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“Dança da maré”: Lemuriano cria sua própria praia em letra e música

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Lemuriano (Foto: Divulgação)

Cantor, compositor e poeta carioca, Lemuriano lança o EP Dança da maré, um trabalho autoral com seis canções que transformam experiências pessoais em paisagens sonoras sobre amadurecimento, amor e superação. A ideia é usar a metáfora das marés para falar dos altos e baixos da vida, e reconectar com a própria existência.

O som do disco oscila entre MPB e pós-britpop, lembrando o Coldplay em alguns momentos. “O instrumento que devemos saber tocar é o coração das pessoas”, diz Lemuriano, que tem uma música chamada Dia sim, dia não, em parceria com Herminio Bello de Carvalho, gravada por Simone – a música vai estar no show do EP, com novo arranjo.

Lemuriano lembra que Dança da maré surgiu quando uma condição de saúde o impediu de permanecer por longos períodos ao sol. Diante disso, decidiu criar sua própria praia em estado lírico, com letra e música. O EP tem produção de Lemuriano e Elísio Freitas, mixagem de Elísio Freitas e masterização de Alexandre Rabasso, além da participação especial de Tuca Mei na faixa Praia azul.

Foto: Divulgação

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As referências aos Beatles que vimos no vídeo da seleção inglesa para a Copa 2026

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As referências aos Beatles que vimos no vídeo da seleção inglesa para a Copa 2026

Orgulho beatlemaníaco: a seleção da Inglaterra anunciou oficialmente os 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo FIFA 2026 – e ao som de Come together, dos Beatles.

O técnico Thomas Tuchel revelou a lista em uma transmissão direto do Estádio de Wembley, acompanhada por um vídeo em que a música surgia no fundo. Gravado em Nova York, o vídeo é cheio de referências visuais à influência dos Beatles nos EUA durante os anos 1960 – e traz os nomes dos jogadores espalhados pela paisagem urbana da capital.

Nós já achamos as seguintes referências:

1) Na abertura do vídeo, um trecho da entrevista de John Lennon durante a primeira visita dos Beatles aos Estados Unidos em 1964 (aquele momento em que o repórter pergunta a ele se Lennon acha que os Beatles são “verdadeiramente ingleses” e ele responde que são “jolly english”, ingleses muito simpáticos).

2) Numa cena de rua (0:21), uma pessoa está sentada perto de uma mesinha de boteco, ao lado de um aparelho de TV – no qual passa a mesma entrevista de John.

3) Os nome dos jogadores Dean Henderson e James Trafford (0:23) sugem escritos com uma variação da fonte Bootle (aquela usada no logotipo dos Beatles). E pouco depois, ou estamos enxergando muito mal, ou um dos manequins na vitrine de uma loja está vestido igual aos Beatles em 1964.

4) Uma pessoa surge com uma jaqueta onde se lê “Stones Yeah Yeah Yeah” (0:34) – referência, claro, a She loves you e à boneca da capa do disco Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band, de 1967 (na roupa da boneca havia a frase-provocação “welcome The Rolling Stones”).

5) Lá pelos 0:35, surgem fãs com cartazes com nomes de jogadores – em poses idênticas às das fãs dos Beatles no começo da beatlemania.

6) Lá pelos 0:46 quatro jogadores são apresentados com um pôster onde se lê “here they come!” (igualzinho ao cartaz da turnê norte-americana do grupo em 1964).

7) Aos 0:50 começa uma longa sequência inspirada no desenho animado Yellow submarine (1968).

8) Lá pra 1:21, uma festinha num pub traz uma turma com visual country. O nome do jogador Morgan Rorger surge bordado no short de uma garota, e está escrito com grafia Bootle. Um sujeito de chapéu de cowboy dança usando uma camisa que lembra vagamente um uniforme estilo Sgt. Pepper’s.

9) Logo depois (1:25) surgem fotos dos jogadores Eberechi Eze, Noni Madueke, Kobbie Mainoo Bukayo Saka no estilo da capa do disco A hard days night (1964).

10) Aos 1:49 a correria das fãs é referência ao filme A hard days night.

11) Aos 1:54, o capitão Hare Kane é apresentado por quatro pessoas na mesma pose dos Beatles na capa do disco Help (1965).

12) Faltou dizer que o cara correndo desde o começo do vídeo pelas ruas de Nova York era também uma referência à correria das fãs no começo da beatlemania. Ele se junta a outras pessoas (algumas delas já haviam feito “pontas” no clipe) e todas chegam a um teatro onde se anuncia “Seleção da Copa 2026 – Inglaterra – ao vivo e em pessoa” (o “live & in person” era comum nos anúncios de shows dos Beatles pelos EUA nos anos 1960).

13) E o thumbnail do vídeo no YouTube também tem referências aos Beatles, como o uso de várias cores e o “Lions 4 ever”. Rola até um visual mod (opa, The Who?) em algumas memorabílias.

14) E claro, Come together, dos Beatles (com Mick Jagger fazendo backing vocals), sendo usada no vídeo, é a maior de todas as referências ao grupo.

