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Cultura Pop

Quando Paul McCartney reuniu Pete Townshend, John Bonham e John Paul Jones no estúdio

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Back to the egg, último disco dos Wings, banda liderada por Paul McCartney, saiu em 1979. Acabou tomando uma sova da crítica, mas era para ser um disco especial. Produzido por Chris Thomas, o cara por trás de Never mind the bollocks, dos Sex Pistols, era o álbum que nas cabeças de muitos traria Paul finalmente “aderindo” (muito entre aspas) a tendências como new wave e punk, e unindo colaboradores de épocas diferentes do rock.

Até mesmo David Bowie foi convidado por Paul a ir ao estúdio e dar sua opinião sobre o material. Perguntado sobre uma potencial candidata a single, o camaleão ouviu as músicas e, para a surpresa de Paul, optou por The broadcast, um tema experimental de piano, que durava pouco mais de um minuto, cuja “letra” consistia em textos lidos pelos dois proprietários do castelo Lympne, em Kent, onde uma parte do disco foi gravada. Paul agradeceu mas achou melhor não lançar single nenhum com a faixa, que mais parecia uma das maluquices inventadas pelo Pink Floyd em The dark side of the moon.

Para deixar o disco ainda mais, hum, diferente do habitual, Paul ainda tinha mais uma ideia: promover uma espécie de batalha de bandas num número épico do álbum. Essa proposta já tinha sido criada há bastante tempo, mas ele resolveu levá-la adiante em grau menor em Back to the egg num tema instrumental composto quatro anos antes chamado Rockestra theme, que traria, dividindo o estúdio com ele, David Gilmour (Pink Floyd), John Paul Jones, John Bonham (Led Zeppelin) e Pete Townshend (The Who).

Keith Moon, baterista do Who, também estava escalado, mas morreu pouco antes da gravação da faixa. Paul cancelou a gravação em luto ao amigo, mas dias depois a turma toda no estúdio, para gravar não só a Rockestra, como também So glad you’re here. Além deles, nas duas faixas, a turma dos Wings (Linda McCartney entre eles, tocando teclados), uma seção de metais e até mesmo Kenney Jones, que assumiu o lugar de Keith Moon no Who. E outros nomes como Gary Brooker (Procol Harum, teclados), Tony Ashton (Family), Bruce Thomas (baixo, The Attractions), Hank Marvin (Shadows).

O Rockestra Theme foi gravado nos dias 3 e 4 de outubro de 1978 no estúdio Abbey Road e, durante os dois dias de trabalho, o diretor Barry Chattington esteve lá rodando um documentário sobre as sessões. É o vídeo abaixo.

E vale dizer que o esforço de Paul McCartney, Wings e toda a turma valeu a pena. Rockestra Theme acabou ganhando o Grammy de Melhor Performance de Rock Instrumental. E a Rockestra fez uma única aparição ao vivo, no Concerto pelas Vítimas da Guerra no Camboja. Dessa vez, até Robert Plant estava no palco com a galera.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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