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“Temer fudendo gostoso” no XVideos

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Temer fudendo gostoso

Sim, você não leu errado. Alguém subiu um vídeo do nosso presidente Michel Temer no site de putaria Xvideos. Não que tenham achado uma sex tape dele: é o vídeo do discurso de defesa dele quando divulgaram os áudios do Joesley Batista.

https://twitter.com/bythwangel/status/927016681683156993

O Buzzfeed, que deu a história, mostrou que algumas pessoas ficaram curiosas para saber como o tal do Sebastian chegou no vídeo. Também revelou que há um tempinho, alguém publicou um vídeo de sacanagem que tinha um idoso, e disse que era um vídeo do Temer.

https://twitter.com/arthurgarcia38/status/927545736664842242

https://twitter.com/bythwangel/status/927630964012060672

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A propósito, o link inicial foi tirado do ar e colocado aqui.

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Cultura Pop

Disco inédito, fotos e vídeos raros: o Museu Virtual do Gilberto Gil no Google

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Dez coisas bem legais que você encontra no Museu Virtual do Gilberto Gil

Durante quase quatro anos, a construção de O ritmo de Gil, o museu virtual do Gilberto Gil no Google Arts & Culture – que surge a tempo de comemorar os 80 anos do cantor e compositor – foi um segredo muito bem guardado. O trabalho foi comandado pela jornalista Chris Fuscaldo (autora de livros como Discobiografia Legionária e Discobiografia Mutante e criadora da editora Garota FM Books) e envolveu vários profissionais escrevendo textos, mexendo em materiais diversos, ouvindo áudios, vendo fotos e checando informações.

O museu entrou no ar (ou melhor, na web) ontem e… se você for fã de Gil, pesquisador de MPB ou minimamente interessado na obra dele, prepare-se. Dá para ficar lá dias seguidos lendo coisas, vendo vídeos, ouvindo música e até estudando formalmente usando a obra de Gilberto Gil (sim, existe uma área dedicada a pais e professores). Por iniciativa de Chris, há também uma discobiografia do cantor.

Por intermédio de mais de 140 exposições virtuais, Você vai saber da importância mundial de Gil, de seu trabalho político, conhecer sua discografia, lembrar das diversas fases que ele teve ao longo da carreira (muito mais do que você consegue imaginar, já que a cada show, disco ou turnê, ele mudou de visual e colocou diferentes temas na roda de assuntos), saber do entorno de casa passo que Gil deu ao longo de mais de cinco décadas de trabalho. Por lá também dá para conhecer um disco de Gil gravado em 1982 em Nova York, e que permaneceu inédito por vários anos – e que virou a cereja do bolo do projeto.

O time de jornalistas e produtores de conteúdo do projeto inclui nomes como Kamille Viola, Gilberto Porcidonio, Ceci Alves, Lucas Vieira, Tito Guedes, Carla Peixoto, Roni Filgueiras e Laura Zandonadi, além da própria Chris. E, opa, eu também fiz parte do time, escrevendo vários textos sobre a obra dele, ou sobre detalhes da carreira de Gil. Também identifiquei, junto com Chris, o material do tal disco inédito, que você pode escutar aqui.

E seguem aí doze (só doze, porque tem muito mais) coisas legais que você pode encontrar no museu. Tentei não ficar só nos textos que eu mesmo escrevi pro projeto, mas não deu para não incluir alguns. Cada exposição abaixo tem várias fotos, áudios, vídeos e muita coisa legal para ler.

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A HISTÓRIA DO DISCO INÉDITO. Por aqui dá para acompanhar todo o contexto e toda a história do álbum. Eu identifiquei as gravações no meio de alguns áudios do acervo e achei que batiam exatamente com a descrição de um disco inédito, do qual Gil havia falado no texto escrito pelo pesquisador Marcelo Fróes, e publicado no relançamento em CD do álbum Um banda um, de 1982.

GILBERTO GIL E OS FESTIVAIS. Aquela época em que Gil participava de eventos que levavam a MPB a ser discutida quase da mesma forma que os reality shows são hoje. Leia e veja aqui. Texto de Chris Fuscaldo.

GILBERTO GIL DO PASSADO AO FUTURO. Como Gil abordou temas como tecnologia, internet, comunicações e outros assuntos. Leia e veja aqui. Texto de Ceci Alves.

GIL NOS (SEUS) ESTÚDIOS. Por esse texto (que eu escrevi) você consegue passear virtualmente pelo estúdio Nas Nuvens, montado por Gil e Liminha, e pelo estúdio Palco, montado em sua produtora.

