Connect with us

Cultura Pop

Saiu um clipe (oficial) de “The passenger”, do Iggy Pop

Published

on

Saiu um clipe (oficial) de "The passenger", do Iggy Pop

A carreira de Iggy Pop é cheia de histórias bizarras e coincidências infelizes. Uma delas: The passenger, um de seus maiores hits, não tinha um clipe. Aliás, quando foi lançada, sequer foi lembrada pela gravadora RCA para ser lado A de single – acabou relegada ao lado B do único single do disco Lust for life (1977), The success.

Só mesmo em março de 1998, alguém lembrou de lançar a música como single, isso porque a canção já estava seguindo sua trilha de hit paralelo de Iggy e tinha aparecido num comercial do carro Toyota Avensis.

Bom, agora isso acabou, porque nesta quinta (9) saiu, finalmente, um primeiro clipe de The passenger – canção, por sinal, escrita por Iggy e pelo guitarrista Ricky Gardiner. No vídeo, dirigido por Simon Taylor, imagens noturnas de autoestradas misturam-se a fotos de Iggy no anos 1970, e à letra da canção.

A letra de The passenger, por sinal, foi escrita por Iggy quando morava em Berlim ao lado do parceiro David Bowie, e fala bem sobre seu próprio espírito nômade. Recentemente, em entrevista ao The Guardian, Iggy revelou que tem uma coleção de cadeiras, e contou sobre o fato de ter ficado sem lar a maior parte de sua vida (em vários momentos, o roqueiro aboletou-se em casas de amigos, namoradas, colegas ou de quem lhe desse abrigo). “A música era parcialmente sobre o fato de eu estar andando pela América do Norte e Europa no carro de David ad infinitum. Eu não tinha carteira de motorista ou veículo”, recordou.

Pega o clipe aí.

Em tempo: o clipe é excelente mas nada vai superar essa versão de The passenger para o jogo Lego Rock Band, com um Iggy Pop de lego nos vocais.

Via Post-Punk

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Published

on

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Published

on

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading

Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Published

on

Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

Continue Reading
Advertisement
Capa do disco Queen II
Lançamentos2 semanas ago

Radar: Queen, Jacob The Horse, Moon Construction Kit, Laptop, Dead Air Network, The Legal Matters

Os discos nota 10 de 2025 (até agora...)
Crítica2 semanas ago

Os discos nota 10 de 2025 (até agora…)

From the pyre aposta no glam-barroco performático do The Last Dinner Party, com ótimos momentos, mas perde equilíbrio e força na segunda metade.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: The Last Dinner Party – “From the Pyre”

Portal, do Balu Brigada, mistura rock, synthpop, house e punk em estreia festeira, certeira na maioria das faixas, sobre dúvidas amorosas.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Balu Brigada – “Portal”

Em A very Laufey holiday, Laufey transforma canções natalinas em jazz orquestral elegante, com clima de Hollywood clássico e arranjos mágicos entre nostalgia e sofisticação.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Laufey – “A very Laufey holiday” (Santa Claus is coming to town edition)

Emicida revisita raízes com dois discos inspirados nos Racionais, misturando histórias pessoais e interpolações em faixas experimentais, íntimas e contestadoras.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Emicida – “Emicida Racional VL.3: As aventuras de DJ Relíquia e LRX” (mixtape) / “Emicida Racional VL.2: Mesmas cores e mesmos valores”

Nigéria Futebol Clube mistura noise e no-wave para confrontar o rock, narrar histórias de negritude e de raiva urbana em dois discos radicais e políticos.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Nigéria Futebol Clube – “Entre quatro paredes” / “Hamas” (ao vivo)

Instrumental pesado da Dinamarca, o Town Portal mistura prog, jazz-math-rock e grunge 90s, buscando beleza melódica em riffs densos e climas variados.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Town Portal – “Grindwork”

RosGos mistura folk espacial e rock 90s num disco gravado em 5 dias, ao vivo. Clima viajante, tenso e dolorido, entre Brian Eno e Elliott Smith.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: RosGos – “In this noise”

Foto (Ebony): Emna Cost / Divulgação
Lançamentos2 semanas ago

Radar: Ebony, Marina Sena e Psirico, Tenório, Favourite Dealer, SantiYaguo, Zé Manoel

Fermentação marca fase quase solo de Bebel Nogueira no Bel Medula: piano minimalista, poesia em foco e experimentações que cruzam jazz, MPB e ritmos brasileiros.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Bel Medula – “Fermentação”

Vamossive, de Posada, mistura folk nordestino, baião-rock e psicodelia afro-latina, com clima sonhador e percussão tranquila que soa como convite.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Posada – “Vamossive”

Como duo, o francês Pamplemousse mistura stoner, punk, grunge, psicodelia e vários experimentos sonoros em Porcelain.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Pamplemousse – “Porcelain”

Em Factory reset, Retail Drugs faz eletropunk ruidoso com baixo distorcido e ironia ácida sobre trabalho, redes sociais e a vida real.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Retail Drugs – “Factory reset”

Em Novo testamento, Ajuliacosta faz um manifesto em rap e r&b: existencial, direto e vingativo, criticando machismo, mercado, fama e relações.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Ajuliacosta – “Novo testamento”

Sea change, segundo disco do Lovepet Horror, mistura pós-punk, dream pop e ecos 80s em clima imersivo, dançante e sombrio, com guitarras ecoadas.
Crítica2 semanas ago

Ouvimos: Lovepet Horror – “Sea change”

Cultura Pop3 semanas ago

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Após seis anos, Of Monsters And Men volta com um disco indie folk mais real e celestial, que fala de saúde mental, amor em desgaste e franqueza emocional.
Crítica3 semanas ago

Ouvimos: Of Monsters And Men – “All is love and pain in the mouse parade”