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E lá vem o Youth Of Today pro Brasil (único show!)

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Youth Of Today (Foto: Divulgação)

Se segura que vai rolar um verdadeiro encontro de gerações do hardcore. A banda histórica Youth of Today volta à América do Sul em dezembro com a turnê Break down the walls, e passa por São Paulo no dia 12, no Fabrique Club – além de Santiago, Buenos Aires e, depois daqui, Bogotá.

O grupo vem com a formação que ajudou a moldar o hardcore straight edge como linguagem e atitude: Ray Cappo no vocal, John Porcell na guitarra, Walter Schreifels no baixo e Sammy Siegler na bateria. Um peso histórico daqueles – e uma banda que ajudou derrubar a separação entre palco e pista – com direito a coro coletivo, gente subindo, stagedives, quase um ritual, ao som de clássicos como Break down the walls, Positive outlook, Make a change e Youth crew.

Formado em 1985, em Nova York, o grupo virou peça central do chamado youth crew, movimento que reorganizou o hardcore na segunda metade dos anos 1980. Ao lado de nomes como Gorilla Biscuits, Sick of It All e Warzone, ajudou a deslocar o foco do niilismo para uma ética ligada a temas como disciplina, amizade, autocontrole e consciência social.

O disco que batiza a turnê, lançado em 1986, virou norma culta do gênero. Dois anos depois, viria o álbum We’re not in this alone, reforçando a filosofia da turma: nada de preconceitos, defesa de um estilo de vida sem drogas e álcool e a construção de uma comunidade com valores próprios. Em torno dessa onda, surgiu toda uma (termo horrível, mas vá lá) cadeia produtiba de bandas, fãs, selos, fanzines e produtores ligados ao hardcore.

O Youth Of Today gravou pouco, mas falou muito, e deu frutos: Cappo e Porcell fundaram o Shelter, Schreifels seguiu com Quicksand e Rival Schools, enquanto Siegler acumulou passagens por projetos como Glassjaw. Para quem acompanha a cena – ou quer entender de onde veio boa parte do que ainda acontece hoje – é uma chance rara de ver tudo isso funcionando no volume máximo.

Serviço
YOUTH OF TODAY EM SÃO PAULO
Data: 12 de dezembro de 2026

Horário: (abertura da casa)
Local: Fabrique Club
Endereço: rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP
Ingressos aqui.
Valores de Pista (1º lote):
Meia Estudante e Meia Solidária para não estudantes (doe um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada: R$ 180,00
Inteira: R$ 360,00

Foto: Divulgação

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Strokes empurram lançamento de “Reality awaits” para julho, mas a agenda de shows vai bem

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Strokes (Foto: Reprodução Facebook)

Vai ver, a culpa foi da Copa: os Strokes anunciaram um show em Nova York no dia 2 de outubro ao lado de Fcukers e Beach House, e aproveitaram para avisar que Reality awaits, o novo álbum do grupo, vai atrasar.

Inicialmente o disco havia sido programado para 26 de junho, mas agora Reality awaits – adiantado pelos singles Going shopping e Falling out of love – vai ficar para quase um mês depois. Só no dia 24 de julho os fãs vão ter acesso ao disco de forma oficial (porque sempre vaza, né).

A banda não deu nenhuma explicação para o atraso. Seja como for, tá vindo por aí um período de alta queima de óleo para os Strokes. Eles já se apresentaram no Coachella 2026 (aproveitaram para meter o pau no Governo dos EUA no palco) e em breve tocam em outros festivais, como Bonnaroo e Summer Sonic.

Eles também anunciaram uma grande turnê pelo Reino Unido, América do Norte, Europa e Japão. Será a primeira série completa de shows como atração principal no Reino Unido e na Irlanda em mais de vinte anos, com apresentações incluindo paradas na O2 Arena, em Londres. Os shows de abertura serão de Thundercat, Cage the Elephant, Hamilton Leithauser, Fat White Family, Alex Cameron e ÖLÜM. Rolou tanta procura que mais datas foram adicionadas à agenda.

