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Azú faz MPB com clima jazzístico no single “Aonde vamos daqui”

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Azú (Foto: Alícia Abe / Divulgação)

RESUMO: O duo Azú estreia com Aonde vamos daqui, primeiro single de seu álbum de estreia, misturando MPB, jazz, rock, blues e pop em uma canção guiada por piano, metais e vozes em diálogo.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Alícia Abe / Divulgação

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O duo Azú estreia com Aonde vamos daqui, primeiro single de um álbum que será lançado ainda este ano. Formado por Luíza Abe e Rodrigo Zanettini, o projeto aposta em uma sonoridade que aproxima MPB, jazz, rock, blues e pop, com arranjos que colocam piano, metais e vozes em constante diálogo.

A música foi composta por Rodrigo quando bem mais novo, e ganhou produção de Gudino Miranda. Embora tenha uma estrutura sofisticada, a faixa mantém um apelo melódico direto, combinando referências que passam por Djavan, Milton Nascimento, Stevie Wonder, Jacob Collier e Banda Black Rio.

Os dois músicos já haviam trabalhado juntos na banda Cardume, e parte dessa experiência aparece no Azú. A diferença é que o novo projeto amplia o espaço para arranjos de sopros e metais, sem perder de vista a importância da letra. Em Aonde vamos daqui, o piano conduz a música enquanto a seção de metais acrescenta peso e movimento, e os vocais se alternam em um diálogo que reforça o tom da composição.

O primeiro álbum do duo, que leva o mesmo nome do single, está previsto para o segundo semestre de 2026. Luíza e Rodrigo adiantam que o trabalho vai equilibrar a tradição da MPB com elementos de jazz, groove e rock – e tudo vai partir da canção.

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Howling Bells comemora 20 anos da estreia com relançamento em vinil e demos inéditas

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Howling Bells (Foto: Epizentrum / Divulgação)

RESUMO: Howling Bells celebra 20 anos do álbum de estreia com edição inédita em vinil, demos caseiras encontradas nos arquivos e show comemorativo em Londres. O relançamento chega em 2 de outubro pela Nude Records.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Epizentrum / Divulgação

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O Howling Bells, uma banda queridíssima aqui nos bastidores do Pop Fantasma, resolveu comemorar em grande estilo os 20 anos de seu disco de estreia. O grupo anunciou uma edição especial de Howling Bells (2006), que chega no dia 2 de outubro pela Nude Records e, pela primeira vez, coloca o álbum em vinil. Para completar a festa, a banda ainda fará um show comemorativo em Londres, no Hoxton Hall, em 6 de novembro.

Produzido por Ken Nelson (Coldplay, Gomez e The Charlatans), Howling Bells apresentou ao mundo o encontro entre guitarras atmosféricas, melodias sombrias e a voz inconfundível de Juanita Stein. Na época, o disco foi tratado como uma pequena joia do rock alternativo. O site Pitchfork definiu os vocais de Juanita como “completamente inesperados, estranhamente confiantes e imediatamente cativantes”, enquanto a NME resumiu tudo chamando o álbum de “extraordinário”.

A edição de aniversário chega em duas versões especiais em vinil. E, apesar da tentação de mexer no passado, a banda preferiu manter tudo exatamente como era. “Foi o álbum que nos lançou no universo da música, que nos levou a milhares de casas de show pelo mundo e que nos permitiu criar conexões profundas com músicos e amantes da música. Também foi um disco que nos ensinou muito sobre nós mesmos. Queríamos preservar seu espírito no vinil, e isso significava não mudar absolutamente nada: a mesma arte, a mesma atmosfera e a mesma urgência sonora gravadas para sempre nos sulcos do disco”, contou Juanita.

A ideia inicial era incluir músicas novas no pacote. Mas elas acabaram ficando de fora, ou quase isso. “Parecia que elas eram modernas demais para fazer parte desse universo”, explica a cantora. A solução foi mergulhar nos arquivos da banda em busca das demos originais do álbum. O problema é que elas simplesmente tinham desaparecido.

Depois de procurar em tudo quanto era canto e pedir ajuda a antigos colaboradores, Juanita acabou encontrando uma sacola empoeirada cheia de fitas cassete e CDs esquecidos. Ali estavam registros ainda mais antigos: as primeiras gravações caseiras de The night is young e The bell hit, feitas apenas com voz, guitarra, baixo, teclados e harmonias. Também apareceram Hold on e Sunken eyes, compostas na mesma época. “O que encontrei era até anterior às demos do álbum. Hoje percebo como essas quatro gravações são especiais. Elas capturam a energia e a ambição daquela fase”, disse.

