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Michael Stipe apresenta nova música solo na TV, “The rest of ever”

Com pressa para ouvir o álbum solo de Michael Stipe? Bom, o ex-vocalista do R.E.M. jura que o disco, aguardadíssimo há anos, está quase pronto – pelo menos no que diz respeito às letras. E na noite passada, ele brotou no The Late Show with Stephen Colbert e mostrou uma das faixas programadas pra estreia, The rest of ever.
A faixa traz um trecho de Drunken sailor, clássico dos cantos marítimos (é aquela do “what will we do with a drunken sailor? / what will we do with a drunken sailor? / what will we do with a drunken sailor? / early in the morning” – já rolou em filmes, até). O clipe da apresentação já circula por aí.
Além de cantar, Stipe sentou-se com Colbert para um bate-papo e fez algumas revelações sobre a música e sobre o disco. Ele contou como entendeu errado um verso de Drunken sailor e acabou criando em The rest of ever algo que ele define como “muito especial”.
Também soltou uma descrição meio viajada a respeito de uma das músicas do disco, que teria “o som de uma árvore se ouvindo pela primeira vez”. A explicação disso aí é mais viajante ainda.
“É uma situação meio confusa. Um amigo meu gravou uma árvore no meu quintal, na Geórgia, e tocou o som pra ela mesma – então soa tipo Daft Punk… A árvore ainda não respondeu. Vamos deixar o pessoal dela falar com o meu pessoal e ver no que dá”, contou.
O disco ainda não tem uma data para sair. Em entrevista recente ao The Times, Michael Stipe admitiu que o disco atrasou porque ele ficou na pressão de fazer algo à altura do R.E.M. — missão que ele mesmo descreveu como quase impossível. Em 2019 saiu The capricious soul, primeira música solo dele, e de lá para cá, alguns singles têm surgido, mas álbum mesmo, ainda não.
“A Covid não ajudou”, disse Stipe sobre o atraso ao The Times. “Mas estou terminando. Quando a banda se separou, eu só precisava de um tempo. Tirei cinco anos, mas fui puxado de volta para a música. Tem sido uma luta. Esse é o principal. Quero que seja ótimo, mas tenho a pressão de ter estado no REM e a expectativa é alta, porque quero que seja tão bom quanto aquilo, e isso é quase impossível”.
“Então é muito emocionante, mas também assustador, e estou fazendo música pela primeira vez também, e acho que sou bom nisso, mas não ótimo”, disse, rindo. “Mas eu amo minha voz. Não gosto da minha voz falada, mas amo minha voz cantada, e quero muito me dedicar novamente a oferecer música ao mundo”.
Você confere um trecho do bate-papo com Colbert aí embaixo.
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Foto: Michael Stipe (CBS)
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Phoebe Bridgers está transformando seus shows em clubes de confiança

“Durante seis anos, me peguei perguntando aleatoriamente: ‘Será que este é o ano em que Phoebe Bridgers finalmente lançará um novo álbum?’ A resposta sempre foi um sonoro ‘não'”, recorda Brian Kahn num artigo que ele escreveu pra revista Wired, publicado no site na última quinta-feira.
Phoebe, você deve recordar, lançou Punished, seu álbum mais recente, em 2020 – de lá para cá, saiu apenas The record (2023), álbum de estreia do Boygenius, banda formada por ela, Julie Baker e Lucy Dacus. Álbum solo que é bom, nada. Mas, na base do “haverá sinais”, algumas coisas começaram a mudar em maio, quando começaram a aparecer panfletos misteriosos anunciando shows em lugares pequenos. Sendo que justamente na última quinta, Phoebe fez um pop-upaço no… Madison Square Garden para 18 mil fãs, com oito músicas inéditas.
