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Urgente!: Bijoux Cone, do The Gossip, faz show solo em SP nesta sexta de Carnaval

Tecladista da banda The Gossip, Bijoux Cone está entre nós. A cantora, musicista e compositora de Portland, Estados Unidos, chegou bem no comecinho do ano para uma turnê que já passou por São Paulo, pelo Rio, esticou até Buenos Aires (entre nós, no caso, é no Brasil e na América Latina) e volta a SP nesta sexta de Carnaval, dia 13, para um show no Sesc Avenida Paulista, às 20h. Sua união de pop alternativo, psicodelia, synthpop e pós-punk vem na base da força, com banda completa – e ela vai aproveitar para mostrar algumas músicas do próximo disco, ainda não lançado.
“O show no SESC será minha diva interior gritando”, avisa ela. “Estou muito animada para levar novas músicas e performance art ao palco”. Detalhe que na mesma data, os / as fãs vão ter um encontro com outra faceta dela: a de DJ, na festa Brutus, às 23h, no Estúdio Lâmina, na Avenida São João. Quem esteve pelas ruas de SP nos últimos dias conseguiu ver Bijoux até mesmo colando cartazes do show, como ela própria registrou em seu Instagram (veja abaixo). Fica a boa e velha lição do “do it yourself”, enfim. E a turnê dela ainda terá outras datas.
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Bijoux Cone tem um histórico que vai além do projeto solo. Hoje, como tecladista do The Gossip ela já passou por palcos grandes como Glastonbury, sessões da BBC6 e o C6 Fest. Antes disso, rodou como baixista do outsider americano Gary Wilson. A base do que ela faz também vem da formação acadêmica. Cone tem MFA em Arte Conceitual e Performance pelo Pacific NW College of Art.
E isso aparece diretamente no palco. Em vez de um show convencional, a apresentação costuma virar uma espécie de instalação ao vivo, misturando colagem sonora, figurino, gestos performáticos e uma abordagem bem crua de performance art — algo mais próximo de uma peça experimental do que de um concerto pop tradicional.
SERVIÇO
Bijoux Cone no Sesc Avenida Paulista
Data: 13 de fevereiro de 2026 (sexta-feira)
Horário: 20h
Local: Av. Paulista 119, São Paulo, SP
Ingressos aqui.
Venda presencial em todas unidades do Sesc em São Paulo
Valores: R$ 18,00 (Credencial Plena), R$ 30,00 (Meia entrada),
R$ 60,00 (Inteira)
Classificação etária: 14 anos
Foto: Starly Kind / Divulgação
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High on Fire anuncia show único no Brasil, em outubro

Enquanto o Sleep, pilar do stoner rock + doom metal doidaralhaço, não vem ao Brasil (eles estão com uma turnê nova), uma ótima notícia é a vinda do High on Fire, a “outra banda” do criador do Sleep, Matt Pink. O trio norte-americano toca no dia 4 de outubro, na Burning House, em São Paulo, como parte da turnê latino-americana organizada pela Solid Music Entertainment. Os ingressos já estão à venda.
Formado em 1998, em Oakland, Califórnia, o High on Fire reúne Matt Pike (guitarra e voz), Jeff Matz (baixo) e, nesta turnê, o baterista Ben Koller, conhecido por seu trabalho no Converge e no All Pigs Must Die.
- Lenda do riot grrrl, Heavens To Betsy faz reunião surpresa e anuncia turnê
Desde o início, o High on Fire seguiu outro caminho em relação ao Sleep, misturando o peso do doom e do stoner com elementos de sludge, thrash e da velocidade do Motörhead. Ao longo de nove discos de estúdio, o grupo lançou álbuns como Blessed black wings (2005), produzido por Steve Albini, Death is this communion (2007), Snakes for the divine (2010) e De vermis mysteriis (2012).
Em 2019, a banda venceu o Grammy de Melhor Performance de Metal com Electric messiah, faixa-título do álbum lançado no ano anterior.
O trabalho mais recente é Cometh the storm, de 2024, produzido por Kurt Ballou. O disco mantém a sonoridade pesada característica da banda, mas incorpora influências da música tradicional turca a partir dos estudos de Jeff Matz com o bağlama, instrumento de cordas bastante usado no folclore da região.
SERVIÇO
High on Fire em São Paulo
Data: domingo, 4 de outubro de 2026
Horário: a partir das 18h
Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247, Água Branca – São Paulo/SP)
Venda online aqui.
Valores (1º Lote):
Pista meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 160
Mezanino meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 250
Pista inteira : R$ 320
Mezanino inteiro: R$ 500
Realização: Solid Music Entertainment
Foto: Divulgação
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Lenda do riot grrrl, Heavens To Betsy faz reunião surpresa e anuncia turnê

