
O Death Cab For Cutie voltou, no começo do ano, às suas raízes independentes. Depois de duas décadas e seis álbuns com a Atlantic, a banda...

RESENHA: Chalk mistura punk e eletrônica com peso e melodia em Crystalpunk, indo do industrial ao pop e trocando o niilismo por autodescoberta e confronto. Texto:...

RESENHA: Em Com lágrimas nos olhos, Sara e Nina reinventam clássicos (Alcione, Fafá de Belém, Diana) com blues, bolero e pop, transformando dor de cotovelo em...

RESENHA: Fangus recria o acid rock setentista com fidelidade, ecoando os clássicos do gênero (além de bandas como Deep Purple) em um disco que soa como...

RESENHA: Em Jean, Yebba mistura luto, memórias e autoafirmação em um pop alternativo que cresce do íntimo ao expansivo. Texto: Ricardo Schott Nota: 7,5 Gravadora: RCA...

E eis que o Modest Mouse volta – mas daquele jeito: uma volta rápida, meio torta e com um certo gosto amargo. O grupo lançou o...

A banda britânica Adult Leisure volta com música nova poucos meses depois do lançamento do primeiro álbum, The things you don’t know yet, que saiu em...

RESENHA: Autópsia+, de Getúlio Abelha, mistura metal, brega e humor em faixas caóticas e criativas, ampliando o EP com terror, ironia e um som fora de...

RESENHA: Heavensouls mistura afro-prog, metal e eletrônica em Westside trapped, álbum político e experimental, que homenageia a Nigéria com som intenso e cheio de camadas. Texto:...

RESENHA: Guitarras em fluxo contínuo, entre Midwest emo, psicodelia e blues grunge, criam um disco hipnótico, melancólico e fora da zona de conforto. Isso é Bill...