GILBERTO GIL E O ROCK. Outro texto que eu fiz, dessa vez abordando o desenvolvimento da relação do cantor com o estilo musical.

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BARRA 69. Um texto de Ceci Alves sobre o show de despedida de Gilberto Gil e Caetano Veloso antes de partirem para o exílio.

GIL E OS MUTANTES. Sem o empurrãozinho do cantor, a história de uma das bandas mais representativas do rock brasileiro teria sido bem outra. Esse texto de Chris Fuscaldo detalha tudo.

OS LOOKS DE GILBERTO GIL. Do começo da carreira até hoje, Gil teve diversas mudanças de visual e lançou modas. Conto tudo aqui. E também aqui.

GIL, A INSPIRAÇÃO. Várias exposições sobre os relacionamentos de Gil com amigos, parceiros e ídolos, além de entrevistas com vários deles. Tudo aqui. Caetano Veloso tem uma área especial só para ele, claro. Num dos papos, Kamille Viola, autora de um livro sobre Jorge Ben, conversa com o próprio.

GIL, A ALMA. Exposições sobre o lado espiritualizado e ligado à família de Gil (destaque para a exposição de Roni Filgueiras sobre como o cantor lidou com o isolamento da quarentena).

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SOY LOCO POR TI, AMÉRICA. A história dessa música de Gil e José Carlos Capinan, lançada por Caetano Veloso em 1968. Texto de Roni Filgueiras.

CÁRCERE E EXÍLIO DE GIL. O período em que Gil e Caetano viveram em Londres, entre 1969 e 1972. Texto de Chris Fuscaldo.

>>> Veja também: Caetano e Gil de volta ao Brasil em 1972, no podcast do Pop Fantasma

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Notícias

Tem Festival Rockarioca de quinta a sábado na Audio Rebel

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Tem Festival Rockarioca de hoje a sábado na Audio Rebel

Começa hoje! O Festival Rockarioca, organizado pelo coletivo Rockarioca (que já virou matéria no Pop Fantasma) vai rolar de hoje (26) até sábado (28) na Audio Rebel, em Botafogo, das 20h às 23h acontece nos dias 26, 27 e 28 de maio, com a mpb-pop-rock do Guga Bruno, o indie-bossa-rock’n’roll do Barba Ruiva, o power-pop do Melvin & os Inoxidáveis, o power-duo Albaca, o rock-mpb-psicodélico do Grito, o garage-punk dos Vulcânicos, o rock-eletrônico-brasileiro do Greco, o indie-tropical dos Estranhos Românticos e o shoegaze do Katina Surf na Audio Rebel, das 20h às 23h.

Conheça os sons do Rockarioca em suas playlists (tá tudo aqui). No Instagram, você conhece todo o trabalho de pesquisa e preservação da memória do rock carioca feito pela turma. Durante o evento, vai rolar um Mercadão Rockarioca com produtos (discos, camisetas, livros, cartaz do festival, etc) de todos os artistas do coletivo e seus projetos paralelos.

Tem Festival Rockarioca de hoje a sábado na Audio Rebel

Pra quem não conhece o Rockarioca (avisei: já fizemos matéria), o coletivo une 25 artistas – de veteranos fazendo novos sons à galera mais jovem que vem dos quatro cantos do Estado do RJ. Hoje em dia a turma tem Albaca, Astro Venga, Ave Máquina, Banda Gente, Barba Ruiva, O Branco e o Indio, The Dead Suns, Elétrico Vesúvio, Estranhos Românticos, Fuck Youth, Gilber T, A Grande Trepada (Big Trep), Greco, O Grito, Guga Bruno, Homobono, Katina Surf, Ladrão, Latexxx, Luiz Lopez, Mauk & Os Cadillacs Malditos, Melvin & os Inoxidáveis, Trio Frito, Os Vulcânicos e um artista flutuante diferente todo mês. Nomes que tocaram ou tocam com artistas veteranos do rock do Rio (Erasmo Carlos, Gerson King Combo, A Cor do Som, BNegão, Planet Hemp) estão na lista. O evento, aliás, comemora um ano e meio do coletivo.

Shows (na ordem):
– QUI 26: Guga Bruno, Barba Ruiva, Melvin & os Inoxidáveis
– SEX 27: Albaca, O Grito, Os Vulcânicos
– SAB 28: Greco, Estranhos Românticos, Katina Surf

Audio Rebel
R. Visc. de Silva, 55 (Botafogo)

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(foto: Ana Paula Moniz/Divulgação)

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Um papo com Lucas Estrela, herói da guitarra paraense

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Um papo com Lucas Estrela, herói da guitarra paraense

Quem mora no Rio – ou vem ao Rio nesse fim de semana – vai ter a oportunidade de conferir no palco o guitarrista paraense Lucas Estrela. O músico vai fazer uma participação no show do Metá Metá na edição carioca do festival paraense Se Rasgum. O evento retorna do Rio neste sábado (9), e justamente no palco do Circo Voador, um local em que Lucas sempre sonhou em tocar.

