Cultura Pop
Podcast: A saudável mistura de Dinosaur Jr, “Em ritmo de fuga” e George A. Romero no INVISÍVEL

Durante os últimos dias/meses/semanas, falamos de uma mostra de filmes com David Bowie no Rio, do tributo português a Bowie, de Nina Hagen, do show de oito segundos do Golden Bomber, da saída de cena de George A. Romero, das propagandas e vídeos da gravadora SST, do filme Em ritmo de fuga. Juntei tudo isso aí e o INVISÍVEL tá no ar, mais uma vez. E na quinta 23h estaremos na Mutante Radio (Ricardo Schott)
01 Boi Mamão – “Pare de hipnotizar a minha avó” (2:00)
02 Cramps – “Human fly” (2:11)
03 Misfits – “Night of the living dead” (2:00)
04 fIREHOSE – “Brave captain” (3:13)
05 Screaming Trees – “Revelation revolution” (2:44)
06 Dinosaur Jr – “Little fury things” (3:10)
07 Aurea e David Fonseca – “Starman” (cover de David Bowie) (4:20)
08 Golden Bomber – ” #CD ga Urenai Konna Yononakaja” (3:14)
09 Flipper – “Ever” (3:11)
10 Nina Hagen – “Antiworld” (2:36)
11 Nasal Boys – “Hot love” (2:58)
12 Little Class Fantasies – “Tradition” (2:06)
13 Tyranossaurus Rex – “Deborah” (3:09)
14 Queen – “Brighton rock” (5:20)
15 Incredible Bongo Bang – “Bongolia” (2:17)
No BG:
Pixies – “Here comes your man”
Pixies – “Monkey gone to heaven”
… And You Will Know Us By The Trail Of Dead – “Source tags and codes”
Sex Pistols – “Anarchy in the UK”
Bachman-Turner Overdrive – “Give it time”
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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