Cultura Pop
Black Francis (Pixies): “Virei o Nirvana Jr, agora?”

Sem Pixies, não adianta nem discutir, não haveria o som do Nirvana em discos como Nevermind (1991). Aliás, não haveria Green Day, não haveria o feliz retorno do ex-Hüsker Dü Bob Mould como líder do Sugar, não haveria boa parte do rock alternativo dos anos 1990, etc.
O lance é que Frank Black(ou Black Francis, enfim), cantor dos Pixies, numa época aí, cansou-se seriamente de ter que responder toda hora sobre as influências dele no som do trio liderado por Kurt Cobain. Aliás, chegou a ser bastante sincero sobre esse assunto num papo com a Kerrang!, um tempo atrás.
“Em algum ponto, comecei a me ressentir um pouco também”, disse. “Especialmente quando era perguntado sobre isso, porque eu sabia que eles eram famosos e tinham alguns discos de muito sucesso. Mas quando me perguntavam várias vezes sobre o Nirvana, eu pensava: ‘Onde eu entro nisso? Eu sou o Nirvana Jr? Estou sendo validado porque algum outro cara mencionou meu nome? ‘. Enfim, foda-se. Não posso fazer nada a respeito”.
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O cantor também declarou que esse lance de Pixies-influenciou-Nirvana era uma informação bem estranha: se ele ficasse falando sobre isso, corria o risco de parecer um idiota pomposo, mas também poderia soar como um odiador do grupo caso evitasse falar. Aliás, Francis faz questão de falar que a dualidade silêncio-barulho não foi uma criação dos Pixies e vem da escola pós-punk oitentista (de fato, o Hüsker Dü já investia nisso anos antes do Nirvana, bem como o Killing Joke e, às vezes, o Wire).
“Nós não inventamos uma dinâmica barulhenta-silenciosa. Tem dinâmica em todos os tipos de música. Eu ouvia Sisters Of Mercy na discoteca e tinha muita dinâmica naqueles versos abertos com apenas um baixo, um bumbo e uma caixa. Daí tinha algo maior na música que erguia o som. Muitas bandas tinham uma dinâmica como essa, que pegamos de outras bandas”, revela.
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Aproveite e pegue aí a berraria de Tame, uma das canções dos Pixies cuja influência mais pode ser ouvida no som de Nevermind.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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