Lucas é um músico ligado tanto à guitarrada e às misturas pop quanto aos improvisos e experimentações musicais. O primeiro lado aparece em seus discos solo – o mais recente, Farol, saiu em 2017. O lado de cientista musical tem aparecido nas oficinas que ministra sobre eletrônica e em suas pesquisas sobre softwares (aliás, outro de seus sonhos é trabalhar sozinho em toda a parte de sons digitais de seus shows). Também levou Lucas a criar uma instalação cine musical, Arboreal, que em breve ganha uma sequência, “mas assim que eu me organizar e tiver tempo”. E esses foram alguns dos assuntos que conversamos com Lucas (foto: Divulgação/Prix Chemical)

Como vai ser trazer seu som novamente pro Rio e como vai ser esse encontro com o Metá Metá?

Esse convite já tinha sido feito antes da pandemia. O festival ia acontecer no Circo Voador lá pra abril de 2020, e foi cancelado. Fiquei surpreso quando o Marcelo Damaso (organizador do Se Rasgum) disse há poucos meses que ia rolar esse ano e o convite ficou de pé. É a primeira vez que vou tocar no Circo Voador, tô realizando esse sonho. Já fui lá várias vezes assistir a shows, e tocar é a primeira vez. É realmente muito especial, ainda mais sendo um show com o Metá Metá, que é uma banda da qual eu sou muito fã. O show deles foi um dos maiores que eu assisti, e foi justamente no Se Rasgum em Belém. Fiquei muito impactado.

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É muito impactante mesmo.

Demais, demais, e tem essa diferença do estúdio pro ao vivo, que é uma coisa que eu prezo muito. Quando vi o show deles fiquei muito impressionado e quando o Damaso fez o convite nem acreditei. Vai ser a realização de um sonho tocar no Circo e fazendo ainda por cima uma participação no show deles. Vai ser muito especial.

Em 2019, você tocou no Rock In Rio, no show Pará Pop, com Fafá de Belém, Dona Onete, Jaloo, Gaby Amarantos. Como foi a sensação de tocar lá?

Tocar com eles foi incrível e acho que a gente só percebeu depois do show a importância daquilo, de mostrar a representatividade cultural do Pará. Porque antes a gente estava tão preocupado e focado em fazer um bom show, em tocar bem, que só depois a gente percebeu a grandiosidade daquilo, de levar a musica paraense pro Palco Sunset. Até hoje as pessoas vêm falar comigo lembrando desse show, falam como foi especial para elas. Muita gente ficou emocionada, chorando na frente do palco (risos).

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Só depois que eu desci do palco, percebi que aquilo realmente tinha acontecido. A gente aprendeu muito com aquelas pessoas. Eu e Jaloo estávamos ali só observando (risos). Gaby, Fafá e Dona Onete estavam à frente de tudo. O show foi o encerramento de um ciclo, porque quando o Zé Ricardo (do Palco Sunset) fez o convite, vimos naquilo uma celebração grande da música paraense, de tudo o que tinha acontecido nos últimos dez anos. Desde a Gaby lá em 2011 com o Treme, que levou a música paraense para outros lugares no Brasil, e depois com anova geração, como eu e Jaloo… Esse show sintetizou tudo o que aconteceu nos últimos dez anos aqui no Pará. E abriu muitas outras portas, inclusive fora do país.

Você vinha dando oficinas de eletrônica em Belém há um tempo atrás. Como ficou isso com a pandemia?

Bom, as oficinas começaram tem alguns anos. Sempre fui muito interessado em eletrônica e daí comecei a estudar sobre instrumentos eletrônicos, controladores MIDI, comecei a fazer meus próprios controladores e quis passar isso para outras pessoas. Como faço com vários outros assuntos. Fui juntando essas turmas ao longo desses anos e desenvolvendo as oficinas. No fim do ano passado tive duas oficinas, uma virtual e outra presencial, no interior do estado. E agora eu estiou planejando algumas coisas novas que eu venho trabalhando, com controladores MIDI, impressão 3D. Pretendo fazer também toda a parte de instrumentos digitais do show, de controladores, levar isso tudo para o palco. É meu objetivo agora, mas preciso estudar mais isso para fazer com segurança.

Como você divide seu tempo entre produção de música, pesquisa de softwares, composição, ensaios, etc? Como tem sido pra você equilibrar todos esses lados na sua vida?

