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Jovem Dionisio tem novidades, Afghan Whigs também, e Varanda tenta arrumar nova vocalista em clipe (!)

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Jovem Dionisio (Foto: Fernando Mendes / Divulgação)

A banda curitibana Jovem Dionisio (vista aí em cima em foto de Fernando Mendes) vai soltando as peças do quebra-cabeça antes do disco inteiro aparecer. Depois do single Melhor resposta, chegam agora duas novas faixas de Migalhas, o proximo álbum: Faz tanto tempo e Saídas, lançadas no dia 18 e já dando uma ideia mais clara do caminho do álbum – previsto para 1º de abril.

Se você faz parte da turma que só conhece o hit Acorda Pedrinho, vai se surpreender muito com a beleza e o clima introspectivo das novas músicas: Faz tanto tempo vai aos poucos e tem cordas que puxam um clima mais emotivo, além de surpresinhas escondidas na melodia.

Saídas tem outro pique e tem linhas vocais que sugerem algo de trap e funk – mas tudo misturado com uma melodia que lembra bossa nova e soul. Essa música inclusive ganhou uma versão ao vivo no YouTube, em clima bem mais despojado que na gravação de estúdio.

Um outro detalhe sobre o álbum que está vindo aí é que Bernardo Pasquali (voz), Rafael Dunajski Mendes “Fufa” (guitarra), Gustavo Karam “Karam” (baixo), Bernardo Hey “Ber Hey” (teclado) e Gabriel Dunajski Mendes “Mendão” (bateria) aproveitaram o lançamento do single duplo para revelar a capa de Migalhas (veja abaixo).

E amanhã, sexta, dia 20, a banda faz um show gratuito às 20h na Rua XV (vinte, enfim), em Curitiba, em frente ao Palácio Avenida, já divulgando o álbum. Uma surpresa para os fãs que o grupo conquistou em sua terra natal.

Capa do disco Migalhas, da banda Jovem Dionisio

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Pulando do alt pop nacional para o indie rock clássico dos Estados Unidos: Afghan Whigs voltaram nesta quinta (19) com sua primeira música autoral inédita em quatro anos. Desde o disco How do you burn, de 2022, não saía nada realmente novo deles, embora Greg Dulli e seus camaradas tenham lançado em dezembro um single com covers do Poliça (Fake like) e do Still Corners (Downtown).

A música nova é House of I, mixada e produzida por Dulli ao lado de Christopher Thorn em Nova Orleans e Joshua Tree. “Estávamos procurando por uma música animada e sentimos que encontramos aqui”, conta o músico. House of I é sim, uma música alegre – mas antes de tudo é um som pesado e grudento, que deve tanto a Joy Division quanto a Rolling Stones.

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E a poucos dias de tocar no Lollapalooza Brasil (sobem ao palco montado no Autódromo de Interlagos no sábado), a banda mineira Varanda lança o clipe da faixa Não me – uma das músicas lançadas no EP Rebarba, do ano passado. Perto de “um show muito importante” (como a banda costumava brincar nas redes sociais), o Varanda fez ontem uma nota oficial em seu instagram para avisar que… hoje ao meio-dia faria uma nota oficial (!) sobre o futuro do grupo.

A tal nota é o lançamento do clipe de Não me, que traz a banda escolhendo uma vocalista para o lugar da titular Amélia do Carmo – e a música-teste é a ótima valsa-blues lançada pelo grupo no EP. A própria Amélia (que por acaso dirigiu o clipe) participa do teste, disfarçada, o que rende umas risadas. Veja tudo aí e divirta-se.

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Julie Neff adianta no Bandcamp “Trapped”, música sobre as dores da endometriose e da adenomiose

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Julie Neff adianta no Bandcamp “Trapped”, música sobre as dores da endometriose e da adenomiose (Foto: Josh Kirshner / Divulgação)

Trapped, música nova da cantora canadense Julie Neff, antecipa seu álbum fine., produzido pela brasileira Cris Botarelli (Far From Alaska, Ego Kill Talent). E vai chegar a todas as plataformas junto com o clipe no dia 8 de maio – mas já pode ser ouvida no Bandcamp de Julie.

