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Slayer volta ao Brasil para tocar “Reign in blood” na íntegra em São Paulo

O Slayer anunciou um show único no Brasil em 17 de dezembro de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo. A apresentação faz parte das comemorações de 40 anos de Reign in blood, disco de 1986 que será executado na íntegra pela banda.
Segundo a produção, essa será a única apresentação brasileira do repertório especial. Em festivais e outras datas da turnê, o grupo deve tocar sets diferentes. A banda alemã Kreator e a brasileira Korzus, ambas potências do thrash, são as convidadas especiais.
Os ingressos entram em pré-venda para clientes Itaú na segunda-feira (1º de junho). A venda geral começa em 3 de junho, às 11h, pelo site da Livepass.
Em janeiro de 2018, o Slayer anunciou que encerraria suas atividades e realizaria uma última turnê mundial para agradecer aos fãs pelo apoio ao longo dos anos. Em 2024, a banda surpreendeu os fãs ao anunciar que voltaria aos palcos para apresentações selecionadas.
O guitarrista Jeff Hanneman, membro fundador do Slayer, faleceu em 2013, e desde então Gary Holt, guitarrista do Exodus, assumiu seu posto. Paul Bostaph, baterista do Slayer entre 1994 e 2001, retornou à formação ao lado do baixista e vocalista Tom Araya e do guitarrista Kerry King.
Sobre Reing in blood, ele é o terceiro disco de estúdio do Slayer e saiu originalmente em 20 de outubro de 1986. oi o primeiro álbum do Slayer a ser lançado pela Def Jam e o primeiro a ser produzido por Rick Rubin. Acabou chamando a atenção do mainstream do metal e pôs o Slayer ao lado de outras bandas definidoras do thrash (Metallica, Megadeth e Anthrax, que com eles formam o Big 4 do estilo).
SERVIÇO – SLAYER SÃO PAULO
Data: 17/12/2026 (quinta-feira)
Local: Allianz Parque
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo – SP
Abertura dos Portões: 17h
Korzus: 19h
Kreator: 19h50
Slayer: 21h05
Classificação Etária: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados pais/responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.
Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada.
A Livepass não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais.
Pré-venda (*):
Pré-venda clientes Itaú Personnalité e Private começa: Segunda-feira, 1 de junho de 2026 às 10h
Pré-venda clientes Itaú Personnalité e Private termina: Terça-feira, 2 de junho de 2026 às 09h59
Pré-venda para todos os clientes Itaú começa Terça-feira, 2 de junho de 2026 às 10h
Pré-venda para todos os clientes Itaú termina: Quarta-feira, 3 de junho de 2026 às 09h59
*Os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados.
Venda para o Público Geral: Quarta-feira, 3 de junho de 2026 às 11:00h no site, e as 12h na bilheteria.
SETORES E PREÇOS (*)
Pista Premium – R$890,00 (inteira) / R$445,00 (meia-entrada) / R$623,00 (cliente Itaú)
Pista – R$490,00 (inteira) / R$245,00 (meia-entrada) / R$343,00 (cliente Itaú)
Cadeira Nível 1 Lateral – R$650,00 (inteira) / R$325,00 (meia-entrada) / R$455,00 (cliente Itaú)
Cadeira Nível 1 Central – R$600,00 (inteira) / R$300,00 (meia-entrada) / R$420,00 (cliente Itaú)
Cadeira Superior – R$360,00 (inteira) / R$180,00 (meia-entrada) / R$252,00 (cliente Itaú)
(*) Sujeito à disponibilidade.
PACOTES VIP
VIP 1A – “YOU AGAINST YOU” SUPERFAN PACKAGE
Pista Premium (inteira) – R$2.038,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
Pista Premium (meia-entrada) – R$1.593,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
Pista Premium (cliente Itaú) – R$1.771,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
1 ingresso para pista premium (em pé, sem lugar marcado) com entrada antecipada.