O Heavens To Betsy foi uma importante banda riot grrl, além de um embrião do Sleater-Kinney, já que foi a primeira banda da vocalista e guitarrista Corin Tucker antes de ela formar o SK. Ao lado dela no grupo – um duo, na prática – a baterista Tracy Sawyer, que ocasionalmente tocava baixo, e que após o fim da dupla, toocou em bandas como Flying Tigers, KaraNEEDoke e The Lies.
A novidade é que, 32 anos após a separação, Corin e Tracy fizeram um show quase secreto de reunião nesta quinta (25) em Portland. E já anunciaram uma turnê de dez datas, começando em São Francisco no dia 17 de outubro. Os ingressos para a turnê de reunião estarão à venda na próxima quinta-feira (2 de julho).
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Com o nome tirado de uma expressão idiomática usada para expressar espanto (em português, seria algo como “céus!” ou tão aleatório quanto a expressão “pela madrugada!”), a dupla iniciou atividades em 1991 e gravou bem pouco. Em 1992 saiu uma demo epônima pelo selo K Records, apenas em fita K7 (e nunca reeditada porque, supostamente, os masters sumiram embora seja possível ouvi-la no YouTube), além do EP These monsters are real, pelo selo Kill Rock Stars. Em 1994 foi a vez do álbum Calculated, pelo mesmo selo, e fim.
O repertório do Heavens To Betsy era profundamente enraizado no feminismo e na defesa de minorias, tratando de temas como patriarcado, branquitude, privilégios, cultura do estupro. Em entrevistas posteriores, elas disseram que faltava habilidades de comunicação para levar adiante um projeto em que as duas integrantes haviam recém-saído da adolescência e já planejavam turnês sozinhas. Ainda assim, as duas tinham orgulho de tudo que haviam conseguido.
“Se eu conquistei algo com minha carreira musical, se eu acrescentei minha voz às pessoas que lutam por uma vida melhor para as mulheres, então isso é uma grande conquista”, disse Corin Tucker em 2018.

https://www.youtube.com/watch?v=c3YhBH-iecU
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Phoebe Bridgers anuncia álbum e lança o folk épico de “Lost boys”

Depois de fazer uma turnê secreta em que os shows viraram quase clubes de confiança (os fãs eram proibidos de fotografar, filmar ou enviar qualquer coisa pela internet para não vazar o novo repertório), Phoebe Bridgers finalmente anunciou que seu próximo disco se chama Lost weekend e sai dia 14 de agosto pelo selo Dead Oceans. Mais que isso: saiu também Lost boys, primeiro single do álbum.
A música é um folk com cadência motorik, um pouco mais intensa, digamos, que o som dela – lembra mais até a música do Boygenius, sua banda com Julien Baker e Lucy Dacus. O clipe, uma espécie de road movie medieval, traz Phoebe de cabelos prateados, num misto de princesa e elfa, com orelhas pontudas – e ela surge acompanhada de uma turma de cosplayers, que promove uma luta de espadas num cemitério de automóveis. O refrão: “Garotos perdidos nunca crescem, nunca voltam para casa / garotos perdidos nunca gastam o dinheiro do lanche / garotos perdidos nunca crescem, nunca envelhecem / garotos perdidos me encontram”.
Por acaso, tem Boygenius envolvido na música, já que Julien Baker e Lucy Dacus fazem vocais na canção. A faixa tem tmbém participações de Chris Thile (bandolim), Sebastian Steinberg (baixo), Rob Moose (arranjos de cordas) e Nate Walcott (Bright Eyes, trompetes). O vídeo foi dirigido por Lance Oppenheim e Pablo Rochat e tem participação do ator e músico Skyler Gisondo como o rapaz que trabalha numa loja de conveniências e entra pra turma de cavaleiros medievais.
Não há grandes infos sobre Lost weekend. No Bandcamp de Phoebe, a capa do disco já pode ser vista, bem como o número de faixas (dezesseis). Pelo que diz lá, Lost boys é a segunda faixa do álbum. Olha a capa aí.









































