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Johnny Marr anuncia volta ao Brasil e repertório tem Smiths!

Se tá complicado marcar com Morrissey, o mesmo não pode ser dito de seu ex-colega de banda Johnny Marr, que está vindo aí. O selo e produtora Balaclava Records anuncia a vinda do ex-guitarrista e coartífice da banda inglesa The Smiths, para um show no Tokio Marine Hall no dia 24 de novembro de 2026, em São Paulo.
Os ingressos para a apresentação já estão à venda pela plataforma Meaple. Quem preferir comprar sem taxa de conveniência pode recorrer ao ponto de venda físico no Takkø Café, na Vila Buarque, em São Paulo.
A turnê marca o retorno de Johnny Marr ao Brasil depois de 11 anos e acompanha o lançamento de seu quinto álbum solo, The age of everything, previsto para 2 de outubro pela BMG. Será também a primeira vez que o guitarrista faz um show solo no país, fora do esquema de festivais. Antes disso, suas passagens mais recentes por aqui aconteceram no Lollapalooza Brasil de 2014 e no Cultura Inglesa Festival de 2015.
O repertório promete percorrer diferentes fases da carreira de Marr. Além de músicas do novo disco e de faixas de seus quatro álbuns solo anteriores, o setlist costuma abrir espaço para clássicos dos Smiths como There is aight that never goes out, Bigmouth strikes again, How soon is now, Panic, The headmaster ritual e Please, please, please let me get what I want. Outro momento esperado é Getting away with it, hit do Electronic, projeto que dividiu com Bernard Sumner, do New Order.
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A trajetória de Johnny Marr vai muito além dos Smiths. Depois do fim da banda, o guitarrista participou de grupos como The The, Electronic, Modest Mouse e The Cribs, além de colaborar com artistas como Pretenders, Talking Heads e The Avalanches. Nos últimos anos, também se aproximou do cinema ao trabalhar com Hans Zimmer na trilha de 007: Sem Tempo Para Morrer, incluindo a faixa-título interpretada por Billie Eilish.
Desde a estreia solo com The Messenger (2013), Marr lançou quatro discos que chegaram ao Top 10 britânico: Playland (2014), Call the comet (2018) e Fever dreams Pts 1-4 (2022), além do álbum de estreia. Em outubro, essa discografia ganha um novo capítulo com The age of everything, que serve de base para a turnê que finalmente traz o guitarrista de volta ao Brasil.
Foto: Andy Cotterill / Divulgação
SERVIÇO:
Balaclava Records apresenta: Johnny Marr em São Paulo
Data: 24 de novembro de 2026
Local: Tokio Marine Hall
R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo – SP
Horários: 20h portas / 21h30 show
Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal
Ingressos a partir de R$ 200 aqui.
Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência):
Takkø Café
R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP
Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.
Saiba mais em @takkocafesp no Instagram
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E o Soundgarden, que se reuniu mais uma vez em Seattle com Taylor Momsen nos vocais?

RESUMO: Kim Thayil, Ben Shepherd e Matt Cameron voltaram a tocar como Soundgarden, com Taylor Momsen nos vocais e Mike McCready na guitarra, em show no intervalo de uma partida da NFL.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Aparentemente o Soundgarden voltou mesmo, só não avisou a ninguém. A banda de Seattle voltou a se apresentar com Taylor Momsen, cantora do Pretty Reckless, nos vocais nesta quarta-feira (9), em uma ocasião especial no Lumen Field, em Seattle – foi durante o intervalo da partida entre Seattle Seahawks e New England Patriots, pela NFL.
Kim Thayil, Ben Shepherd e Matt Cameron, os três da formação clássica do Soundgarden, tocaram no show, que ainda teve participação especial de Mike McCready, guitarrista do Pearl Jam. Essa turma tocou Outshined e Spoonman, clássico do grupo (presentes, respectivamente, nos álbuns Badmotorfinger, de 1991, e Superunknown, de 1994.
Não foi a primeira vez que Taylor Momsen se juntou aos músicos do Soundgarden em momentos importantes. A cantora participou de I am the highway, tributo a Chris Cornell realizado em 2019, interpretou outro hit do Soundgarden (Black hole sun) na homenagem ao baterista dos Foo Fighters, Taylor Hawkins, e esteve ao lado da banda na indução do Soundgarden no Rock & Roll Hall of Fame, em 2025. Vale lembrar que, inclusive, o Pretty Reckless era a banda de abertura na última turnê do grupo, em 2017.
Será que a brincadeira de voltar (com Taylor nos vocais) vai ficar séria? No que depender de Taylor, ela está em terreno conhecido. “A obra de Chris Cornell fala comigo de uma maneira que nada mais consegue. Quando algo toca você dessa forma, é difícil explicar exatamente o porquê. Existe simplesmente uma conexão, é como se a música se comunicasse em um nível tão profundo que parece fazer parte de quem você é. Já ouvi o trabalho solo dele e o Soundgarden inúmeras vezes, mas, a cada audição, eles despertam algo diferente em mim”, chegou a dizer ao NME há alguns meses.
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Parque da São canta a “estranha nostalgia de um videogame de futebol” em “FIFA 06”

