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Urgente!: Do R.E.M. a Nando Reis – o supergrupo Drink The Sea estreia no Brasil

A Balaclava Records acaba de anunciar um daqueles shows que fazem a gente checar a agenda duas vezes. O supergrupo Drink The Sea vem pela primeira vez ao Brasil e toca em São Paulo no dia 25 de março (quarta-feira), na Casa Rockambole, em Pinheiros. Ingressos já estão à venda pela Ingresse, com opção sem taxa no Takkø Café, na Vila Buarque.
Drink The Sea é praticamente uma reunião de gente que dispensa apresentação: Peter Buck (R.E.M.), Barrett Martin (Screaming Trees, Mad Season), Alain Johannes (QOTSA, Them Crooked Vultures, Eleven), Duke Garwood (Mark Lanegan Band), além da percussionista Lisette Garcia e da baixista Abbey Blackwell (Alvvays). Um time desses não se junta à toa – e o som acompanha o peso dos currículos. Um detalhe curioso é que alguns nomes dessa turma são ligados à música de ninguém menos que Nando Reis: Barrett toca com ele há anos, enquanto Alain, Peter, Duke e Lisette tocaram com o ex-titã ao vivo, ou em discos como o triplo Uma estrela misteriosa revelará o segredo (2024).
A banda faz um rock alternativo de clima etéreo, espacial e delicado, com fortes influências de world music. No repertório, músicas dos dois discos de estreia, I & II, lançados em 2025, além de surpresas vindas das bandas “originais” dos integrantes. Os shows costumam passar fácil das duas horas e funcionam quase como uma experiência sensorial completa, com filmes do cineasta Tad Fettig projetados em sincronia com as músicas.
O projeto começou em 2022, numa jam entre Alain Johannes e Barrett Martin em Olympia, nos EUA, e foi crescendo de forma nada convencional. Teve turnê pela Inglaterra e Islândia, gravações em Reykjavik, encontros em São Paulo, sessões no deserto de Joshua Tree e no estúdio de Alain em Santiago, no Chile. A produção final rolou no estúdio de Barrett, com mixagem feita em Barcelona. Literalmente um disco gravado ao redor do mundo.
Essa mistura geográfica aparece também no som: guitarras, baixo e bateria dividem espaço com oud árabe, cítara indiana, gamelões indonésios e uma coleção de percussões que inclui surdo brasileiro, pandeiro, vibrafone, marimba e kalimba.
Antes de chegar ao Brasil, o Drink The Sea passa pelo Lollapalooza Chile, no dia 13 de março. Por aqui, a apresentação marca a estreia do grupo na América do Sul — e promete ser daquelas noites bem especiais para quem curte rock com história, textura e espírito explorador.
SERVIÇO
Balaclava apresenta: Drink The Sea em São Paulo
Data: 25 de março, quarta-feira
Local: Casa Rockambole
R. Belmiro Braga, 119 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05432-020, Brasil
Horários: Portas 19h / Show 21h
Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal
Ingressos online: ingresse.com/drinkthesea-sp
Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência):
Takkø Café
R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP
Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.
Saiba mais em @takkocafesp no Instagram
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Tangolo Mangos mostra disputa entre amigos por uma mulher no clipe de “Dominó”

