Cultura Pop
Procura-se show perdido de Bob Dylan

Com 57 shows em duas etapas e um número enorme de participantes – de músicos-estrela como Joan Baez e o guitarrista Mick Ronson a poetas como Allen Ginsberg – a Rolling Thunder Revue, turnê de Bob Dylan realizada entre 1975 e 1976, mudou vidas. A ideia era levar Dylan para se apresentar em palcos menores e em cidades pequenas, o que aproximou mais ainda o cantor dos fãs, e criou uma nova experiência de show para o artista. A tour se encerrou no dia 25 de maio de 1976, com um show no Salt Palace, em Salt Lake City.
É aí que o mistério começa. Os áudios dos shows de Dylan na turnê são bastante conhecidos e foram muito pirateados – a equipe do cantor gravou várias apresentações, e os fãs na plateia, idem. Já saíram discos com o conteúdo de shows dessa turnê. Mas o show de Salt Lake City, que tinha uma lista de canções um pouco diferente do comum da tour, é a figurinha desaparecida do álbum: nunca surgiu nenhum áudio desse show, apesar de ter sido uma apresentação até bastante coberta e elogiada.
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O jornal The Daily Utah Chronicle classificou a apresentação como “uma noite para guardar na memória”, por exemplo. David L. Beck, do The Salt Lake Tribune, deu uma de jornalista-fã e exaltou: “Preciso dizer que foi o melhor show de rock que penso já ter visto?”. Nick Snow, na Deseret News, disse que Bob Dylan “deu a Salt Lake City um dos shows mais memoráveis de sua história”. Aparentemente não houve quem ficasse impassível ao show que, de diferente, tinha Dylan e Joan Baez cantando Lily, Rosemary and the Jack of Hearts, canção de nove minutos do disco Blood on the tracks (1975), a primeira versão de Gates of Eden desde 1965 e um registro diferente de Black Diamond Bay, do disco Desire (1976).
E agora, tem gente disposta a completar esse álbum. Uma pessoa que usa o codinome Dylyricus lançou o site Do You Have It, com a ideia de descobrir que fã tem esse registro de Dylan, se é que alguém tem. “O recém-inaugurado Bob Dylan Center e Arquivo em Tulsa, também está pesquisando. Embora tenham descoberto outras gravações perdidas de Dylan , não conseguiram encontrar esta, concluindo que não foi oficialmente capturada da mesa de som”, explica Dylyricus, que pede a qualquer pessoa que “tenha uma gravação ou qualquer outra pista” que entre em contato em missing@doyouhaveit.info ou via Twitter ou Facebook.
Dylan, por sinal, vai voltar a Salt Lake City no dia 30 de junho, o que está animando a turma a procurar mais ainda pela apresentação – tanto que já rolou um pedido especial a fãs que vão ao show, caso eles tenham algo guardado desde aquela época. E aí, será que rola?
Via Rolling Stone
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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