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Duran Duran mostra single novo na TV com Nile Rodgers na guitarra

Quem passou pelo programa Jimmy Kimmel Live! na noite de quarta (29) foi ninguém menos que o Duran Duran, e em ótima companhia. A banda mostrou seu novo single Free to love, que é o primeiro material do grupo lançado em 2026 – e com Nile Rodgers (Chic, ex-produtor de Madonna e David Bowie) na guitarra.
A música, lançada há pouco, foi chamada pelo tedcladista Nick Rhodes no release de “um chamado a todas as pessoas que querem que a paz, a esperança e a compreensão prevaleçam” e de um “hino à liberdade”. Ela é a mais nova colaboração de Rodgers com a banda – ele começou a colaborar com o DD ao remixar em 1984 o hit The reflex, a primeira música da banda a chegar ao topo da Billboard Hot 100.
Após Jimmy mostrar um precioso compacto de vinil com a faixa (ficou com inveja? eu fiquei), banda, vocalistas convidadas e Nile Rodgers se posicionaram no palco para mostrar aquela que é uma verdadeira adesão do Duran Duran ao resgate da disco music – e por tabela, uma adesão do grupo à sua própria história, já que Free to love se relaciona com a era de discos como Seven and the ragged tiger (1983). E o clima de “livre pra amar” foi turbinado pelo cenário, repleto de arco-íris e de figuras de unicórnios.
Quando Free to love chegou às plataformas (e às lojas, lá fora…), o release trazia Nick Rhodes aproveitando também para homenagear o velho parceiro Nile Rodgers. “Sempre que a gente conecta os equipamentos e toca com o Nile, a eletricidade que ele gera poderia iluminar uma cidade inteira. Compartilhamos a crença de que a música é uma força para o bem e algo que traz energia positiva ao mundo”, contou.
Já Nile acrescentou que “meu amor pelo Duran Duran e pelo que nossa música juntos sempre representou é o amor que compartilhamos pelos significados mais profundos das nossas canções. Seja qual for o caos lá fora, dentro do estúdio estamos livres para amar a nossa paz”. A banda também lançou um clipe da música, dirigido por Jonas Åkerlund e estrelado pela apresentadora e personalidade britânica Clara Amfo, e cujo cenário lembra um programa de TV dos anos 1970, daqueles repletos de hits da disco, com dançarinas, luminosos de marcas, etc.
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Tangolo Mangos fala de mudanças e de pertencimento no single “Dominó”

A banda Tangolo Mangos reaparece com Dominó, faixa nova que inaugura a nova fase – do álbum Pedágios y caronas, com dez faixas inéditas e previsto para maio. A faixa, escrita e cantada por Bruno “Neca” Fechine, nasce de um deslocamento pessoal: a mudança de Salvador para São Paulo. “Eu já não sabia mais do dia a dia em Salvador, mas ainda não me sentia pertencente aqui. É uma zona cinza, onde você não se sente mais de um lugar, mas também não é do outro”, diz o autor. A letra usa o dominó como metáfora – seja no jogo de olhares, no flerte ou na confiança entre parceiros.
A música nova vem da experiência de Neca com seus amigos durante essa transição – e fala de pertencimento construído no caminho, no erro compartilhado e na parceria, sempre com memórias simples e orientando o seguir em frente. “Eu joguei muito com meu amigo ao me mudar para São Paulo, e me faz pensar na amizade, em não se levar pela ganância de sua própria mão, de se lembrar que o erro é comum se estamos juntos para reconhecer”, recorda Bruno.
Dominó ainda traz citação de Falando nisso, faixa solo de Valentim Frateschi, integrante da banda Os Fonsecas – e lançada por ele no álbum Estreito. A música foi tratada como referência melódica durante o processo de composição e acabou ficando na versão final. “Por mais que não pareça tanto, aconteceu esse intercâmbio de intenção. A melodia foi ficando, das demos até a hora da gravação e já não tinha mais como não usar”, pontua Bruno.
Detalhe que quem tem ido aos shows do grupo já tem podido curtir ao vivo não apenas Dominó como algumas outras novas. “É sempre interessante ver a reação da plateia ao ver Neca saindo do kit de percussão e assumindo o vocal. Talvez por seu carisma, a canção parece já ter se tornado muito querida pelo público”, comenta Felipe Vaqueiro, um dos vocalistas e compositores do grupo.
Falando nos shows, o Tangolo Mangos promete que o próximo disco vai se aproximar bastante do que é a banda no palco, com mais peso e crueza. A banda já costuma chamar seu som de “camaleônico”, pela proximidade entre rock e referências brasileiras, especificamente nordestinas – e agora essa estética retorna com guitarras mais diretas, como eles adiantam. Pedágios y caronas sai pela Deck.
Foto: Giovanna Castellari / Divulgação
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Pós-emo caipira do O Império Contra-Ataca! em novo lançamento