Rapaz, nem eu sei! (risos) É tanta coisa que eu fico perdido às vezes. Hoje mesmo eu estava conversando com minha produtora, porque eu estou com alguns prazos. Era para eu ter lançado o novo álbum no ano passado, mas acabei adiando. Eu não tinha tanta vontade assim de lançar um disco sem fazer show de lançamento. Daí deixei pro segundo semestre desse ano. Aí ela me deu um puxão de orelha, disse: “Olha, tem que correr com os prazos, hein?” Tá um pouco atrasado, não porque eu quero, mas porque tem várias coisas acontecendo, e às vezes fico meio perdido com o prazos. E tem a parte de produção musical, de construção de instrumentos eletrônicos, de gravação de vídeos. Estou gravando conteúdo e também faz parte do projeto do álbum, com vídeoaulas de guitarrada.

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A partir do segundo semestre tem os singles, tem muita coisa rolando. E estou gravando com outras pessoas, produzindo outros artistas, e arrumando tempo pra fazer tudo (risos). Bom, não sei como estou fazendo tudo, mas estou levando. Agora o trabalho musical não está só ligado ao conteúdo que ele quer divulgar, as pessoas estão procurando conhecer mais o artista. Isso de só divulgar coisas ligadas ao trabalho, à carreira, não existe mais. As pessoas querem ver o artista fazendo outras coisas fora da música.

Você fez o Arboreal, um trabalho multimídia que envolveu uma série de outras coisas diferentes. Vi uma entrevista sua em que você falava sobre ter gravado áudio de vários lugares… Como foi realizar isso?

Ontem mesmo eu estava pensando em achar um tempo pra fazer o segundo trabalho desses. Esse trabalho surgiu da ideia um pouco relacionada a essa coisa dos instrumentos, do experimental. Porque quando eu morava em São Paulo – passei seis anos lá – fui lá para estudar música, composição e uma das matérias era música contemporânea. Formou-se um grupo de alunos interessados em música contemporânea, interpretação livre, música experimental, eletroacústica e tudo o mais.

Sempre gostei dessa relação da música com o audiovisual, com o filme, e como eu tinha um conhecimento básico de cinema, vídeo, fotografia, comecei a fazer vários pedaços de filme, para fazer parte da apresentação. Quando vi que aquilo estava começando a dialogar de maneira mais forte, estava ficando mais amarrado, pensei que podia fazer um trabalho maior, um filme, um curta, um média-metragem. Mas aí foi isso e foi muito legal esse trabalho. Foi uma surpresa, porque voltei depois para Belém em 2015 e aí fiz o lançamento desse trabalho. Eu não tinha álbum solo lançado, nada disso. Musicalmente o que o pessoal conhecia que eu tinha feito eram trabalhos anteriores, discos que eu produzia. Quando lancei esse filme foi muito legal porque muita gente teve acesso a um trabalho de música contemporânea. Há uma barreira muito grande entre isso e o público, aliás até os próprios músicos têm certo preconceito.

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Não tem nada do Arboreal no meu trabalho solo, é tudo bem diferente. E quando surgiu esse trabalho, um número muito grande de pessoas ficou interessado. Fizemos até algumas turmas de improvisação livre. Eu lembro de uma apresentação num cinema alternativo aqui de Belém que foi até na abertura do Se Rasgum. Foi incrível tocar no cinema. Tenho vontade de fazer o segundo filme, penso em fazer em 360 para o espectador usar um óculos de realidade virtual.

E como você escolhe os títulos das músicas que você faz? Apesar de não terem letras e serem instrumentais, os títulos sempre parecem alguma coisa que você estava passando na época. Tem Reflexões, Onde é que eu vou parar

É muito difícil dar nome para música instrumental. Mas todas as músicas têm alguma referência de alguma coisa daqui de Belém. Sal ou Moscou, por exemplo, é uma alusão a duas praias daqui, Salina e Mosqueiro. Aliás tirei isso de uma música do Felipe Cordeiro chamada Café pequeno. Muita coisa é da minha infância. Farol é porque eu ia com minha família para um hotel chamado Farol, em Mosqueiro. Isso ficou muito marcado na minha vida. Reflexões eu fiz com o Waldo Squash. A gente fez uma viagem de barco para tocar em Alter do Chão, são três dias de viagem de barco, uma viagem incrível, muito transformadora. Três dias navegando no Rio Amazonas, acordando às seis da manhã no nascer do sol. Fizemos essa música no barco a caminho do show, porque tinha toda aquela atmosfera, aqueles momentos em que você fica ali refletindo.

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