
RESENHA: Em No lube so rude, Peaches trata sexo como enfrentamento queer e feminista, em eletropunk pesado que cruza Iggy Pop e funk; experiência e impacto....

RESENHA: Oruã lança Slacker e mistura slacker (claro!), krautrock e pós-punk com tropicalismo: barulho manso, denso e acolhedor, do samba-kraut às viagens de 9 minutos. Texto:...

RESENHA: Bleeds, do Wednesday, transforma pedreiras do amor em countrygaze tenso e ruidoso, entre soft rock e fúria shoegaze. Texto: Ricardo Schott Nota: 8,5 Gravadora: Dead...

RESENHA: Luca Argel, brasileiro em Portugal, lança O homem triste: MPB clássica que dialoga com Vinicius e questiona a masculinidade aprendida. Texto: Ricardo Schott Nota: 10...

O disco “novo” de Lana Del Rey – que a princípio se chama Stove, depois de mudar de nome algumas vezes – ganha mais um capítulo,...

RESENHA: Automatic mistura synthpop gelado e pós-punk dançante em Is it now?: muitas referências, mas identidade própria e letras de recusa ao padrão. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Carlos Dafé e Adrian Younge unem soul e samba em JID025, disco setentista, orquestral e psicodélico que reencontra passado e presente. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Period Bomb, de Camila Alvarez, retoma o riot grrrl com inclusão e barulho experimental. O EP Cuntageous mistura egg punk e críticas diretas ao machismo....

Se alguém ainda tinha dúvida de que o Foo Fighters ia mesmo voltar logo, acabou: Dave Grohl e companhia oficializaram um novo disco, Your favorite toy....

RESENHA: Em Days of ash, o U2 tenta recuperar relevância com EP político e nostálgico – e apresenta músicas boas em meio clima irregular. Texto: Ricardo...