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Jools Holland junta Morrissey, QOTSA e The National no mesmo programa

Na terça (3), a banda americana The National, estouradíssima nas paradas com o novo disco, Sleep well beast, fez uma visita ao programa Later… with Jools Holland, na BBC. O canal da BBC no YouTube já subiu dois vídeos dessa noite, com música do novo disco: The system only dreams in total darkness e Day I die. Confira aí.
A noite estava bastante agitada na atração, com a presença de Josh Homme, do Queens Of The Stone Age, tocando Villains of circumstance, do disco novo da banda, Villains, acompanhado do tecladista Dean Fertita e um quarteto de cordas.
E a aparição de Morrissey com o novo hit Spent the day in bed.
Lançamentos
Radar: Katia Jorgensen, Máquina Voadora, Outros Bárbaros, Carvel, Pessoa, Garotos Podres

Duas músicas do Radar nacional de hoje já são velhas conhecidas, mas ganharam uma ótima recauchutagem: tem remix de Katia Jorgensen e clipe de um clássico quarentão dos Garotos Podres. Mas o que tem mais aqui hoje é novidade – e mesmo o clássico pode se tornar novidade com nova roupagem. Ouça e passe adiante.
Texto: Ricardo Schott – Foto (Katia Jorgensen): Divulgação
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KATIA JORGENSEN, “MIGALHA” (REMIX BY ANDRÉ PAIXÃO). Migalha, uma das mais realistas, raivosas e teatrais faixas do álbum de Katia, Canções para odiar (que a gente resenhou aqui), volta em versão remix, apropriadamente feita pelo músico André Paixão – conhecido como Nervoso. E ele buscou referências que dessem uma intensificada básica no estresse evocado pela faixa: a eletrônica de Gary Numan, a tensão das trilhas de filmes de George Romero. É para ouvir e amar de cara – e sentir a emoção da música.
MÁQUINA VOADORA, “DOMINGO (OLHARES ACROBÁTICOS)”. O duo paulistano Máquina Voadora lança em breve o disco A grande boca de mil dentes – um lançamento instrumental, cujas músicas são interpretações de poemas do autor modernista Mário de Andrade, publicados no livro Pauliceia Desvairada. Domingo (Olhares acrobáticos), lado B do single Trianon, é pura levada – uma música definida por eles como “fusão cativante de rock guiado pela guitarra e a suavidade do jazz”. O som da dupla tem elementos, não muito discretos, que remetem ao krautrock – aliás Marcelo Garcia e Enrico Bagnato chegaram a tocar numa banda brasileira do estilo, o Kosmovoid. Mas o jazz, ao lado de suas variações mais roqueiras, é o principal.
OUTROS BÁRBAROS, “FORTALEZA HOSTIL”. Pelas ruas das Américas, terceiro disco dessa banda, sai em fevereiro – Fortaleza hostil, som entre a MPB, o indie-rock e o clima setentista (com direito a evocações de Refazenda, de Gilberto Gil), adianta o álbum. E em 9 de janeiro sai mais um single, Nós dois. O trio de Florianópolis – Maurício Peixoto (voz, guitarra e teclas), Eduardo Lehr (baixo) e Marco Mibach (bateria) – também aproveita para lembrar na nova música um grupo do qual Peixoto fez parte, o Aerocirco.
E já que há homenagens a Gil na faixa, não custa citar que o próprio nome do grupo é uma homenagem aos Doces Bárbaros – que passaram por um perrengue justamente em Florianópolis, quando Gil foi preso com maconha em 1976. “O princípio ativo que remete os Doces aos ‘Outros’ é a pretensão de construir algo importante tendo a música como fim. E tudo isso basta”, afirmam.
CARVEL, “PRESO EM VOCÊ”. Vindos de Vinhedo (SP), Guilherme Avelino (voz e guitarra), Lucas Argenton (guitarra), Victor Gonzales (baixo) e João Gabriel Diamantino (bateria), prometem o álbum Ainda é tempo para o começo de 2026, e adiantam o disco com singles e clipes. Já saiu Nós dois sabemos, comentado aqui no Radar, e agora é a vez do samba-indie-rock-reggae (juro, tem tudo isso lá!) Preso em você. Até mesmo pandeiro, cuíca e sopros surgem na nova canção, que teve nomes nacionais como Criolo e Zimbra entre as influências.
“A letra fala sobre um relacionamento que faz a gente se sentir bem e mal ao mesmo tempo. Sobre estar preso a alguém, mesmo sabendo que talvez não seja o melhor lugar. É um sentimento confuso, mas muito real”, diz Guilherme Avelino, autor da faixa. Já o clipe, dirigido e editado pelo guitarrista Lucas Argenton, foi filmado em diversas locações – sempre valorizando os espaços abertos e a luz natural.
