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Quem somos

Ricardo Schott, editor e principal colaborador do site Pop Fantasma

Ricardo Schott

Eu sou o Ricardo Schott, sou jornalista, radialista e “o cara que faz” o Pop Fantasma. Esse texto é uma maneira de apresentar um pouco o site e explicar o que é que direciona o projeto. Sim, porque de modo geral, eu prefiro não encarar o Pop Fantasma como um site de cultura pop como outro qualquer – até porque, apesar de ele volta e meia ter colaboradores, ele basicamente é uma ideia bastante particular e pessoal.

No fim do texto, eu explico um pouco sobre mim e sobre o que eu fiz até hoje. O cara da foto sou eu. Se você quiser bater um papo comigo, sugerir pautas ou coisas do tipo, manda um e-mail pra rschott2004@gmail.com.

Vamos lá, por partes:

COMO TUDO COMEÇOU. Se você já leu o Pop Fantasma em algum momento da sua vida, talvez já tenha pensado “caraca, como esse cara imita o Dangerous Minds“. Pois é: a ideia original do PF era trazer para o Brasil o mesmo raciocínio do site americano de maluquices pop Dangerous Minds: textos sobre coisas pouco conhecidas de artistas conhecidos, ou sobre gente que definitivamente NÃO é lembrada. Ou simplesmente coisas estranhas do universo pop, em áreas como música, TV, cinema, etc.

Como é um site brasileiro, volta e meia obrigatoriamente a gente traz coisas daqui do Brasil entre os temas. É uma meta para 2022, esse ano que está apenas começando, aumentarmos isso.

ESTRANHICES POP. Achamos necessário lembrar que “estranho” não é algo ruim, excêntrico ou ridículo e que nossa ética jornalística vem quase toda da letra de Changes, de David Bowie (que é o maior ídolo e santo padroeiro do site, se é que você não percebeu, porque tem matéria sobre ele toda hora 🙂 ).

Até mesmo quando falamos de um tema que está sendo bastante abordado na mídia, procuramos chegar nele por outro lado. Esse “outro lado” é bastante múltiplo: pode ser feito por intermédio de uma matéria sobre um aspecto pouco explorado do tema, ou de uma lista, ou de algo antigo, pouco conhecido e similar, etc.

TEMAS. O Pop Fantasma, vale dizer (até porque está bastante claro) é muito, mas muito voltado para o rock e a música pop em geral feitas entre os anos 1960 e 1990. É nossa preferência em termos de cultura. Não quer dizer que não entrem coisas sobre outros assuntos, e ocasionalmente podem entrar. Nosso leque de temas tem mais a ver com a cultura de almanaque do que com qualquer outra coisa.

Meu trabalho consiste em diariamente vasculhar a internet atrás de vídeos interessantes, filmes que eu nunca ouvi falar, programas de TV pouco lembrados, notinhas publicadas em revistas antigas sobre coisas que não chegaram a ficar muito famosas, pérolas da música que me parecem pouco citadas – e escrever sobre isso de forma tranquila e atraente para quem lê o site.

Ao contrário de boa parte das publicações jornalísticas, que dão certa margem de segurança para os leitores em termos do que será abordado, nosso grande objetivo é que quase sempre, você não tenha a MÍNIMA ideia do que estará no site no dia seguinte.

POUCO TEXTO POR DIA. O site tem dois textos por dia, ocasionalmente três e só. Na boa: quem lê o Pop Fantasma tem diversas coisas pra ler, ver e ouvir, e procuro trabalhar tendo isso em mente.

O QUE A GENTE FAZ. O material que eu publico no Pop Fantasma hoje em dia (6 de janeiro de 2022) consiste em:

1) Matérias diárias ou quase diárias sobre temas do universo pop, incluindo aniversáriso de discos, livros, filmes, estranhices da música, cinema, TV, quadrinhos, etc.

2) Entrevistas: pelo menos quatro vezes por semana tem alguma conversa com alguém que esteja lançando um disco, um filme, um livro, qualquer coisa. O leque é amplo e vai de bandas independentes a gente conhecida. Sim: eu acredito bastante que o jornalismo tem o dever de “oferecer alguma coisa à comunidade” (mas sem moralismos ou caretice, por favor) e tem muita gente aí precisando de espaço. Geralmente essas entrevistas estão na área de notícias e precisam de certa organização (nunca fiz isso por pura preguiça mas vai rolar).

3) Descubra agora: o leque dessa seção é bastante amplo. Basicamente é uma lista, que sai geralmente aos domingos, sobre algum tema legal e que esteja em evidência.