Um item exclusivo de merchandising VIP do Slayer
Um crachá VIP comemorativo com cordão
Acesso a um posto oficial de merchandising antes da abertura dos portões ao público geral
Benefícios exclusivos no local: check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária para entrada no venue antes da abertura dos portões
VIP 1B – “YOU AGAINST YOU” SUPERFAN PACKAGE
Cadeira Nível 1 Lateral (inteira) – R$1.798,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
Cadeira Nível 1 Lateral (meia-entrada) – R$1.473,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
Cadeira Nível 1 Lateral (cliente Itaú) – R$1.603,94 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
1 ingresso de Cadeira Nível 1 Lateral (lugar marcado) com entrada antecipada.
Um item exclusivo de merchandising VIP do Slayer
Um crachá VIP comemorativo com cordão
Acesso a um posto oficial de merchandising antes da abertura dos portões ao público geral
Benefícios exclusivos no local: check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária para entrada no venue antes da abertura dos portões
VIP 2 – “POSTMORTEM” ROCKSTAR FOR A DAY EXPERIENCE
Pista Premium (inteira) – R$3.844,41 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
Pista Premium (meia-entrada) – R$3.399,41 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
Pista Premium (cliente Itaú) – R$3.577,41 (valor inclui ingresso + benefícios VIP)
Acesso a uma plataforma privativa, localizada na frente das torres de delay.
Acesso ao setor de pista premium
Tour em grupo pelas áreas de produção, incluindo uma oportunidade individual de tirar foto no palco
Um pôster autografado, de edição limitada da turnê do Slayer*
Um item exclusivo de merchandising VIP do Slayer
Um crachá VIP comemorativo com cordão
Acesso a um posto oficial de merchandising antes da abertura dos portões ao público geral
Benefícios exclusivos no local: check-in VIP, atendimento personalizado e fila prioritária para entrada no venue antes da abertura dos portões
*O item é previamente autografado.
(*) Sujeito à disponibilidade.
Nos setores Cadeira Nível 1 Lateral e Cadeira Nível 1 Central, os lugares são marcados. Isso significa que você terá direito ao assento exato informado no seu ingresso (fila e número), e deverá ocupar somente esse lugar durante o evento.
Condições de parcelamento:
Clientes Itaú podem parcelar em até 3 vezes sem juros.
Demais clientes parcelamento em até 10x com juros.
BILHETERIA OFICIAL
ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (Pré-venda Itaú Personnalité e Private)
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA B (Pré-venda todos os clientes Itaú e na Abertura da Venda Geral)
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Portão B – Água Branca – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça à Sábado das 11h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas
EXCEPCIONALMENTE: 03 de junho de 2026, às 12h
A partir de 04/06/2026
ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça à Sábado das 10h às 17h | *Fechado em feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
*Taxa ADM cobrada em todos os canais de venda
A Taxa de Administração (ADM), no valor de R$ 21,00 (vinte e um reais), é cobrada pela WT30 INTERMEDIAÇÃO DE NEGÓCIOS S.A., inscrita no CNPJ/MF sob o nº 30.066.988/0001-52, empresa que detém a exclusividade na gestão da programação de eventos no Allianz Parque, independentemente do setor ou tipo de ingresso, seja nas vendas online ou em qualquer canal presencial, não tendo a produtora do evento qualquer responsabilidade ou gerência sobre esse valor.
MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos comprobatórios.
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E aí, curtiu ouvir Marisa Monte e Nando Reis cantando “Pra você guardei o amor”?

Lançada originalmente no álbum Drês, de Nando Reis (2009), com um dueto com Ana Cañas, Pra você guardei o amor volta agora às plataformas numa versão mais camerística, e mais lenta, gravada por Nando ao lado de Marisa Monte. Os dois, que já foram namorados no começo dos anos 1990, gravaram juntos pela última vez na música Pra quem não vem, de outro álbum de Nando (Sei, de 2012).
A própria Marisa produziu a gravação, com arranjos de Newton Carneiro, arregimentação e regência do maestro André Bachur, e presença de instrumentos como violino, violoncelo e oboé – num clima que remete realmente ao chamber rock.