Esse show teve duas especificidades: foi patrocinado pela plataforma de música Tidal, teve ingressos a um dólar e toda a grana foi arrecadada em prol do Fundo de Liberdade de Títulos de Imigração da Community Justice Exchange (que fornece dinheiro para fiança para detentos do ICE comandado por Trump). Agora, todos os shows mais recentes de Phoebe têm OUTRA especificidade: quem comparece a eles, tem que guardar seu celular numa bolsa (como Bob Dylan tem feito em sua turnê recente). Gravações e filmagens são proibidas.
No caso do show do Madison, Jen Aswad, da Variety, afirmou que se trata do “primeiro show em arena sem celulares a que já assistimos, e possivelmente o maior de todos os tempos” (18 mil fãs compareceram). As regras do show foram publicadas “num comunicado em tom severo” no site do próprio MSG. Mais: “Os repórteres que cobriam o show foram informados de que canetas, lápis e papel também não eram permitidos, aparentemente porque letras e títulos de músicas incorretos estavam sendo publicados na internet”, escreveu Jen.
“É estranho não ter um celular, não é?”, disse Phoebe no show. “Eu adorei. Agradeço por permitirem que este seja um espaço livre de internet. E se algum de vocês enfiou um Apple Watch no rabo para gravar isso, por favor, não poste na internet — estou confiando em vocês”.
Pois é: ao que consta, Phoebe conseguiu transformar um local gigantesco num show acústico intimista, em que contava com a confiança dos fãs e se apresentava com apenas mais dois músicos no palco: o guitarrista Christian Lee Hutson, que também tocava uma peça de percussão com o pé (!) e o tecladista Nick White. Jan definiu a atmosfera do show como “muito Stranger things” (o cenário incluía um sofá coberto por uma manta de tricô estampada de gosto duvidoso, em que Phoebe e Christian estavam sentados, além de abajures de cada lado do sofá e uma TV antiga e quadrada).
Jan também escreveu sobre o que dava pra escrever sobre as músicas novas: a maioria lembra o som já popularizado dela (“suas melodias características, letras inteligentes e vulnerabilidade emocional; pelo menos uma parecia tratar de um término doloroso”), mas há uma música em tom country e uma outra com final ameaçador, em que Phoebe parece levar sua voz ao limite.
O que importa é que, como disse Brian na Wired, Phoebe está REALMENTE conseguindo estabelecer uma relação de confiança com os fãs, e que eles estão se tornando investigadores, tentando descobrir onde será o próximo show e se (ou quando) um novo álbum será lançado – com direito a alguns deles andando pela cidade em busca de flyers (eles aparecem sempre misteriosamente). Há até uma tese maluca de que Phoebe estava se apresentando em locais com histórico de avistamentos de OVNIs.
Brian disse também que uma fã chamada LeAnna Chase Williams descobriu a data e o local de um desses shows misteriosos de Phoebe. Ela havia cantado em Chattanooga, Tennessee, e LeAnna decdiu vasculhar a agenda da casa indie The Burl, em Lexington, Kentucky – cidade universitária a pouco menos de cinco horas de Chatanooga.
No dia 22 de maio não havia nada marcado na casa, e ela supôs que Phoebe iria cantar lá. Aliás não apenas ela: quando LeAnna chegou ao The Burl, esperou na chuva por horas com dezenas de outros fãs que haviam feito a mesma aposta. Deu certo: Phoebe cantou para 200 fãs e LeAnna adorou a experiência de “show sem celulares”.
A ideia da cantora vem dando certo, mas… Bom, ainda há problemas. No reddit, os moderadores do canal r/phoebebridgers tiveram que remover, a pedido da equipe de Phoebe, postagens que faziam referência às letras das novas músicas, “dadas as rígidas medidas de privacidade e controle em torno dos shows”.
Muito cedo para falar que uma nova era no universo dos shows está surgindo, mas parece que a solução que Phoebe achou foi levar o conceito de “comunidade” às últimas consequências – de uma forma que até mesmo a liberdade dos fãs termine onde começa a dela (ou algo assim).
Foto: Reprodução Instagram
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Madonna antecipa “Confessions II” com curta-metragem no YouTube

Madonna apareceu no YouTube com Confessions II – The film, curta de pouco mais de dez minutos pensado como complemento de seu próximo disco, Confessions II, com lançamento previsto para 3 de julho de 2026. O filme já está disponível na íntegra no canal da cantora.