Para dar um gostinho do relançamento, o Howling Bells disponibilizou justamente a demo inédita de The night is young, acompanhada por um clipe novo. “Este vídeo é uma espécie de carta de amor para a Sydney onde crescemos — a Bondi Beach e o centro da cidade no começo dos anos 2000, quando nós três escrevíamos músicas entre o trabalho, a faculdade e o surfe (bem, o Joel surfava). É sobre as primeiras casas onde tocamos, os skatistas na praia, os amigos que gravavam nossos vídeos e tiravam fotos, os shows para todas as idades e a cidade que abraçou nossa ambição juvenil”, resume Juanita.

E o tal quase isso do qual falamos acima, é porque as tais duas versões do álbum diferenciam-se uma da outra justamente porque uma é tradicional, só com o vinil de Howling Bells (em cor bordô), e a outra vem em vinil de mármore reciclado Eco-mix, contando ainda com brindes: uma impressão fotográfica exclusiva da banda, tirada durante o primeiro ensaio fotográfico do grupo em Sydney, uma arte exclusiva assinada e… um single de 7 polegadas com o material tirado das tais demos encontradas.

No lado A do compactinho: The bell hit (Bedroom demo 2003) e Highway 99 (Demo 2004). No lado B: Night is young (Bedroom demo 2003) e Sunken eyes (Demo 2004). A pré-venda já tá rolando.

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No single “Esperança”, Stereotrilhos reúne três músicas para encerrar uma fase

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Stereotrilhos (Foto: Divulgação)

RESUMO: A Stereotrilhos abre uma nova fase com Esperança, single triplo que reúne três canções sobre transformação, saúde mental e superação, encerrando um ciclo iniciado em 2019 e preparando o duo para material inédito.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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A Stereotrilhos resolveu reunir três músicas em um único lançamento. Esperança chega como um single triplo formado pelas faixas As respostas, Esperança e Repetindo padrões, marcando uma nova etapa da banda. O projeto teve apoio criativo de Reginaldo Lincoln, do Vanguart, durante a pré-produção.

As três músicas foram pensadas como uma sequência. As respostas abre o trabalho falando sobre convivência e transformação. Na faixa-título, a banda aborda questões ligadas à saúde mental e ao momento atual. Já Repetindo padrões encerra o ciclo refletindo sobre os aprendizados que surgem depois de enfrentar experiências difíceis.

Musicalmente, o grupo segue transitando pelo rock alternativo, combinando guitarras marcantes, vocais melódicos e referências que passam por Foo Fighters e The Strokes. A identidade visual acompanha esse clima, com capas inspiradas em paisagens urbanas e assinadas por Samuel Oliveira.

O vocalista Juliano Arruda explica que as três músicas começaram a ser gravadas ainda em 2019, quando a Stereotrilhos tinha cinco integrantes. “Com a pandemia, voltamos nossas atividades para gravações remotas e lançamos o nosso primeiro álbum, Uma forma de sonhar. Agora, ao revisitar estas três canções, conseguimos enfim encerrar esse ciclo de forma completa e abrir caminho para a nossa nova fase, consolidados como um duo”.

O baterista Gabriel Freitas vê o lançamento como um retrato da própria trajetória da banda. “Esperança é sobre seguir adiante quando tudo parece levar à desistência. Não da mesma forma que antes, mas com objetivos mais claros. A gente só chegou até aqui porque escolheu ficar. E fechar este capítulo é também o começo do que vem depois”.

Gravado no Estúdio Fusão, em Cotia (SP), com produção de Thiago Bianchi, o single triplo também abre caminho para o próximo momento da Stereotrilhos, que já trabalha em material inédito para os próximos meses.

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Luís Perdiz desacelera o tempo em “Estadia”, último single antes do álbum

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Luís Perdiz (Foto: Rebeca Figueiredo / Divulgação)

RESUMO: Luís Perdiz encerra a prévia de seu álbum de estreia, Corações em condomínios, com o single Estadia, canção contemplativa sobre suspender a pressa e esquecer o relógio, aproximando poesia e MPB.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Rebeca Figueiredo / Divulgação

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Em breve sai Corações em condomínios, primeiro álbum do cantor, compositor, poeta e editor Luís Perdiz. E o ciclo de pré-álbum encerra com o single Estadia, faixa que chega como o último aperitivo antes do lançamento do disco.

Estadia parte de uma ideia simples: esquecer o relógio. A música acompanha alguém que decide suspender a pressa do cotidiano para viver o tempo de outra forma, sem se preocupar com horários ou compromissos. Essa atmosfera mais contemplativa dialoga com o universo de Corações em condomínios, álbum em que Luís Perdiz aproxima sua escrita poética da canção.

  • Ouvimos: Pianocoquetel – Que coisa

Conhecido também pelo trabalho como editor e poeta, Perdiz vem apresentando aos poucos as diferentes facetas do disco por meio de uma sequência de singles. Agora, com Estadia, ele fecha esse percurso e prepara o terreno para a chegada do álbum completo.

Corações em condomínios marca a estreia de Luís Perdiz em formato de álbum e reúne canções que transitam entre a música popular brasileira e a tradição da canção de autor, mantendo o olhar literário que já caracteriza sua produção fora da música.

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