Existem estilos como pós-punk, post rock, pós-hardcore e… agora tem o pós-emo caipira. Pelo menos essa é a definição que a banda paulista O Império Contra-Ataca! dá para seu som no single duplo Medo de ficar tudo bem, que chega às plataformas pelas mãos da Vintesete Records. Tido como um micro-EP pela banda, o disco traz Me diz que vai ficar tudo bem e Medo de ficar de fora, duas músicas que o grupo enxerga como “as ansiedades de uma geração dividida entre a vontade de viver intensamente e o peso das próprias escolhas”.
Por acaso, são duas músicas bem diferentes uma da outra: a primeira, curtinha, relaciona-se com o som de bandas como Polara e Againe, e tem tanto peso quanto ritmos quebrados, numa onda meio punk, meio pós-hardcore – e é uma faixa que fala basicamente daqueles momentos em que a gente quer ter algum tipo de segurança, mesmo que a outra pessoa não tenha como garantir nada.
Medo de ficar de fora, que dura cinco minutos, foi apelidada pela banda de FOMO (o “fear of missing out”), e tem um som bem relacionado ao indie rock anos 2000: Strokes, Arctic Monkeys… Tem algo bem forte de Weezer na base de guitarra e nos vocais também.
Uma novidade trazida pela banda no single novo é a voz do guitarrista Breno Baug, à frente do Império pela primeira vez em Me diz que vai ficar tudo bem (Joabe solta a voz na segunda música). Dois integrantes de grupos novos ligados ao emo cuidam das duas faixas: a produção e a mixagem são assinadas por Pedro Guerreiro (Chococorn and the Sugarcanes), enquanto a masterização ficou a cargo de Pedro Acosta (Bella e o Olmo da Bruxa).
Foto: Miau Cultural / Divulgação
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Liam Gallagher: “Suede e Manic Street Preachers? Uma merda”

Conforme você leu aqui mesmo no Pop Fantasma, Suede e Manic Street Preachers, bandas que já haviam feito turnê juntas algumas vezes, vão pegar a estrada lado a lado novamente. Mas tem alguém que não está gostando nem um pouco disso. Liam Gallagher, do Oasis, escreveu no Xwitter que ambas as bandas são “uma merda”, “não têm atitude nem estilo” e “se vestem como corretores de imóveis”.
O rolo todo começou quando ele foi perguntado na rede social sobre sse tinha visto o anúncio da tour – engraçado que Liam já foi amigo dos Manics e fez alguns giros com eles ao longo da carreira. Liam respondeu: “que se fodam”, os fãs continuaram o assunto e ele emendou uma quinta marcha.
“Ambos são uma merda e não têm atitude, nem estilo nem charme”, explicou ele, chamando em seguida as duas bandas pro pau. “Vestem-se como corretores de imóveis e, se quiserem, que venham pra cima”.
Fuck them
— Liam Gallagher (@liamgallagher) April 26, 2026
Dress like estate agents and if they want bring it fucking on
— Liam Gallagher (@liamgallagher) April 26, 2026
Dress like estate agents and if they want bring it fucking on
— Liam Gallagher (@liamgallagher) April 26, 2026
O New Musical Express lembrou que os Manics foram a principal banda de apoio nos primeiros shows do Oasis como headliners em estádios, em Manchester, em 1996. O grupo também se juntou a eles em seus dois grandes shows no Balloch Castle Country Park e nos legendários shows em Knebworth, no final daquele ano. No mesmo 1996, James Dean Bradfield e companhia também participaram da turnê americana do Oasis, que foi abortada pelos Gallagher. E curiosamente, Liam chegou a pensar na hipótese dos Manics abrirem a turnê de retorno Live 25 em 2024 (segundo apuração do NME).
“Richard Ashcroft ou Manic Street Preachers como banda de abertura”, escreveu no Xwitter, chegando a asseverar: “Serão os Manic Street Preachers”. Durou pouco: logo depois ele escreveu: “Brincadeira, nunca zarpamos sem o único e inigualável RICARDO (escreveu assim mesmo), ele é nosso garoto desde o primeiro dia. Embarque, Rkid”. Um fã chegou a ousar perguntar sobre o Suede (olha!) e Liam foi categórico: “Não vai acontecer”, respondeu ele, acrescentando que o grupo era “muito arrogante, especialmente aquele vocalista (Brett Anderson)“.







