RESUMO: Sai outtake do disco de estreia do duo carioca Parque da São: FIFA 06 fala da “estranha nostalgia de um videogame de futebol” em clima quase no wave.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Antonia Muricy Leite / Divulgação
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O extremamente experimental álbum de estreia do duo carioca Parque da São, Ideograma – resenhado pela gente quando saiu – acaba de render um outtake. FIFA 06, jogado nas plataformas pela dupla e pelo selo Seloki Records, é uma faixa descartada do álbum, uma espécie de fantasia que “revisita a estranha nostalgia de um videogame de futebol através de uma lente lúdica, fragmentada e ligeiramente surreal” – evidentemente com referência ao game Fifa 06, para Playstation.
Na música, Clarissa Cosenza e Arthur Bittencourt fazem os vocais e recordam como era disputar partidas do game com os amigos. “2003 / jogando o futebol do mês / fiquei nervoso e quis tocar / alguém pior vai me salvar / Pedro se chutar é gol!”. Além deles (com Arthur responsabilizando-se também por composição, guitarra e baixo), tocam Julio Santa Cecília (synth, produção) e Arthur Martau (bateria).; O resultado é uma faixa com uma formatação maior de rock, só que bem experimental e ruidosa, quase no wave, com guitarras distorcidas no talo – e um segunda parte em clima shoegaze.
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Nóis’Y Vendel inventa o “rock baiônico” falando de assombrações em single novo

RESUMO: O cearense Nóis’Y Vendel mistura baião, stoner rock e lembranças de Zé Ramalho e Raul Seixas no single duplo O carroceiro fantasma, inspirado pelo imaginário nordestino.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Já ouviu falar do rock baiônico? Filho tanto do stoner quanto de Zé Ramalho – e de Raul Seixas, claro – o estilo é levado adiante pelo artista cearense Nóis’Y Vendel, que acaba de lançar o single duplo O carroceiro fantasma, e tenta unir os contos sombrios do rock com as histórias nordestinas de assombrações.
“A ideia é combinar elementos do baião com uma sonoridade marcada por ambiências densas, baixos profundos, percussões tradicionais e camadas vocais que reforçam o caráter dramático das narrativas”, conta Nóis’Y Vendel no texto de lançamento. O single tem as músicas O carroceiro fantasma e A Carolina vai voar, carregada de climas sombrios, mas em tom meio raulseixista, meio sabbathiano.
As duas músicas, conta ele, têm como inspirações a religiosidade popular, a literatura de cordel e o imaginário das histórias de terror contadas à noite numa roda (e que passam de avô pra neto / neta). “Em vez de tratar o sobrenatural como espetáculo, as composições o apresentam como parte da memória coletiva e da paisagem cultural do interior brasileiro”, diz o texto.
Aliás, A Carolina vai voar foi inspirada pelo curta-metragem Revoada, dirigido pelo cineasta pernambucano Alex Guterres. O filme ainda vai ser lançado. O carroceiro, por sua vez, é uma figura lendária que “percorre estradas esquecidas conduzindo almas errantes”, como diz Nóis’Y Vendel.
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