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Death Cab For Cutie larga major, abraça indie e volta com novo single

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Death Cab for Cutie (Foto: Shervin Lainez / Divulgação)

O Death Cab For Cutie voltou, no começo do ano, às suas raízes independentes. Depois de duas décadas e seis álbuns com a Atlantic, a banda – que nunca deixou de ser uma força musical indie, mesmo presente no elenco de uma das maiores gravadoras do mundo – decidiu largar tudo e assinar contrato com a ANTI- Records, uma subsidiária da Epitaph com pegada, digamos, diferente.

A tal “diferença”: nomes como Snocaps, Lido Pimienta e Waxahatchee, que unem garage rock, country, soft rock e estiilos afins, pertencem ao elenco da ANTI-, que é um selinho muitas vezes bem mais “ilustre”, em termos de prestígio e até de números, do que a própria nave-mãe. Mas enfim, I built you a tower, próximo disco do Death Cab, sai em 5 de junho – e, na frente, saem o single e o clipe de Riptides.

Dá para perceber o estilo explosivo e cheio de texturas do produtor John Congleton na gravação + mixagem do single – tem algum peso, além de clima pós-punk atualizado e maquínico, soando como um The Police robótico em alguns momentos. Benjamin Gibbard, o vocalista, contou que a faixa fala “sobre o desafio de lidar com lutas pessoais enquanto o mundo ao nosso redor vivencia tragédias e perdas em uma escala inimaginável. E como, quando esses dois elementos se entrelaçam em nossa psique, a sensação é de completa paralisia”.

I built foi gravado durante três semanas no estúdio de Congleton em Los Angeles, o Animal Rites – os integrantes da banda fizeram também gravações em suas casas em Seattle, Bellingham, Los Angeles e Portland. Jason Lester dirigiu o clipe de Riptides, que você vê abaixo.

Foto: Shervin Lainez / Divulgação

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Julie Neff adianta no Bandcamp “Trapped”, música sobre as dores da endometriose e da adenomiose

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Julie Neff adianta no Bandcamp “Trapped”, música sobre as dores da endometriose e da adenomiose (Foto: Josh Kirshner / Divulgação)

Trapped, música nova da cantora canadense Julie Neff, antecipa seu álbum fine., produzido pela brasileira Cris Botarelli (Far From Alaska, Ego Kill Talent). E vai chegar a todas as plataformas junto com o clipe no dia 8 de maio – mas já pode ser ouvida no Bandcamp de Julie.

Com um clima bem intenso e alt-pop, a faixa aborda a experiência da cantora com a endometriose e a adenomiose, doenças crônicas (sem cura, enfim) com as quais convive há mais de 15 anos. A palavra “trapped” (presa, encurralada), inclusive, diz respeito a como ela se sente em vários momentos por causa dessas enfermidades.

“Essa música é sobre se sentir traída pelo próprio corpo, sobre estar presa em um mundo interno cheio de sonhos e aspirações, mas dentro de um corpo que não coopera”, conta a artista que, enfrenta dor intensa, inflamação e uma série de outros problemas de saúde que vêm junto das duas condições.

Trapped, não por acaso, surgiu em um momento em que as atividades mais simples podiam desencadear dias de recuperação. Julie passava por um ponto crítico da endometriose e da adenomiose.

“Se eu me esforçasse um pouco, acabava doente na cama por uma semana. Eu estava desesperada para viver a vida que imaginava, para não decepcionar as pessoas por estar ausente e, no fim, para me sentir viva”, diz.

Cinco anos após escrever a faixa, as coisas estão mais OK para Julie e ela está conseguindo retomar parte de seus projetos. Ainda convive com a dor, mas voltou a se movimentar.

“Ainda preciso planejar minha vida em torno dos meus níveis de energia, mas sou grata por esses momentos em que consigo fazer o trabalho que sinto que devo fazer”, afirma. O próprio clipe da música tem a ver com esses retornos e recuperações – mas sobre isso, a gente fala no lançamento do vídeo 🙂 .

Foto: Josh Kirshner / Divulgação

 

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Supla entra em clima de Copa do Mundo com o punk rock “Champs!”

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Supla e Os Punks de Boutique // Foto: Paula Regina Smith

“Eu amo futebol. E acredito na positividade! Então resolvi lançar uma música positiva”, explica Supla, que soltou nesta sexta o single Champs!, inspirado no clima da maior competição do futebol mundial, e mais próximo das referências do punk que ele sempre teve.

A música tem participação de Bernard Rhodes, ex-empresário do The Clash, que abre tudo com uma introdução em inglês carregada no sotaque britânico. Depois entra uma levada hardcore, que Supla desenvolveu com sua banda Os Punks de Boutique, incorporando ainda uma onda que ele chama de “bossa furiosa”. “Nós temos uma boa música para cantar, então é melhor vencermos!”, anima-se. “Mesmo sabendo que o Brasil não é o favorito, para mim não importa. O melhor e mais bonito futebol na minha humilde opinião é do Brasil”.

O lançamento de Champs! antecede o show de lançamento do álbum Nada foi em vão, que celebra os 40 anos de carreira de Supla. O evento está marcado para o dia 5 de junho, às 21h, na Casa Rockambole, na zona oeste da capital paulista. Além das músicas novas, sons que marcaram a história de Supla estão no roteiro.

Foto: Paula Regina Smith / Divulgação

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E sai “Bring your love”, single que une Madonna e Sabrina Carpenter

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Madonna e Sabrina Carpenter soltaram nesta quinta (30) a inédita Bring your love, primeira parceria oficial entre as duas

Tem encontro de gerações no pop: Madonna e Sabrina Carpenter soltaram nesta quinta (30) a inédita Bring your love, primeira parceria oficial entre as duas. A faixa já está nas plataformas (com direito a visualizer no YouTube) e puxa a fila de Confessions II, novo álbum da Madonna, marcado para 3 de julho.

Com clima de pista, entre house e disco, a música gira em torno de autonomia e de não se abalar com julgamento alheio. No refrão, elas vão direto ao ponto: “Traga seu amor porque você não pode me abalar / Traga seu amor porque você nunca vai me destruir”.

A estreia de Bring your love ao vivo rolou no festival Coachella, em abril, durante o show da Sabrina, quando Madonna apareceu de surpresa no segundo fim de semana. As duas ainda encaixaram Vogue e Like a prayer, dois hits de Madonna, e Juno, hit de Sabrina, no set. Confessions II marca o primeiro disco de estúdio da Madonna em sete anos e retoma a parceria com Stuart Price, nome por trás de Confessions on a dance floor (2005). Antes, ela já tinha soltado o single I feel so free.

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