Muito tempo antes de aceitar o cargo de ministra da Cultura do atual governo federal – e alguns anos após participar do aterrorizante especial de TV Dibuk, o demônio – Regina Duarte foi um dos rostos conhecidos que apareceram no videomanual do videocassete Sharp (!).

Quando Regina Duarte gravou videomanual de instruções do videocassete Sharp
Tecnologia, inovação e saliência na sua TV

A empresa, no auge da fabricação de vídeocassetes – e quando o produto ainda estava tentando se popularizar de verdade – vendia o aparelho com um manual em vídeo. A ideia da fitinha era fazer propaganda de como a Sharp, uma empresa japonesa que existia em terras brasileiras desde 1965, já estava enorme por aqui e “dominava todos os processos de produção, da difusão à montagem final”.

Depois aparecia ninguém menos que Ivan Lins apresentando a parte “artística” do manual, e introduzindo Regina Duarte na história. Regina avisa que vai “fazer uma primeira leitura” do videocassete, como quando ela faz “a primeira leitura de uma peça” e apresenta as funções básicas do aparelho. Põe uma fita no aparelho e mostra trechos da minissérie Joana, série de TV da Manchete (exibida em 1984) na qual Regina fazia uma jornalista investigativa.

Depois disso, a bola é passada para os outros convidados: o Capitão William (da chamada “geração de prata” do vôlei brasileiro) e ninguém menos que Simony (então criança) e o monstrengo Fofão. Divirta-se aí.

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