RESUMO: A Tangolo Mangos lança o clipe de Dominó, primeiro vídeo do álbum Pedágios y caronas, transformando a música em uma narrativa sobre rivalidade entre amigos por uma mulher.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Still de Dominó
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A banda soteropolitana Tangolo Mangos lançou o videoclipe de Dominó (Citação: Falando nisso), primeiro capítulo audiovisual de seu novo disco, Pedagios y caronas, lançado neste ano pela Deck (e resenhado pela gente aqui). Dirigido por Giovanna Castellari e Hernan Marques, o vídeo mostra uma narrativa inspirada nas relações de desejo, parceria e disputa.
A música usa o dominó como metáfora. Mas se você está achando que o clipe tem uma partida de dominó, se enganou redondamente: o vídeo acompanha dois amigos que entram em um bar e passam a disputar a atenção de uma mulher. A metáfora do jogo serve como ponto de partida para explorar a dinâmica entre cumplicidade e rivalidade.
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“Desde os primeiros acordes eu sentia que Dominó carregava uma grande potência dramática. A primeira regra que estabelecemos foi que o clipe não poderia ser óbvio nem retratar uma partida de dominó. Passamos então a pensar como traduzir as dinâmicas do jogo para a vida. Foi no flerte que encontramos esse terreno fértil: às vezes estamos completamente sincronizados com nosso parceiro, outras vezes colocamos nossos desejos acima da vitória coletiva”, explica a diretora Giovanna Castellari.
Filmado no Espaço UM55, em São Paulo, o clipe aposta em uma linguagem cinematográfica, com fotografia de alto contraste e direção de arte detalhada. Entre as referências visuais estão os filmes E sua mãe também, de Alfonso Cuarón, e Cidade baixa, de Sérgio Machado.
O vídeo também traz referências à trajetória da banda, como a aparição de Bruno “Neca” Fechine, percussionista e vocalista da faixa (e autor de Dominó, também) em projeções e objetos espalhados pelo cenário, incluindo capas de discos, flyers e fotografias dos integrantes. A opção de deixar a banda em segundo plano faz parte da proposta de privilegiar a narrativa e os personagens.
Neca contou no lançamento do single Dominó que a faixa nasceu de um deslocamento pessoal: a mudança de Salvador para São Paulo. “Eu já não sabia mais do dia a dia em Salvador, mas ainda não me sentia pertencente aqui. É uma zona cinza, onde você não se sente mais de um lugar, mas também não é do outro”, diz o autor. A letra usa o dominó como metáfora, seja no jogo de olhares, no flerte ou na confiança entre parceiros.
A música nova vem da experiência de Neca com seus amigos durante essa transição – e fala de pertencimento construído no caminho, no erro compartilhado e na parceria, sempre com memórias simples e orientando o seguir em frente. “Eu joguei muito com meu amigo ao me mudar para São Paulo, e me faz pensar na amizade, em não se levar pela ganância de sua própria mão, de se lembrar que o erro é comum se estamos juntos para reconhecer”, recorda Bruno.
Dominó ainda traz citação de Falando nisso, faixa solo de Valentim Frateschi, integrante da banda Os Fonsecas – e lançada por ele no álbum Estreito. A música foi tratada como referência melódica durante o processo de composição e acabou ficando na versão final. “Por mais que não pareça tanto, aconteceu esse intercâmbio de intenção. A melodia foi ficando, das demos até a hora da gravação e já não tinha mais como não usar”, pontua Bruno.
A banda já anuncia que o clipe de Dominó abre caminho para novos vídeos inspirados em Pedagios y caronas, álbum que registra uma fase mais direta da Tangolo Mangos sem abandonar a mistura de ritmos brasileiros com influências que passam pelo rock, soul e city pop. Sugestão nossa: que tal um vídeo de Ohayo saravá?
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Gatta Morta: supergrupo une Buzz Osborne (Melvins) e Jeff Pinkus (Butthole Surfers)

RESUMO: Buzz Osborne (Melvins) e Jeff Pinkus (Butthole Surfers) formam o Gatta Morta, supergrupo de sludge e metal experimental / corrosivo que estreia com o EP Burn witch burn e o single Black hall.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Keturah Bishop / Divulgação
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Artistas do rock indie unindo forças não é algo incomum, mas quando artistas do peso e da corrosão indie se juntam… Bom, mesmo que seja comum, é sempre digno de nota. Agora é a vez de Buzz Osborne (Melvins) e Jeff Pinkus (Butthole Surfers) fazerem som juntos, numa banda chamda Gatta Morta.
A banda também inclui Coady Willis, baterista do Big Business/High On Fire, que também faz parte da formação com dois bateristas do Melvins há quase 20 anos, e Clinton Jacob, da dupla de Chicago Mr. Phylzzz. “Sempre é um bom momento para o mundo abraçar uma nova banda de heavy metal/estranha. Tive a ideia para o Gatta Morta enquanto estava em turnê no outono passado. Percebi que precisava formar uma banda com esses três. Pareceu óbvio. Rock estranho de verdade que precisa acontecer”, diz Osborne.
O grupo acaba de estrear com o EP Burn witch burn, que sai pelo selo Amphetamine Reptile, mas boa sorte a quem quiser ouvi-lo, porque até o momento nos aplicativos de música saiu só o single Black hall. Não tem nem no YouTube, nem no bom e velho Soulseek – talvez haja fãs upando as músicas em algum Reddit. O single, que está creditado ao selo Ipecac no Soulseek, é um baita monstrengo sludge, que abre com guitarra simples e bateria quase fúnebre, antes de emendar num metal lento e perturbador.
Confira Black hall, a capa do EP e a lista de faixas de Burn witch burn aí embaixo.