A equipe inglesa inicia a preparação no começo de junho, em Palm Beach, na Flórida. Depois, vai seguir para sua base oficial em Kansas City. “É realmente emocionante e um grande privilégio poder anunciar dessa forma a convocação da Inglaterra para a Copa do Mundo”, declarou Thomas Tuchel.

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E tá aí “SS26”, o single “distópico” (e cheio de recadinhos) de Charli XCX

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Charli XCX lança música nova só no Instagram. "Pode ripar o áudio se quiser!", avisa (Foto: Reprodução Instagram)

“Se você me entende, você me entende, e se não, tudo bem <3. Não estou tentando afastar as pessoas ou convencê-las a gostar de mim”, andou tuitando Charli XCX a respeito de sua recente guinada roqueira – que já rendeu o single-clipe Rock music, dono de uma lista considerável de defensores e detratores, além do lado B de single de vinil I keep thinling about you every single day and night. E agora ela retorna com mais um single, SS26.

O novo single é mais uma música que adianta o misteriosíssimo álbum de rock de Charli, disco que os produtores AG Cook, Finn Keane e George Daniel já descreveram como sendo “anti-Brat“ – no caso de SS26, só AG e Finn são listados como produtores, e também como co-autores da canção ao lado dela. A música é um tributo ao pós-punk quase tão bacana quanto as músicas novas de Olivia Rodrigo – só que com um tantinho de ruído noventista e produção lo-fi moderna.

Charli publicou a letra em sua newsletter durante a semana e tudo que surge em SS26 (“spring summer 26”, enfim: “primavera-verão 2026”) parece recado para alguém, ou alguéns. “Quando o mundo estiver prestes a acabar, não haverá esperança para nada / sim, estamos caminhando numa pista que leva direto ao inferno / nada vai nos salvar, nem a música, a moda ou o cinema”, diz um verso. “Acho que minhas posições políticas poderiam funcionar como estratégia de imprensa / e minha herança cultural poderia me dar uma grande vantagem competitiva”, diz outro. “Fui hackeada / obviamente, foi tirado de contexto / mas eu não fiz isso / mesmo que eu fizesse / escrevi um pedido de desculpas muito bom usando um aplicativo de notas”, diz outro.

Usando um pouco de imaginação, dá pra enxergar na letra os dramas dos influenciadores que bostejam na internet e são cancelados, as heranças culturais de alguns artistas (Rosalía?) e o descontentamento com algum artista que emitiu opiniões políticas rasas – não está claro quem são os destinatários das frases e Charli pode estar até sacaneando a si própria, ou ao circo pop de 2026 como um todo. Vai saber.

A faixa vem acompanhada de um clipe com participações especiais da cantora Abra, da ex-editora-chefe da Vogue Paris, Carine Rotfield, do estilista Anthony Vaccarello e de outros. E Charli surge na passarela.

Tem mais polêmica envolvendo o single novo de Charli XCX. Há quem ande dizendo que a onda roqueira dela anda incomodando até gente poderosa – tipo Madonna, que lança o dançante Confessions II em 3 de julho, e andou dividindo o palco com Sabrina Carpenter no festival Coachella.

Isso porque Madonna publicou uma mensagem no instagram com novas fotos suas, e a frase “se a sua pista de dança parece morta, talvez você esteja tocando a música errada” (Rock music, a música de Charli, diz que “acho que a pista de dança está morta / então agora estamos fazendo rock”). Até agora, nenhuma declaração de nenhuma das cantoras a respeito, claro.

 

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Um post compartilhado por Madonna (@madonna)

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Palco Supernova do Rock In Rio: João Gordo e Asteroides Trio estão no line-up de 2026

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Palco Supernova do Rock In Rio: João Gordo e Asteroides Trio estão no line-up de 2026

A organização do Rock in Rio anunciou nesta quinta (21) o line-up do palco Supernova, espaço dedicado a artistas em ascensão e novos talentos dentro do festival. Diogo Defante, MC Taya, Supercombo e até uma homenagem a Ramones feita por João Gordo e Asteroides Trio estão na lista do palco para este ano.

O festival acontece entre os dias 4 e 13 de setembro de 2026, na Cidade do Rock, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Confira a seguir as atrações do palco Supernova.

4 de setembro (sexta):

Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante

5 de setembro (sábado):

Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo

6 de setembro (domingo):

João Gordo & Asteroides Trio
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório

7 de setembro (segunda):

Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee

11 de setembro (sexta):

Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami

12 de setembro (sábado):

Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz

13 de setembro (domingo):

Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena

Nesta quinta-feira, dia 21, o Grupo Sony Music Brasil e o Rock in Rio Brasil anunciaram a renovação da parceria para a edição de 2026 do festival – e a parceria é ligada diretamente à curadoria do Palco Supernova, já que ele é realizado por intermédio da marca Filtr Music Brasil, plataforma de curadoria musical da Sony Music Brasil.

O anúncio da renovação foi feito em coletiva de imprensa realizada na Cidade do Rock, com a participações de Wilson Lannes, COO do Grupo Sony Music Brasil, Zé Ricardo, Vice-Presidente Artístico da Rock World e Roberto Verta, curador do Palco Supernova, e Ana Deccache, Diretora de Marketing da Rock. Com isso, será a quarta vez em que as duas empresas se juntam para criar o line-up do Supernova.

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