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“Meu pai, o viciado em Facebook”

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"Meu pai, o viciado em Facebook": Filho faz documentário sobre o pai, que construiu um arsenal de memes (!) no computador

Seu pai é viciado em Facebook?

Bom, o do cineasta americano Dylan LeVine é. O velho Vincent usa bastante a rede social para se comunicar com amigos e família, e adora memes. Adora não: é quase obsessivo com memes. Tanto que mantém em seu computador uma pastinha com um arsenal de memes (!). Cada um deles foi analisado por Vincent, que catalogou todos com ointuito de ter sempre o que responder a cada momento, em qualquer oportunidade.

Esse é o tema do documentário My dad, the Facebook addict (Meu pai, o viciado em Facebook), que Dylan acaba de jogar no YouTube. O filho Mike, irmão do diretor, diz que Seu Vincent, no começo, seguia a rotina de qualquer aposentado no Facebook: papo com os amigos de faculdade, parentes, etc. Isso foi no começo. Logo depois a timeline de Mike passou a ficar inundada com os memes do pai. A ponto de ele não ver nem mais os posts dos seus amigos.

“Achei que seria uma boa solução parar de seguir meu pai. Só que ele me ligava e falava: ‘Viu meu post de hoje?’. E depois passou a colar os memes dele na minha própria página do Facebook”, diz Mike, rindo de nervoso. A mulher diz que não é incomum que ela se levante no meio da noite e o marido esteja no computador, porque teve uma excelente sacada que resolveu publicar no Facebook.

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Lógico que tanta dedicação começa a preocupar a família. Acompanha aí o desenrolar da história no vídeo.

Por acaso, não é a primeira vez que Vincent surge na telinha. Em 2016, Dylan subiu para o YouTube um vídeo que mostrava o pai ensinando um método “livre de germes” (!) para se colocar velas num bolo de aniversário. O vídeo aparece como bônus em My dad, the Facebook addict.


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Cinema

Psicodelia e relojoaria (!) num filme

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Uma empresa antiquíssima chamada Hamilton Watches, daquelas que fazem relógios que muitas vezes custam um carro usado ou um apartamento, resolveu fazer em 1949 um filme mostrando como se faz um relógio.

Não apenas isso: a ideia do curta era mostrar como funciona um relógio por dentro – daí rola até um pequeno momento stop motion mostrando um relógio sendo montado a partir de várias partes.

Para quem ama história do cinema, vale citar que o filminho é uma produção original da Jam Handy Organisation, responsável por virar de cabeça para baixo o mercado de filmes industriais e de treinamento nos EUA entre os anos 1930 e 1960. Esse texto explica um pouco da história da empresa, mostrando o quanto eles não economizavam grana e usavam o que havia de mais moderno na época em efeitos especiais.

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LP de Star Wars com… holograma no vinil (!!)

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LP de Star Wars com... holograma no vinil (!!)

Já deve estar fora de catálogo, mas vale a menção: em 2017 saiu uma edição da trilha sonora de Star wars: Episódio VII – O despertar da força em que os vinis… têm dois hologramas que podem ser vistos quando eles estão rodando no toca-discos.

Como assim? Bom, os discos têm uma área gravada e uma área central (enorme) na qual se encontram hologramas com o formato de um Millennium Falcon e um TIE Fighter. As duas artes foram feitas por Tristan Duke, especialista em holografia. Os hologramas não aparecem do nada: você tem que apontar uma lanterna na direção do disco, e eles aparecem. O canal Techmoan arrumou uma cópia do LP duplo e fez o teste.

Via Mental Floss

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Terror na TV de circuito fechado

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Não temos a mínima ideia de se algum leitor ou leitora do POP FANTASMA se interessa por assuntos tão sui generis quanto eletrônica. Não música eletrônica, eletrônica mesmo – o hábito de ler sobre o assunto, construir pequenos (e grandes) aparelhos, dar um trato na televisão da sala e até fazer pequenas estripulias, como construir sozinho (a) um esquema de televisão de circuito fechado para o seu escritório.

O assunto tinha uma legião de fãs nos anos 1970 aqui no Brasil, por sinal: anos antes do movimento punk se apropriar da frase “faça você mesmo”, as bancas de jornal eram invadidas por revistas no estilo Saber Eletrônica, “monte você mesmo seu aparelho de som” e outras parecidas. Milhares de neófitos (as) no assunto investiram uma graninha em equipamentos e começaram a fazer consertos – por sinal, teve início também uma longa temporada de aparelhos explodindo.

Essa longa introdução é só para apresentar uma TV de circuito fechado que, após umas pequenas reformas feitas por um sujeito que possivelmente não entendia muita coisa de eletrônica, passou a fazer barulhos que poderiam estar num filme de terror. E também passou a apresentar imagens aterrorizantes. Curta aí (ou não).

Via Boing Boing

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