LISTA DE FAIXAS
01. Taco bellboy
02. Victims of the universe
03. Black hall
04. Clear smoke
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Hoobastank volta ao Brasil para seis shows

RESUMO: Hoobastank volta ao Brasil em novembro para seis shows, incluindo uma apresentação em São Paulo, trazendo hits como The reason e novidades como o single How do you sleep?, lançado em 2026.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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O Hoobastank volta ao Brasil em novembro para seis apresentações, incluindo o retorno a São Paulo quase 11 anos depois da primeira passagem da banda pelo país. O grupo californiano, conhecido pelo sucesso mundial de The reason, chega após participações no Rock in Rio Lisboa e no Vans Warped Tour, nos Estados Unidos.
A turnê começa em 1º de novembro, no Somos Rock Festival, em Vila Velha (ES), e passa por Belo Horizonte (Mister Rock, 2/11), Curitiba (Tork n’ Roll, 4/11), Campinas (MultiArena, 6/11), São Paulo (Terra SP, 7/11) e Nova Iguaçu (Rock Festival, 8/11). O show paulistano também terá apresentações de Di Ferrero e Dead Fish.
Aléxia será a convidada das cinco primeiras datas, com exceção do festival em Nova Iguaçu. A cantora, que lançou em 2026 o álbum Garra, vem de uma sequência de apresentações que inclui o João Rock, em Ribeirão Preto.
Formado em 1994, em Agoura Hills, na Califórnia, o Hoobastank chega ao Brasil com Doug Robb (vocais), Dan Estrin (guitarra), Chris Hesse (bateria) e Jesse Charland (baixo). A banda ganhou projeção internacional no começo dos anos 2000 com uma mistura de rock alternativo, pós-grunge e refrões melódicos.
O álbum Hoobastank, lançado em 2001, apresentou músicas como Crawling in the dark, Running away e Remember me, mas foi com The reason, de 2003, que o grupo alcançou seu maior sucesso. Produzido por Howard Benson, o disco chegou ao terceiro lugar da Billboard 200 e teve a faixa-título como um dos grandes hits do rock dos anos 2000.
Mais de 20 anos depois, a faixa continua encontrando novos públicos. The reason ultrapassou 1,5 bilhão de reproduções no Spotify e voltou a circular na cultura pop em momentos como a tendência #NotAPerfectPerson, no TikTok, e a presença na série Treta, da Netflix.
“Todos os dias, somos marcados em vídeos de pessoas fazendo versões da música. É incrível”, afirmou Dan Estrin sobre a permanência da faixa no cotidiano dos fãs.
Em 2026, o Hoobastank também apresentou uma nova música: How do you sleep?, primeiro lançamento inédito desde Push pull, de 2018. A faixa marcou o reencontro da banda com Howard Benson, produtor de Hoobastank e The reason, e foi apresentada ao vivo durante o Vans Warped Tour, em Washington, D.C.
“É bom voltar a lançar música nova. É como se uma válvula de pressão criativa tivesse sido aberta”, afirmou Doug Robb sobre o momento atual do grupo.
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SERVIÇO
Hoobastank em Vila Velha/ES
Data: 1/11, domingo
Evento: Somos Rock Festival
Local e endereço: ainda não divulgados oficialmente para a edição de 2026
Artista convidada: Aléxia
Ingresso aqui.
Hoobastank em Belo Horizonte/MG
Data: 2/11, segunda-feira
Local: Mister Rock
Endereço: Avenida Tereza Cristina, 295, Prado, Belo Horizonte/MG
Artista convidada: Aléxia
Ingresso aqui.
Hoobastank em Curitiba/PR
Data: 4/11, quarta-feira
Local: Tork n’ Roll
Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR
Artista convidada: Aléxia
Ingresso aqui.
Hoobastank em Campinas/SP
Data: 6/11, sexta-feira
Local: MultiArena
Endereço: Avenida Dr. Antônio Carlos Couto de Barros, 2156, Jardim Conceição, Sousas, Campinas/SP
Ingresso aqui.
Artista convidada: Aléxia
Hoobastank em São Paulo/SP
Data: 7/11, sábado
Local: Terra SP
Endereço: Avenida Salim Antônio Curiati, 160, Campo Grande, São Paulo/SP
Artistas convidados: Aléxia + Di Ferrero + Dead Fish
Ingresso aqui.
Hoobastank em Nova Iguaçu/RJ
Data: 8/11, domingo
Cidade: Nova Iguaçu/RJ
Evento: Rock Festival
Local e endereço: ainda não divulgados oficialmente para a edição de 2026
Ingresso: em breve








































