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Liam Gallagher: “Suede e Manic Street Preachers? Uma merda”

Conforme você leu aqui mesmo no Pop Fantasma, Suede e Manic Street Preachers, bandas que já haviam feito turnê juntas algumas vezes, vão pegar a estrada lado a lado novamente. Mas tem alguém que não está gostando nem um pouco disso. Liam Gallagher, do Oasis, escreveu no Xwitter que ambas as bandas são “uma merda”, “não têm atitude nem estilo” e “se vestem como corretores de imóveis”.
O rolo todo começou quando ele foi perguntado na rede social sobre sse tinha visto o anúncio da tour – engraçado que Liam já foi amigo dos Manics e fez alguns giros com eles ao longo da carreira. Liam respondeu: “que se fodam”, os fãs continuaram o assunto e ele emendou uma quinta marcha.
“Ambos são uma merda e não têm atitude, nem estilo nem charme”, explicou ele, chamando em seguida as duas bandas pro pau. “Vestem-se como corretores de imóveis e, se quiserem, que venham pra cima”.
Fuck them
— Liam Gallagher (@liamgallagher) April 26, 2026
Dress like estate agents and if they want bring it fucking on
— Liam Gallagher (@liamgallagher) April 26, 2026
Dress like estate agents and if they want bring it fucking on
— Liam Gallagher (@liamgallagher) April 26, 2026
O New Musical Express lembrou que os Manics foram a principal banda de apoio nos primeiros shows do Oasis como headliners em estádios, em Manchester, em 1996. O grupo também se juntou a eles em seus dois grandes shows no Balloch Castle Country Park e nos legendários shows em Knebworth, no final daquele ano. No mesmo 1996, James Dean Bradfield e companhia também participaram da turnê americana do Oasis, que foi abortada pelos Gallagher. E curiosamente, Liam chegou a pensar na hipótese dos Manics abrirem a turnê de retorno Live 25 em 2024 (segundo apuração do NME).
“Richard Ashcroft ou Manic Street Preachers como banda de abertura”, escreveu no Xwitter, chegando a asseverar: “Serão os Manic Street Preachers”. Durou pouco: logo depois ele escreveu: “Brincadeira, nunca zarpamos sem o único e inigualável RICARDO (escreveu assim mesmo), ele é nosso garoto desde o primeiro dia. Embarque, Rkid”. Um fã chegou a ousar perguntar sobre o Suede (olha!) e Liam foi categórico: “Não vai acontecer”, respondeu ele, acrescentando que o grupo era “muito arrogante, especialmente aquele vocalista (Brett Anderson)“.
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Tem edição expandida de “Rubber soul”, dos Beatles, vindo aí

Os Beatles vão relançar um de seus discos mais importantes. Rubber soul, clássico de 1965, ganha uma edição expandida no dia 2 de outubro, pela UMG e Apple Corps, trazendo novas mixagens em estéreo e Dolby Atmos assinadas por Giles Martin e Sam Okell, além de uma série de raridades inéditas.
O destaque da caixa é a inclusão de Little girl, demo caseira composta e gravada por John Lennon que permaneceu inédita por mais de 60 anos. A reedição também reúne gravações de estúdio nunca lançadas, demos domésticas e o compacto duplo Day tripper / We can work it out, lançado na mesma época do álbum.
A nova edição chega em diferentes formatos. A versão Standard reúne as 14 faixas originais do disco, enquanto a Deluxe amplia o repertório para 30 músicas. Já a edição em Blu-ray inclui 16 faixas e quatro vídeos.
Para os colecionadores, haverá ainda a Special Edition Super Deluxe, disponível em box com cinco LPs ou quatro CDs. O pacote reúne 68 faixas, incluindo a nova mixagem de Rubber Soul, dois discos de sessões e demos, a mixagem mono original, a versão americana lançada pela Capitol Records e o single em vinil de sete polegadas.
E como se não bastasse, o box também traz um livro de capa dura com 88 páginas, contendo uma nova introdução escrita por Paul McCartney e um prefácio montado a partir de declarações de John Lennon.
Gravado ao longo de quatro semanas entre outubro e novembro de 1965, logo após a histórica apresentação dos Beatles para mais de 55 mil pessoas no Shea Stadium, em Nova York, Rubber soul marcou uma virada artística da banda.
O álbum apresentou um grupo mais interessado em experimentações sonoras e letras introspectivas, abrindo caminho para a sequência criativa que culminaria em discos como Revolver (1966) e Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967). E é o disco que tem clássicos como Norwegian Wood (This bird has flown), Nowhere man, In my life e Michelle.
Foto: Apple Corps / Divulgação
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Baixista de Liniker e Maria Gadú, Ana Karina Sebastião lança primeiro single solo com feat de Rincon Sapiência