“Para essa nova versão, eu e Nando resolvemos fazer algumas coisas diferentes e outras iguais. Basicamente, o violão é a estrutura básica da composição. Foi instrumento que você usou para compor”, diz Marisa num vídeo de bastidores da gravação (veja lá embaixo).
Nando complementa: “E eu sempre pensei em gravar em duas vozes, cantar em duas vozes. Então isso se mantém igual. Mas a instrumentação é muito diferente. Eu chamei Marisa para produzir a faixa e fomos conversando, conversando e achamos”, conta.
- Brasil e França: Christine Valença une nações e idiomas no colaborativo Sur ton ìle
Marisa continua: “Fomos construindo juntos uma ideia de ter um grupo de instrumentos reduzido, meio camerístico. Então temos oboés, temos trompas, temos harpa, temos um Hammond, temos cello, cordas, temos marimba. Uma formação meio inusitada, mas bastante interessante, que eu acho que acrescentou a essa canção, que é uma canção pop, com uma sonoridade atípica para música pop”, diz.
“E isso permite uma outra interpretação, tanto nossa quanto de quem vai ouvir a música na voz da Marisa junto comigo”, responde Nando.
E ela finaliza: “Que é uma dinâmica linda dos dois, cantando juntos as intensidades, os alívios, os rallentandos. A gente já canta junto há muitos anos, tem uma intimidade artística, musical, já muito assimilada. Então, pra gente foi muito prazeroso também cantar junto e dividir essas vozes assim, um ouvindo o outro”, diz.
Foto: Leo Aversa / Divulgação
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Roger Daltrey apela: “The Who foi a primeira banda de heavy metal”

Roger Daltrey resolveu mexer num vespeiro daqueles: em entrevista à Rolling Stone, o vocalista disse que o The Who foi “a primeira banda de heavy metal”. Segundo ele, o grupo já fazia nos anos 1960 muita coisa que depois virou cartilha do gênero — do volume absurdo aos truques de palco e à destruição de instrumentos (nossa opinião: The Who e heavy metal não são exatamente a mesma coisa, mas errado, errado, ele não tá não – rola todo um adiantamento de coisas ali).
“Éramos simplesmente diferentes de todos os outros”, afirmou, como informado pelo NME. Daltrey disse ainda que o público americano costuma não conhecer tão bem a fase inicial do The Who, mas que basta revisitar aquele período para perceber vários elementos que mais tarde acabariam associados ao metal. “Como o baterista do Deep Purple, Ian Paice, disse recentemente: ‘o The Who começou tudo’. Nós fomos a primeira banda de heavy metal”.
Daltrey também lembrou que Jim Marshall criou os famosos gabinetes 4×12 de 100 watts para Pete Townshend, e aproveitou para reivindicar outra herança histórica: “Toda aquela destruição de guitarra que deixou Jimi Hendrix famoso foi basicamente copiada do Pete Townshend” (faz sentido, uma vez que no Festival de Monterey, houve uma pequena disputa entre a banda e Jimi Hendrix, para ver quem subiria primeiro ao palco – Hendrix perdeu, mas, como ficou público e notório, botou fogo na guitarra, pouco após o show do Who, em que Townshend e o batera Keith Moon literalmente quebraram tudo durante a apresentação).
O cantor ainda citou Tommy, a ópera-rock de 1969, ao falar sobre a ideia de “elevar” o rock: “A primeira ópera-rock, claro, levou o rock para um nível talvez pretensioso. Estávamos fazendo isso antes de todo mundo, mas no longo prazo isso não importa tanto”.
Não é a primeira vez que alguém do The Who puxa essa conversa. Em 2019, Pete Townshend já tinha dito ao Toronto Sun que o grupo abriu caminho para o heavy metal especialmente com Live At Leeds, disco ao vivo lançado em 1970. Na ocasião, ele afirmou que bandas como Led Zeppelin beberam diretamente da sonoridade pesada criada pelo Who.
“Fomos copiados por várias bandas, principalmente pelo Led Zeppelin. Bateria pesada, baixo pesado, guitarra pesada”, disse Townshend, acrescentando que nomes como Cream e Jimi Hendrix acabaram levando aquela estética “muito além”.