PESSOA, “MAMÃE, NÃO QUERO AGROTÓXICO” / “MEDO DE QUÊ?”. Pessoa, cantor e compositor baiano que une folk, rock e MPB e cujo trabalho é marcado pelas letras bem humoradas, volta com single duplo, em que é acompanhado por Lucas Gonçalves (Maglore) na bateria e de Iago Guimarães nos teclados, e em que cai dentro do rock zoeiro. Mamãe, não quero agrotóxico fala de ecologia, guerra, fome, multimilionários que viajam para “Marte ou para a lua” e de políticos escrotos no poder. Medo de quê?, por sua vez, une grunge, Titãs, blues-rock e várias fobias da modernidade na letra (“todo mundo tem medo de algo / e quando encontra fica paralisado / isso não dá pra esconder /você tem medo de quê?”). Duas músicas bem curtinhas e diretas.
GAROTOS PODRES, “PAPAI NOEL, VELHO BATUTA”. Sabia dessa? Recentemente a veterana banda punk do ABC paulista foi obrigada a depor numa delegacia porque tocou seu clássico Papai Noel Velho Batuta num show. Tudo porque uma turma de extrema-direita que estava lá (num show deles? fazendo o que?) considerou a música um ameaça às “pessoas de bem”.
Para marcar a não-comemoração da tentativa de censura e intimidação em pleno 2025 – e para recordar os 40 anos do disco de estreia da banda, Mais podres do que nunca (1985) – agora Papai Noel tem clipe, com desenhos de Leandro Franco. O vocalista Mao e sua turma se transformam em desenho animado, o Papai Noel entra no clima “entendeu ou quer que eu desenhe?” (ele dá presentes a Trump e Zuckerberg e aparece dando altas cusparadas na direção da tela) e a história da tentativa de censura é contada no começo do vídeo.
Lançamentos
Radar: Guilherme Arantes, Day Limns, Volver, Luís Perdiz, Roupa Nova, J4mpa

Prepare os ouvidos porque o Radar nacional desta sexta é puro luxo pop: novas de Guilherme Arantes e Roupa Nova, além das releituras que o grupo pernambucano Volver fez dos clássicos da jovem guarda. Só que ainda tem mais pop por aqui: tem a nova de Day Limns, a balada sixties de Luís Perdiz e a MPB folk-indie-brega de J4mpa. Ouça sem moderação e passe adiante!
Texto: Ricardo Schott – Foto (Guilherme Arantes): Leo Aversa / Divulgação
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GUILHERME ARANTES, “LIBIDO DA ALMA”. Preparado para lançar seu disco novo, Interdimensional, em 15 de janeiro de 2026, Guilherme volta lembrando o criador bossa-jazz-soul que fez músicas como Aprendendo a jogar, Coisas do Brasil e o lado-B A noite (do disco Coração paulista, de 1979). Em Libido da alma, single que adianta o disco, Guilherme evoca João Gilberto cantando, e vai na correnteza oposta da Wave, de Tom Jobim, imortalizada justamente por João: fala da possibilidade de ser feliz sozinho, em versos como “desapego / pois não preciso mais lembrar tudo que é desafeto / quando estiver mais leve e prosseguir de peito aberto”.
Tem mais: acompanhado pelo trio Alexandre Blanc (guitarra), Milton Pellegrin (bicho) e Gabriel Martini (bateria), Guilherme opera na faixa um monte de traquitanas eletrônicas que fazem a alegria dos fãs de tecnologia musical vintage. Lá tem um Elka Rhapsody de 1974, um órgão Hammond C3, um teclado Clavinet D3 Honner com pedal wah wah, piano Rhodes Mark V, além do piano Yamaha CP70 com flanger Mutron – esse último, praticamente uma marca do pop feito pelo paulistano. Acostumado a compor seus discos sozinho (e às vezes a fazer shows usando apenas seus teclados e baterias eletrônicas) dessa vez o ex-estudante de arquitetura Guilherme assina até a capa do single, feita a partir de uma foto tirada por sua esposa Márcia Arantes.
DAY LIMNS, “O SOL”. Ex-participante da batalha The Voice Brasil, Day decidiu recentemente comemorar sete anos de carreira. Ela preferiu nem esperar a data redonda dos dez anos: focou logo na simbologia do número 7, que representa ciclos de profundidade, autoconhecimento e revelação na numerologia. Sua nova música, Sol, nasce desse entendimento.
“Quando percebi que minha história tinha sido vivida em sete capítulos, entendi que esse não era um fim — era um espelho. Sol nasce desse reconhecimento: o de que minhas sombras não me seguram mais. Elas me sustentam”, reflete. O som une trap, dream pop e vibrações hyperpop.
