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Cultura Pop

Tem playlist do POP FANTASMA: Música Popular Perturbadora

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Não sei se todo mundo que frequenta o POP FANTASMA já percebeu, mas tem uma playlist do site aí do lado, à direita (se você entra por aqui apenas usando o celular, provavelmente não deve ter visto). Música popular perturbadora, como o próprio nome já diz, foca apenas em música feita para NÃO tocar no rádio. Não tem só nomes do underground e gente focada apenas em trabalhos experimentais, não. Tem até Madonna, que já vendeu bilhões de discos e é mainstream desde sempre, com uma de suas faixas mais esquisitas, a oração Act of contrition (da qual já falamos aqui).

Yoko Ono aparece na playlist com um dos momentos menos anti-comerciais de seu primeiro disco solo, Yoko Ono/Plastic Ono Band (1970), Why. A música tem John Lennon na guitarra, Klaus Woorman no baixo e Ringo Starr na bateria e ainda é uma das canções mais no formato “rock” do disco.

https://www.youtube.com/watch?v=DCb0TsSIqI0

Se estiver a fim de passar a noite sem dormir, pega aí o tema principal do filme O bebê de Rosemary, escrito pelo polonês Krzysztof Komeda, morto em 1969.

Diamond dogs, disco de 1974 de David Bowie, tem umas músicas que dão aquela perturbação básica que a insônia precisa para se instalar de noite. Pega aí Big Brother.

Tá aí a música que você precisava para deixar os vizinhos crentes de que está acontecendo algo muito errado na sua casa. Se teu objetivo é esse, pode botar The gift, do Velvet Underground, no último volume. A letra, recitada com sotaque galês pelo baixista John Cale, fala sobre um coitado que resolve se enviar de presente para a namorada num pacote e acaba se dando muito mal.

O Satanique Samba Trio, que recentemente apareceu no POP FANTASMA APRESENTA, está na playlist com Canção para atrair má sorte.

Pega logo a playlist toda aí. 🙂

Tem conteúdo extra desta e de outras matérias do POP FANTASMA em nosso Instagram.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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