4) Pop Fantasma Documento: sim, temos podcast e demoramos bastante até começarmos a fazer. A primeira temporada você encontra aqui, a segunda temporada começa logo logo e a ideia é semanalmente dar uma aprofundada em algum tema legal sobre cultura pop (em geral) e música (em especial). O podcast não costuma durar mais de 40 minutos e o objetivo é que o texto seja o mais dinâmico possível.

Para quem se interessa por bastidores, vão aí algumas infos sobre o podcast: a produção do texto me toma cerca de doze horas semanais, entre pesquisa e escrita. A gravação da voz é feita durante duas horas. O microfone usado é o do meu celular. O podcast é totalmente editado no Audacity e a edição me toma cerca de duas horas. Eu mesmo prefiro ter essa trabalheira toda.

5) Arquivo Pop Fantasma: no instagram do site, eu costumo recordar alguns textos antigos (o link é colocado imediatamente no stories). Aliás usamos o instagram para informar coisas legais e passar recados aos leitores

6) Vídeos: sim, vão rolar, provavelmente no instagram, e sempre em edição extraordinária para informar alguma coisa bacana sobre o popfantasmaverso.

7) Newsletter: temos uma newsletter pretensamente semanal (ok, às vezes é complicado arrumar tempo para escrevê-la) que segue para os assinantes do nosso financiamento mensal pelo Catarse.

COMO A GENTE GANHA GRANA. A fonte de renda atual do Pop Fantasma vem do nosso financiamento mensal pelo Catarse, que você pode acessar aqui. Com dez reais por mês você já mantem o projeto saudável, de pé e existindo. De graça, ele sempre será. Mas com o apoio de quem lê o site, acompanha o podcast e está por perto dos nossos projetos, o Pop Fantasma se torna minha principal atividade profissional. Sim, é minha meta acompanhar meu projeto pessoal o dia inteiro e não precisar trabalhar num emprego formal para sustentá-lo. Para quem apoia o site, eu criei uma newsletter, mas vai sim rolar outro bônus para os apoiadores (os que já apoiam e os que estão por vir) em 2022.

Futuramente vão surgir maneiras de anunciar no site. Não temos logística para isso por enquanto. Teremos.

OBJETIVOS JORNALÍSTICOS DO SITE PARA 2022, 2023 E TODOS OS OUTROS ANOS. Tem muitos. Alguns deles são esses:

1) Ainda que o Pop Fantasma seja um site que apareceu sob o signo dos grandes lados Bs, Cs, Ds e Zs da cultura pop, a ideia é que o site fale cada vez mais da realidade, e das coisas que estão acontecendo por aí. E que pelo menos faça o link entre o estranho mundo do popfantasmaverso e tudo o que as pessoas andam lendo, vendo e ouvindo.

2) Que todos os produtos do Pop Fantasma sejam cada vez mais diversos em todos os sentidos.

3) Sim, quero bastante que o mercado conheça o site e que as marcas saibam do que estamos fazendo. Em breve isso vai acontecer.

E AFINAL, QUEM EU SOU? Nasci em 15 de novembro de 1974 em Niterói (RJ). Não tenho jornalistas na família. Minhas maiores influências foram o Jornal do Brasil dos anos 1980 e a revista Bizz. Me formei em jornalismo pela Universidade Estácio de Sá. Tenho passagens por redações como as do Jornal do Brasil (opa) e do O Dia. Colaborei com revistas como Bizz, Billboard, Rolling Stone, Backstage, International Magazine e Mundo Estranho.

Em rádio, apresentei por quatro anos o o programa de rock Acorde, na Rádio Roquette-Pinto 94.1 FM. Você já deve ter visto minha fuça na TV nos programas Por trás da canção (do Canal Bis) e A trilha do rock no Brasil (Canal Brasil). Apareci neles como entrevistado, em alguns episódios. Bom, uma vez fui reconhecido na rua (sério!) por ter aparecido numa foto publicada num portal, enquanto entrevistava a cantora Paula Fernandes. Você pode conferir esse momento clicando aqui – eu sou o da esquerda, na segunda foto.

Também sou autor, junto com Leandro Souto Maior, do livro Heróis da guitarra brasileira (Ed. Vitale), e colaborei com um texto sobre o disco de 1973 de Guilherme Lamounier para o livro 1973 – O ano que reinventou a MPB (Ed. Sonora), organizado por Célio Albuquerque. E também fui um dos ganhadores do Prêmio Petrobras de Jornalismo 2015 na categoria Regional – Reportagem Cultural.

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