VOLVER, “EU SOU TERRÍVEL”. Sucesso quase privativo de Roberto Carlos (embora já tenha sido gravado até por Gal Costa), Eu sou terrível surge puxando Volver canta Jovem guarda, audiovisual lançado pela banda recifense Volver – um projeto que chegou primeiro aos palcos, e depois ao YouTube, em áudio e clipes. Para quem conhece o som do grupo, nada de estranho: Volver é uma banda cuja onda é a dos Beatles entre 1964 e 1966, ou do relacionamento entre power pop e cultura mod, mas com acenos nada ligeiros a estilos como grunge e psicodelia. A jovem guarda já reside no som deles faz tempo, e agora ganha a cara do grupo.
LUÍS PERDIZ, “MUITOS ANOS NESSE ANO”. Cantor, escritor e poeta, Luís prepara o disco Corações de condomínio para o primeiro semestre de 2026 – e já soltou o single Terra quente, que apareceu aqui mesmo no Radar. Muitos anos nesse ano é o lado sixties e até meio jovem-guardista do cantor e compositor – uma balada que fala sobre as reflexões de final de ano, com produção e arranjos assinados por Renato Medeiros e Lucas Gonçalves
“Bob Dylan, Raul Seixas e Rita Lee são entidades que sempre visitavam minha cabeça, quando estava compondo. Sinto que este single é de certa forma um complemento do último lançamento: um outro ponto de vista na sonoridade e no discurso, abordando, agora, o desencontro”, conta ele.
ROUPA NOVA, “O RECADO”. Se você é fã do veterano grupo pop carioca, prepare a caixa de lenços: no novo single, O recado, o Roupa Nova homenageou o saudoso vocalista Paulinho (1952-2020). Vale avisar que não é uma música triste: é um gospel com ar beatle, em que Nando, Cleberson Horsth, Ricardo Feghali, Kiko e Serginho Herval (hoje complementados pelo novo vocalista Fábio Nestares) mandam uma mensagem para o amigo, em versos como “guarda o meu lugar ao seu lado / que a roda do tempo trilha sempre uma só direção / leva o violão afinado, um sorriso aberto / e vou lembrando o refrão da canção” e “apesar de não te ver nunca mais / se a nossa alma segue em paz / então tá tudo bem”. A faixa faz parte do novo EP da banda, que chega às plataformas em janeiro.
J4MPA, “SERENO” / “EU SÓ QUERIA QUE MEU VERÃO CHEGASSE”. Cantor e compositor do sertão paraibano, J4mpa considera que seu trabalho não é meramente musical: ele entrega “abraços em formato digital”, com a ideia de confortar quem escuta. Seus dois novos singles, que adiantam o álbum que está por vir, falam de amores, dores, lembranças e esperanças, num tom que varia do indie-brega ao folk. “Sereno captura a quietude da noite e o jeito como ela revela pensamentos que não cabem nas horas corridas do dia. Nesse espaço macio, olha-se para dentro não para reviver feridas, mas para compreender seus próprios caminhos, afetos e expectativas”, conta ele sobre o primeiro single da leva.
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Lançamentos
Radar: Softcult, Sleepazoid, The Coral, European Rich Kids, Cut Flowers, Sombra

Numa semana cheia de absurdos políticos e discursos equivocados (sobre política, sobre feminismo, etc), nada mais apropriado do que abrir o penúltimo Radar da sequência com um manifesto – o duo canadense Softcult explica com todas as letras como vê o machismo e a pressão que as mulheres recebem da sociedade. Além deles, sons novos de bandas como Sleepazoid, Cut Flowers e The Coral surgem na seleção internacional de hoje.
Texto: Ricardo Schott – Foto (Softcult): Kaylene Widdoes / Divulgação
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SOFTCULT, “QUEEN OF NOTHING”. “Essa música fala sobre os padrões duplos, os julgamentos severos e as expectativas irreais que a sociedade patriarcal impõe às mulheres. Esperam que sejamos sensuais, mas apenas de acordo com a fantasia masculina. De alguma forma, uma virgem e uma vadia. Esperam que cuidemos constantemente dos homens em nossas vidas e somos envergonhadas se nossas aspirações forem além de nos tornarmos esposas e mães. O mundo exige maturidade de nós, mas nos descarta quando envelhecemos e nos tornamos ‘indesejáveis’, nosso valor reduzido à nossa capacidade de atrair homens”, diz o duo canadense Softcult sobre seu novo single, Queen of nothing. A dupla, que faz um shoegaze mais doce e sonhador, está revelando aos poucos as faixas do próximo disco, When a flower doesn’t grow, previsto para sair dia 30 de janeiro pela Easy Life Records.