Não custa lembrar: nesses shows e turnês, a banda segue sem o guitarrista Nick Valensi, já que o grupo contou que ele fará uma “pausa temporária” das apresentações ao vivo.

Olha aí os anúncios do showzaço de Nova York e da tour.

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Hermanos Gutiérrez vão transformar paisagens andinas em música no próximo álbum

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Hermanos Gutiérrez (Foto: Jackie Lee Young / Divulgação)

O Hermanos Gutiérrez volta em 25 de setembro com o sétimo álbum, Los ojos del condor, sucessor de Sonido Cósmico (2024). O disco sai pela Easy Eye Sound e chega acompanhado do single Canto andino, primeira amostra dessa fase mais ligada às raízes sul-americanas da dupla.

A faixa já entrega bastante do clima do álbum: violões em destaque, andamento calmo e uma ambientação inspirada nas paisagens andinas. Os irmãos Estevan e Alejandro Gutiérrez dizem que a ideia do disco nasceu justamente dessa conexão com a América do Sul e com referências musicais da região.

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“Aquela melodia que você ouve no refrão, que é muito alegre e depois volta para os tons escuros e baixos do slide, é legal porque é exatamente assim que o clima funciona nos Andes” , disse Alejandro. “Você tem sol e, de repente, fica tão nublado e parece que pode chover ou até nevar. Canto andino é um chamado dessa paisagem que nos inspirou. Esta é uma carta de amor à América do Sul. O que queremos fazer com este disco é convidar as pessoas a fazerem outra jornada conosco, desta vez pelos Andes, e criar curiosidade por essa cultura e por esta parte do mundo”.

Produzido mais uma vez por Dan Auerbach, dos Black Keys (Dan é dono do selo Easy Eye Sound, por sinal), o álbum aproxima o som da dupla de ritmos e instrumentos andinos. O charango aparece em várias músicas, enquanto Estevan gravou o trabalho usando a mesma guitarra de náilon que ganhou do pai quando era criança.

Ao longo dos discos anteriores, o Hermanos Gutiérrez construiu um som instrumental que mistura violões latinos, surf music e climas cinematográficos. Em Los ojos del condor, essa mistura ganha referências mais diretas do Equador, Peru, Argentina e Colômbia, passando por elementos de milonga e cumbia. Além dos próprios discos, os irmãos colaboraram recentemente com Leon Bridges e Natalia Lafourcade, e também participaram da trilha de um documentário sobre Jack Johnson.

E abaixo você confere o clipe de Canto andino, e a capa de Los ojos del cóndor.

Foto: Jackie Lee Young / Divulgação

Capa do álbum Los Ojos Del Condor, dos Hermanos Gutierrez

 

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Sugar World soa como uma fita VHS derretendo em “Terra incognita”

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Sugar World (Foto: Divulgação)

Fazendo música desde 2013, o duo Ryan e Katryn Stanley fez parte de uma banda de bedroom pop da Flórida chamada Naps – e desde 2016 decidiram montar o Sugar World, grupo com um som bem peculiar, que mistura a alegria do twee pop e os climas experimentais do lo-fi.

A música do Sugar World tem mais a ver com aquelas fitas VHS com cores MUITO estouradas do que com um clima solar comum, vamos dizer assim. Numa só faixa, podem aparecer guitarras noise pop, vocais distorcidos e autotunados, vibes psicodélicas e inspirações que vão do hyperpop ao rap underground da internet.

E esse aí é o som de Terra incognita, novo som do duo, que eles definem como “um experimento para trazer a composição indie rock e twee pop para um ambiente sonoro inspirado por breakbeats, cloud rap e digicore”. “Basicamente, trata-se de ganhar muito dinheiro, investir esse dinheiro em um carro e depois jogá-lo de um penhasco”, brinca Katryn.

Ou seja: pode esperar alegria e barulho na mesma medida em Terra incognita. Ryan escreveu a faixa e foi também o técnico de gravação. A faixa vai estar no próximo álbum da dupla, Supercassettevision, que sai no verão (ou seja, entre junho e setembro, que é quando o sol brilha mais forte na terra deles).

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