A direção é da dupla David Toro e Solomon Chase, conhecidos como Torso, e o elenco junta nomes de áreas bem diferentes. Estão lá artistas, atores e atletas como Arca, Archie Madekwe, Benedict Cumberbatch, Cole Palmer, Debi Mazar, Gwendoline Christie, Honey Dijon, João Pedro, Julia Garner, Kate Moss, Odessa A’zion, Richard E. Grant, Shygirl e Lourdes Leon.
A produção é definida como “um trabalho visual ambicioso de mais de 10 minutos de duração, construído em torno das seis primeiras faixas do próximo álbum de Madonna, incluindo (os singles) I feel so free e Bring your Love, com Sabrina Carpenter. Ele se desenvolve como uma peça única e contínua, tecendo sequências interconectadas e guiadas pela música em uma experiência cinematográfica imersiva. Um filme que dá fisicalidade à música, Confessions II vive na tensão entre o controle e a entrega, entre ser visto e desaparecer em meio à multidão.”
O novo álbum funciona como continuação direta de Confessions on a dance floor, lançado em 2005, e mantém a pista de dança como centro da proposta. A ideia, segundo Madonna, foi criar algo que funcionasse quase como um set de DJ, com as músicas ligadas umas às outras.
O disco foi desenvolvido ao lado do produtor Stuart Price, parceiro do álbum original. Em comunicado, Madonna resumiu a ideia do projeto: “Quando Stuart Price e eu começamos a trabalhar neste disco, este era o nosso manifesto: Precisamos dançar, celebrar e orar com nossos corpos. São coisas que fazemos há milhares de anos — são práticas verdadeiramente espirituais. Afinal, a pista de dança é um espaço ritualístico. É um lugar onde você se conecta com suas feridas, com sua fragilidade”, declarou a cantora.
Ela tem tratado a volta do universo de Confessions como um acontecimento pop em escalas astronômicas. Recentemente fez um megashow gratuito na Times Square para algo em torno de 50 mil pessoas. O show aconteceu na noite de quinta (4) como parte das celebrações do Mês do Orgulho LGBTQIA+ e teve transmissão ao vivo pelo aplicativo de encontros Grindr. Entre as novidades, teve o lançamento da nova Love sensation, e a recuperação no set list de Get together e I love New York, duas faixas do Confessions que estavam fora dos shows desde 2006.
Foto: Alex Antonioni / Divulgação
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Venda geral para o Rock In Rio começa hoje às 19h

Após a pré-venda dos ingressos, o Rock in Rio abre nesta segunda-feira (8), às 19h, a venda geral para a edição de 2026. Os ingressos serão vendidos exclusivamente pela Ticketmaster Brasil, e a organização recomenda que o público faça cadastro antecipado na plataforma e deixe os meios de pagamento preparados para agilizar a compra, já que a procura deve ser alta.
Segundo o festival, a programação deste ano terá mais de 15 shows exclusivos no Brasil, além de encontros entre artistas e atrações voltadas para diferentes públicos. O evento acontece em setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.
Antes da abertura das vendas, o festival promove uma live de aquecimento às 18h, em parceria com a Globo. A transmissão será exibida no gshow e nas redes sociais do Gshow, Multishow e Rock in Rio, com apresentação de Dedé Teicher. Participam da live o grupo Os Garotin, o influenciador Pedro Bonvivant, além de Ana Deccache, diretora de marketing da Rock World, e Zé Ricardo, vice-presidente artístico da empresa.
PROGRAMAÇÃO:
Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo, que conta com 45 artistas internacionais e mais de 15 shows únicos e exclusivos. No dia 4 de setembro, o festival tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.
No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero.
No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho – Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.
Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.
No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.
No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.
Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.







