“Não importa a quantidade de ódio ou ignorância que suportemos, ainda esperam que sorriamos. Esta música fala sobre a constatação de que esses ciclos de abuso são maiores do que nossas experiências pessoais. É o reconhecimento da natureza sistêmica do tratamento abusivo e da discriminação”, continua o duo. Tem muita gente por aí precisando ouvir essa música…
SLEEPAZOID, “NEW AGE”. Nette France (vocal e guitarra), Josef Pabis (baixo), George Inglis (guitarra), Jim Duong (guitarra e backing vocal) e Luca Soprano (bateria) vêm de Melbourne, Austrália, e fazem algo entre stoner e shoegaze, com peso, intensidade e distorção, além de uma rapidez típica do punk – que governa boa parte do seu novo single, New age.
Trata-se de uma música sobre escolher o próprio caminho, sem arrependimentos e sem culpa. “As pequenas coisas juntas que fazem você se sentir diferente / não tenho medo de saber o que gosto, me vestir como gosto, chorar quando choro / não tenho medo de ser quem sou / um presente para mim mesma agora que posso (…) / algum outro dia eu mostrarei a mim mesmo que escolhi o caminho certo / eu realmente te amei, eu sei que você sabe disso / mas o que cortamos, não podemos reconstruir”, canta Nette.
THE CORAL, “SHE DIED ON CHRISTMAS DAY”. Essa banda britânica caminha entre a psicodelia e a noção de música como espetáculo – os shows são belos, os discos têm uma soma enorme de influências, e o número de fãs só aumenta. Dessa vez, o The Coral retorna com um single duplo de Natal, aberto pela spoken word Christmas on Coral Island, narrada por Ian Murray – o avô dos integrantes James e Ian Skelly, morto no início de 2025, o que torna a faixa a última aparição dele na obra do grupo. Ian narrou os álbuns Coral island, de 2022, e Holy Joe’s Coral Island Medicine Show, de 2023, e este single serve como continuação da história.
She died, nem precisa dizer, une os sinos de Natal a histórias macabras – e a canção é uma espécie de música sombria de festa. “Adoramos o rock and roll dos anos 1950 e início dos 1960, especialmente o britânico. Para nós, é o som do lugar onde crescemos: New Brighton e a feira, os cais abandonados, a emoção e o perigo das cidades em ruínas. Se houver uma oportunidade para explorarmos esse nosso lado, estamos sempre dispostos a isso”, explica o multinstrumentista Nick Power, integrante da banda.
EUROPEAN RICH KIDS, “DAME LUZ”. “Entre Buenos Aires e Berlim, o European Rich Kids transforma o cansaço em um cântico”, conta essa banda dividida entre dois lugares diferentes e distantes, e formada por Lex Landergott, Andreas Spechtl e Michelle Bernstein. Dame luz, som eletrônico, distorcido, hipnótico e intermitente – entre saturações, teclados e beats – inclui versos em espanhol e inglês e é definido pelo grupo como “uma canção sobre a necessidade de algo mais — de cor, de clareza, de significado — em um mundo cinzento. Um hino suave para sobreviver à fadiga contemporânea, um apelo por luz em meio ao ruído”. O clipe da faixa é bastante despojado, seguindo a linha atual de conteúdo lo-fi, que pode ser assistido em stories.
CUT FLOWERS, “UNTIL IT’S TIME”. “É uma música sobre se arrepender de não estar presente para as pessoas que você ama quando elas precisam de você. E também sobre tentar se redimir antes de morrer — dizendo que desta vez estarei lá por você e ficarei até a minha hora de partir”, conta o vocalista da banda canadense Cut Flowers, Kevan Byrne, sobre o novo single do grupo, Until it’s time. Uma canção plena de melancolia, herdada tanto do power pop quanto do folk britânico, mas com evocações do soul, já que foi composta usando um truque utilizado bastante pelo guitarrista de soul e funk Curtis Mayfield.
“Li sobre algo chamado afinação ‘black key’, que Curtis Mayfield usava em muitas de suas músicas. Afinei meu violão dessa forma e imediatamente percebi que não fazia ideia de como Curtis conseguia criar acordes e harmonias para músicas como Move on up. Mas era ótima para sons cristalinos e graves na tonalidade de sol”, conta ele. O resultado é beleza pura.
SOMBRA, “NINGEN”. Esse projeto musical também se divide entre dois países – Canadá e Japão – e faz música eletrônica distorcida e metálica, emanando sons de Nine Inch Nails e Depeche Mode, com elementos de trip hop, house e techno. “Fazemos um som que se move entre o pesado e o atmosférico”, diz Sombra, o criador do projeto, que também valoriza shows e som intenso e dançante ao vivo (com direito a projeções e vibes psicodélicas no cenário), afastando qualquer pecha de projeto de estúdio. Ningen é um dos singles que estão sendo planejados por Sombra para o fim de 2025. Um EP novo vai sair, mas ainda está distante – deve chegar às plataformas só no fim de 2026.
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