arquitetônico criado por Frank Lloyd Wright (1867-1959). A escolha do local tem tudo a ver com o conceito do grupo: dialogar com a ideia de futurismo nostálgico, que Wright já ensaiava nos anos 1930 ao projetar construções que ainda hoje parecem modernas.
Serviço:
LEISURE @ São Paulo
Realização: 30e
SÃO PAULO
Data: 13 de maio de 2026 (quarta-feira)
Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo/SP
Horário de abertura da casa: 19h
Classificação Etária: 16 anos. Entrada e permanência de menores de 18 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.*. *Sujeito a alteração por Decisão Judicial.
Setores e preços:
Pista – R$ 197,50 (meia-entrada legal) | R$ 395,00 (inteira)
Venda geral: 12 de fevereiro, 15h on-line e às 16h na bilheteria oficial
Vendas online.
Foto: Sheva Kafai / Divulgação
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High on Fire anuncia show único no Brasil, em outubro

Enquanto o Sleep, pilar do stoner rock + doom metal doidaralhaço, não vem ao Brasil (eles estão com uma turnê nova), uma ótima notícia é a vinda do High on Fire, a “outra banda” do criador do Sleep, Matt Pink. O trio norte-americano toca no dia 4 de outubro, na Burning House, em São Paulo, como parte da turnê latino-americana organizada pela Solid Music Entertainment. Os ingressos já estão à venda.
Formado em 1998, em Oakland, Califórnia, o High on Fire reúne Matt Pike (guitarra e voz), Jeff Matz (baixo) e, nesta turnê, o baterista Ben Koller, conhecido por seu trabalho no Converge e no All Pigs Must Die.
- Lenda do riot grrrl, Heavens To Betsy faz reunião surpresa e anuncia turnê
Desde o início, o High on Fire seguiu outro caminho em relação ao Sleep, misturando o peso do doom e do stoner com elementos de sludge, thrash e da velocidade do Motörhead. Ao longo de nove discos de estúdio, o grupo lançou álbuns como Blessed black wings (2005), produzido por Steve Albini, Death is this communion (2007), Snakes for the divine (2010) e De vermis mysteriis (2012).
Em 2019, a banda venceu o Grammy de Melhor Performance de Metal com Electric messiah, faixa-título do álbum lançado no ano anterior.
O trabalho mais recente é Cometh the storm, de 2024, produzido por Kurt Ballou. O disco mantém a sonoridade pesada característica da banda, mas incorpora influências da música tradicional turca a partir dos estudos de Jeff Matz com o bağlama, instrumento de cordas bastante usado no folclore da região.
SERVIÇO
High on Fire em São Paulo
Data: domingo, 4 de outubro de 2026
Horário: a partir das 18h
Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247, Água Branca – São Paulo/SP)
Venda online aqui.
Valores (1º Lote):
Pista meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 160
Mezanino meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 250
Pista inteira : R$ 320
Mezanino inteiro: R$ 500
Realização: Solid Music Entertainment
Foto: Divulgação
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Lenda do riot grrrl, Heavens To Betsy faz reunião surpresa e anuncia turnê

O Heavens To Betsy foi uma importante banda riot grrl, além de um embrião do Sleater-Kinney, já que foi a primeira banda da vocalista e guitarrista Corin Tucker antes de ela formar o SK. Ao lado dela no grupo – um duo, na prática – a baterista Tracy Sawyer, que ocasionalmente tocava baixo, e que após o fim da dupla, toocou em bandas como Flying Tigers, KaraNEEDoke e The Lies.
A novidade é que, 32 anos após a separação, Corin e Tracy fizeram um show quase secreto de reunião nesta quinta (25) em Portland. E já anunciaram uma turnê de dez datas, começando em São Francisco no dia 17 de outubro. Os ingressos para a turnê de reunião estarão à venda na próxima quinta-feira (2 de julho).
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Com o nome tirado de uma expressão idiomática usada para expressar espanto (em português, seria algo como “céus!” ou tão aleatório quanto a expressão “pela madrugada!”), a dupla iniciou atividades em 1991 e gravou bem pouco. Em 1992 saiu uma demo epônima pelo selo K Records, apenas em fita K7 (e nunca reeditada porque, supostamente, os masters sumiram embora seja possível ouvi-la no YouTube), além do EP These monsters are real, pelo selo Kill Rock Stars. Em 1994 foi a vez do álbum Calculated, pelo mesmo selo, e fim.
O repertório do Heavens To Betsy era profundamente enraizado no feminismo e na defesa de minorias, tratando de temas como patriarcado, branquitude, privilégios, cultura do estupro. Em entrevistas posteriores, elas disseram que faltava habilidades de comunicação para levar adiante um projeto em que as duas integrantes haviam recém-saído da adolescência e já planejavam turnês sozinhas. Ainda assim, as duas tinham orgulho de tudo que haviam conseguido.
“Se eu conquistei algo com minha carreira musical, se eu acrescentei minha voz às pessoas que lutam por uma vida melhor para as mulheres, então isso é uma grande conquista”, disse Corin Tucker em 2018.

https://www.youtube.com/watch?v=c3YhBH-iecU
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Phoebe Bridgers anuncia álbum e lança o folk épico de “Lost boys”

Depois de fazer uma turnê secreta em que os shows viraram quase clubes de confiança (os fãs eram proibidos de fotografar, filmar ou enviar qualquer coisa pela internet para não vazar o novo repertório), Phoebe Bridgers finalmente anunciou que seu próximo disco se chama Lost weekend e sai dia 14 de agosto pelo selo Dead Oceans. Mais que isso: saiu também Lost boys, primeiro single do álbum.
A música é um folk com cadência motorik, um pouco mais intensa, digamos, que o som dela – lembra mais até a música do Boygenius, sua banda com Julien Baker e Lucy Dacus. O clipe, uma espécie de road movie medieval, traz Phoebe de cabelos prateados, num misto de princesa e elfa, com orelhas pontudas – e ela surge acompanhada de uma turma de cosplayers, que promove uma luta de espadas num cemitério de automóveis. O refrão: “Garotos perdidos nunca crescem, nunca voltam para casa / garotos perdidos nunca gastam o dinheiro do lanche / garotos perdidos nunca crescem, nunca envelhecem / garotos perdidos me encontram”.
Por acaso, tem Boygenius envolvido na música, já que Julien Baker e Lucy Dacus fazem vocais na canção. A faixa tem tmbém participações de Chris Thile (bandolim), Sebastian Steinberg (baixo), Rob Moose (arranjos de cordas) e Nate Walcott (Bright Eyes, trompetes). O vídeo foi dirigido por Lance Oppenheim e Pablo Rochat e tem participação do ator e músico Skyler Gisondo como o rapaz que trabalha numa loja de conveniências e entra pra turma de cavaleiros medievais.
Não há grandes infos sobre Lost weekend. No Bandcamp de Phoebe, a capa do disco já pode ser vista, bem como o número de faixas (dezesseis). Pelo que diz lá, Lost boys é a segunda faixa do álbum. Olha a capa aí.








