Com um clima bem intenso e alt-pop, a faixa aborda a experiência da cantora com a endometriose e a adenomiose, doenças crônicas (sem cura, enfim) com as quais convive há mais de 15 anos. A palavra “trapped” (presa, encurralada), inclusive, diz respeito a como ela se sente em vários momentos por causa dessas enfermidades.

“Essa música é sobre se sentir traída pelo próprio corpo, sobre estar presa em um mundo interno cheio de sonhos e aspirações, mas dentro de um corpo que não coopera”, conta a artista que, enfrenta dor intensa, inflamação e uma série de outros problemas de saúde que vêm junto das duas condições.

Trapped, não por acaso, surgiu em um momento em que as atividades mais simples podiam desencadear dias de recuperação. Julie passava por um ponto crítico da endometriose e da adenomiose.

“Se eu me esforçasse um pouco, acabava doente na cama por uma semana. Eu estava desesperada para viver a vida que imaginava, para não decepcionar as pessoas por estar ausente e, no fim, para me sentir viva”, diz.

Cinco anos após escrever a faixa, as coisas estão mais OK para Julie e ela está conseguindo retomar parte de seus projetos. Ainda convive com a dor, mas voltou a se movimentar.

“Ainda preciso planejar minha vida em torno dos meus níveis de energia, mas sou grata por esses momentos em que consigo fazer o trabalho que sinto que devo fazer”, afirma. O próprio clipe da música tem a ver com esses retornos e recuperações – mas sobre isso, a gente fala no lançamento do vídeo 🙂 .

Foto: Josh Kirshner / Divulgação

 

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Supla entra em clima de Copa do Mundo com o punk rock “Champs!”

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Supla e Os Punks de Boutique // Foto: Paula Regina Smith

“Eu amo futebol. E acredito na positividade! Então resolvi lançar uma música positiva”, explica Supla, que soltou nesta sexta o single Champs!, inspirado no clima da maior competição do futebol mundial, e mais próximo das referências do punk que ele sempre teve.

A música tem participação de Bernard Rhodes, ex-empresário do The Clash, que abre tudo com uma introdução em inglês carregada no sotaque britânico. Depois entra uma levada hardcore, que Supla desenvolveu com sua banda Os Punks de Boutique, incorporando ainda uma onda que ele chama de “bossa furiosa”. “Nós temos uma boa música para cantar, então é melhor vencermos!”, anima-se. “Mesmo sabendo que o Brasil não é o favorito, para mim não importa. O melhor e mais bonito futebol na minha humilde opinião é do Brasil”.

O lançamento de Champs! antecede o show de lançamento do álbum Nada foi em vão, que celebra os 40 anos de carreira de Supla. O evento está marcado para o dia 5 de junho, às 21h, na Casa Rockambole, na zona oeste da capital paulista. Além das músicas novas, sons que marcaram a história de Supla estão no roteiro.

Foto: Paula Regina Smith / Divulgação

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E sai “Bring your love”, single que une Madonna e Sabrina Carpenter

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Madonna e Sabrina Carpenter soltaram nesta quinta (30) a inédita Bring your love, primeira parceria oficial entre as duas

Tem encontro de gerações no pop: Madonna e Sabrina Carpenter soltaram nesta quinta (30) a inédita Bring your love, primeira parceria oficial entre as duas. A faixa já está nas plataformas (com direito a visualizer no YouTube) e puxa a fila de Confessions II, novo álbum da Madonna, marcado para 3 de julho.

Com clima de pista, entre house e disco, a música gira em torno de autonomia e de não se abalar com julgamento alheio. No refrão, elas vão direto ao ponto: “Traga seu amor porque você não pode me abalar / Traga seu amor porque você nunca vai me destruir”.

A estreia de Bring your love ao vivo rolou no festival Coachella, em abril, durante o show da Sabrina, quando Madonna apareceu de surpresa no segundo fim de semana. As duas ainda encaixaram Vogue e Like a prayer, dois hits de Madonna, e Juno, hit de Sabrina, no set. Confessions II marca o primeiro disco de estúdio da Madonna em sete anos e retoma a parceria com Stuart Price, nome por trás de Confessions on a dance floor (2005). Antes, ela já tinha soltado o single I feel so free.

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