RESUMO: Ana Karina Sebastião estreia carreira solo com Vamo com calma, malandra, single com Rincon Sapiência que antecipa seu primeiro álbum autoral após anos como baixista de grandes artistas brasileiros.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Larissa Queiroz / Divulgação
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Depois de anos tocando baixo para artistas como Liniker, Chico César, Maria Gadú e Fresno, Ana Karina Sebastião finalmente assume o centro do palco. A musicista acaba de lançar Vamo com calma, malandra, seu primeiro single como cantora e compositora, em parceria com Rincon Sapiência. A faixa chega acompanhada de um clipe dirigido por Larissa Queiroz.
O lançamento abre caminho para o primeiro álbum solo de Ana Karina, um projeto que começou como um disco instrumental e acabou se transformando quando ela decidiu também interpretar as próprias composições. O resultado é um trabalho que reúne suas diferentes facetas como baixista, produtora, compositora e agora também cantora.
“Durante muitos anos, tive o privilégio de contar histórias através da música de outros artistas. Agora, pela primeira vez, estou convidando as pessoas a entrarem no meu universo”, afirma a artista. Ela ressalta que o projeto não representa um afastamento das colaborações que marcaram sua carreira, mas a criação de um espaço para desenvolver sua própria narrativa.
A inspiração para Vamo com calma, malandra surgiu em um período de ansiedade. Segundo Ana Karina, ela acordou com o refrão inteiro na cabeça, e a música acabou se tornando uma reflexão sobre desacelerar, confiar nos próprios processos e seguir acreditando. A participação de Rincon Sapiência amplia essa mensagem reforçando a ideia de fé e perseverança.
Musicalmente, a faixa mistura uma base percussiva de matriz afro com linhas de baixo marcantes, teclados contemporâneos e uma produção que conecta tradição e modernidade. O clipe acompanha essa proposta ao celebrar beleza, elegância e pertencimento, reunindo uma equipe formada majoritariamente por mulheres nas áreas de direção, figurino, maquiagem e criação.
E a música nova é o primeiro capítulo de um álbum que promete apresentar, pela primeira vez, o universo criativo de Ana Karina Sebastião sem intermediários.
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Raidol revisita seu EP mais confessional em live session acústica

RESUMO: Raidol lança o EP Todas as mensagens que nunca te enviei (Acústico), com versões acústicas das quatro faixas do disco de 2026, destacando letras autobiográficas, voz, violão e uma live session inédita.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação/ONErpm
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A cantora trans amazônida Raidol está revisitando um de seus trabalhos mais confessionais. Ela lançou Todas as mensagens que nunca te enviei (Acústico), EP que reduz o repertório do lançamento original de estúdio de 2026 ao essencial: voz, violão e canções que ganham um peso emocional ainda maior quando despidas dos arranjos originais.
As quatro faixas voltam em versões acústicas que destacam as letras inspiradas em experiências reais da artista. O EP acompanha diferentes fases de um relacionamento — da paixão inicial ao desgaste, passando por despedidas e pela reconstrução da autoestima — transformando mensagens nunca enviadas e conversas interrompidas em canções de forte carga autobiográfica.
(nós resenhamos o EP de estúdio aqui)
O lançamento chega acompanhado de uma live session gravada nos estúdios da ONErpm, em São Paulo. O vídeo reúne interpretações das músicas do EP e ainda uma versão acústica de Outra vez, faixa indicada ao Prêmio Multishow de 2024 na categoria Brega do Ano. Raidol divide o palco com a violonista Melina Forô, em apresentações que enfatizam a interpretação e a proximidade entre as duas musicistas.
A sessão foi dirigida e produzida por Natalia Mecatti, com fotografia de Stephanie Lima e Davilym Dourado. Stephanie Lima também assina a edição, enquanto Judaz Mallet ficou responsável pela gravação, mixagem e masterização. A proposta é simples: transformar o estúdio em um ambiente íntimo, privilegiando a performance ao vivo e a vulnerabilidade das canções.
“Depois de cantar no The Town, eu me vi longe de casa, atravessando uma cidade nova e um novo momento da minha carreira. Foi nesse contexto que gravei, nos estúdios da ONErpm, quatro releituras acústicas de canções que marcaram minha trajetória recente. Sem os adornos da produção original, elas revelam suas cicatrizes, seus silêncios e sua delicadeza. Esse projeto é sobre escutar o que permanece quando tudo o resto se cala”, comenta Raidol.
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