O tal papo de Daltrey aparecem logo depois do anúncio de sua nova turnê solo pelos Estados Unidos, marcada para este ano. Enquanto isso, o futuro do The Who continua indefinido. A banda fez seus últimos shows em 2025, mas Townshend segue insinuando que ainda pode pintar alguma novidade.
“Estamos sempre tentando criar algo especial”, disse o guitarrista recentemente. “E, se Deus quiser, continuaremos fazendo isso. Talvez ainda consigamos surpreender vocês de novo”.
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Brasil e França: Christine Valença une nações e idiomas no colaborativo “Sur ton ìle”

Não chegamos na Copa ainda, mas já tem um Brasil e França rolando, graças à cantora, compositora e multi-instrumentista Christine Valença. Sur ton ìle, sua nova música, une os dois países numa travessia musical marcada por encontros, movimento, memória e pertencimento.
Na música, Christine se encontra com três nomes da cena francesa: o rapper Verso, o cantor e compositor Félicien Adam e o guitarrista Luazó, e o som funde ritmos, idiomas e estilos musicais. E a faixa também conta histórias: a mãe de Christine, que também é cantora e compositora, morou na capital francesa nos anos 80 em uma residência artística, e aprofundou laços por lá.
Sur ton ìle surgiu no ano passado, quando Christine fez alguns shows na Europa. “Eu me conectei com vários artistas incríveis durante essa passagem por lá. A possibilidade de fortalecer realmente essas conexões cresceu com uma inscrição que fizemos para o Ibermusica (programa de cooperação dedicado exclusivamente ao setor musical ibero-americano)“, conta. “E foi ganhando mais contorno com as primeiras notícias de oportunidades para artistas locais no ano do Brasil na França, em editais do governo”.
Justamente pelo fato da mãe de Christine já ter feito uma residência na França, a empolgação foi bem maior – e ajudou bastante o fato da cantora já conhecer músicos de lá, como o próprio Luazó. “A chance veio com o interesse da French Light Records em colaborar com um single em parceria comigo, e assim tudo foi ganhando sentido”, conta ela, que depois passou pelo que chama de “blind date artístico”.
“O Félicien foi o primeiro artista a entrar na colaboração, e tínhamos apenas um fim de semana na França para gravar a canção em estúdio, sem nos conhecermos pessoalmente, e sem nenhuma pista do que seria feito, nem troca prévia de qualquer ideia musical”, recorda. Ela chamou Luazó para colaborar, e tudo foi dando liga.
A vida de artista alternativa no Rio de Janeiro (onde Christine vive) não é fácil. Ela tem feito idas e vindas a São Paulo, além de uma investida ou outra lá fora. “Não é simples uma artista solo carioca, que ainda não tinha um reconhecimento, sustentar uma carreira só com shows em outras cidades. Em muitas vezes ainda no início da minha carreira, fui levada a acreditar que eu só conseguiria mostrar meu repertório autoral para o público da minha cidade, investindo uma grana que não fazia sentido naquele momento”, conta.
- Jungle vem ao Brasil em 2027, e os ingressos vêm bem antes
“Eu não tinha estrutura, nem nenhuma equipe comigo, os tempos são hostis mesmo. Foi então que tive a decisão de marcar meu primeiro show em Lisboa, sozinha. Que pelo bem ou pelo mal, foi um grande acerto, de direcionamento. Eu interagi com um público caloroso, receptivo e acolhedor da minha identidade musical, o que me fez me manter constante, criando mais canções aqui, que é meu propósito”, recorda ela, que prepara um EP para breve, trazendo parcerias com artistas de diferentes territórios.
“Sur ton íle é esse single em que me vi nesse processo de me apropriar mais do meu jeito de compor, ter conhecido outros artistas no momento de processo de criação, tudo isso me aproximou mais do que eu quero trazer musicalmente, e serviu como motivação para novas experimentações”, completa.
Foto: Louis Emilie / Divulgação







































