
E o indie rock neozelandês, como vai? Pois é: mesmo sendo falante de língua inglesa (e a gente sabe que uma turma enorme só ouve música...

“Eu estava pensando se meu próximo chefe seria um chatbot de IA. Nós seremos os primeiros a perder o emprego, e não os bilionários da tecnologia....

E acabou o mistério, mantido em banho-maria pela Prefeitura do Rio desde o ano passado: Shakira será a atração da edição 2026 do evento Todo Mundo...

Noel Gallagher voltou ao estúdio – e isso, por si só, já basta pra colocar metade da imprensa musical britânica em alerta permanente. A confirmação veio...

RESENHA: Twen lança Fate euphoric de forma DIY: indie dançante entre pós-punk e sophisti-pop, letras sobre destino e vida nômade no underground. Texto: Ricardo Schott Nota:...

RESENHA: Sault reage a crises internas em Chapter 1: soul setentista relaxado, letras espirituais e indiretas a rivais; som elegante, clima de desabafo. Texto: Ricardo Schott...

RESENHA: Dois discos de Carnaval: Àttooxxá mistura pagodão, rap e tecnobrega em clima de baile; BaianaSystem lança mixtape de transição, com metais, fanfarra e dub. Texto:...

RESENHA: Poesia Abstrata aposta em gótico eletrônico e dance-rock à la Cure/Depeche Mode, com boas referências e letras desoladas. Texto: Ricardo Schott Nota: 7,5 Gravadora: Paranoia...

RESENHA: The demise of Planet X traz o Sleaford Mods na onda do minimalismo, com falas raivosas e crítica às redes e às elites. Crônica seca...

RESENHA: Veteranos pouco lembrados do indie britânico, Jack Rubies retornam sem nostalgia: Visions in the bowling alley mistura C86, britpop e psicodelia, com canções fortes acima...