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Cultura Pop

Lendas urbanas históricas 3: Xuxa e o Doce Mel do Demônio

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Lendas urbanas históricas 2: Xuxa e o Doce Mel do Demônio

Lá vem o terceiro capítulo da nossa série sobre lendas urbanas, começando lá pelos anos 1980 e prosseguindo com as lendas que fazem a turma mais nova morrer de medo (essas lendas existem?). Já falamos do boneco Fofão, dos Teletubbies interdimensionais e agora vem aí mais um campeão (ou melhor, uma campeã) de audiência…

XUXA E A LENDA DO DOCE MEL DO DEMÔNIO (1986)

Parece mesmo que a ex-modelo, cantora e apresentadora Maria da Graça Meneghel, mais conhecida como Xuxa, foi uma das celebridades mais famosas nas notícias de sensacionalismo quando o assunto era “satanismo”.

O primeiro boato envolvendo a apresentadora veio com o lançamento do seu segundo álbum, intitulado Xou da Xuxa. Era o disco que continha as músicas cantadas pela apresentadora no programa homônimo diário, exibido nas manhãs da Rede Globo. O álbum foi lançado em junho de 1986, com músicas como Doce mel (É bom estar com você), composta por Cláudio Rabelo e Renato Corrêa. E Turma da Xuxa, composta por Reinaldo Waisman e Robson Stipancovich, dentre outras.

Tanto o programa matinal quanto o álbum (o primeiro da artista que saiu pela Som Livre) foram um grande sucesso. Aliás, Xuxa já era conhecida do público infanto-juvenil, uma vez que já havia apresentado na extinta Rede Manchete o programa Clube da Criança e lançado seu primeiro álbum enquanto trabalhava nesta emissora. No entanto, este disco passou despercebido.

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Mas como explicar tamanho sucesso no segundo álbum? Simples: a artista havia feito um pacto com o demônio para obter fama e dinheiro. E além disso, queria tudo que se espera de um contrato como esse. Começou a rolar um boato de que, ao se girar o vinil ao contrário, era muito clara a mensagem satanista subliminar.

Eu mesma, com amiguinhos, fiz o teste. Na nossa imaginação – pelo menos eu quero pensar que foi nossa imaginação – havia, de fato, um refrão que dizia “eu amo o diabo, seis seis seis”. E todo tipo de mensagem assustadora para quem era uma pré-adolescente.

Enfim, que levante a primeira pedra quem não estragou a agulha da vitrola pra fazer esta peripécia e depois cochichar com os amiguinhos da escola sobre o assunto dias a fio. A assessoria de imprensa da Xuxa teve de se desdobrar para apaziguar todas as fake news. Pastores e padres fizeram sermões para que seus fiéis deixassem seus filhos e netos afastados da TV. Mas fãs acalorados e a própria Rede Globo comentavam que tudo isso não passava de dor de cotovelo da emissora que perdera a artista e também de suas rivais.

Confira as outras lendas da série aqui.

44 anos. Gosta de Cultura Pop, Moda, Literatura, Sociologia, Cinema, Fotografia e é movida à Música desde que se entende por gente. Bacharel em Direito, enveredou-se para as Relações Internacionais e atualmente encontra-se em fase de mudanças profissionais.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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