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Robyn transforma música de 2002 em homenagem ao filho

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Tem música nova (ou seminova) de Robyn no ar – e ela vem carregada de história pessoal. A cantora sueca liberou Bloy my mind, mais um aperitivo de Sexistential, seu próximo álbum de estúdio, que chega no dia 27 de março pelo selo Young. A faixa, produzida por Klas Åhlund, revisita uma música que a própria Robyn gravou lá atrás, no disco Don’t stop the music, de 2002. Só que agora a canção aparece com outra cara – e outro significado.

A nova versão nasceu de um momento bem específico da vida da artista: a convivência intensa com o filho pequeno. Robyn conta que estava naquela fase em que passa praticamente o tempo todo com a criança e acabou redescobrindo a própria música nesse processo. Quando voltou à gravação antiga, teve a sensação de que aquela era uma das melhores coisas que já tinha feito. Em vez de simplesmente relançar, decidiu reescrever tudo.

A letra mudou, a abordagem ficou mais direta e crua, e o resultado acabou virando um tipo de homenagem pouco convencional ao filho de três anos. “Adoro a crueza dessa versão. Não é algo fofo, porque a experiência com crianças não é exatamente fofa. Elas são fofas, mas a experiência em si não é. É muito punk”, diz ela. A nova Blow my mind, de qualquer jeito, vem em clima até mais sonhador e vaporoso do que o original de 2002 – quando for ouvir, preste atenção aos teclados e à gravação de voz.

Sexistential, o disco que tá vindo aí, é descrito por Robyn como um dos momentos mais eufóricos de sua carreira. Depois da vibe contemplativa e clubber de Honey, lançado em 2018, o novo trabalho parece mirar novamente no pop de energia alta que marcou sua trajetória nos anos 2000 e início da década seguinte. O álbum traz nove músicas e, segundo a própria cantora, dialoga com o universo da trilogia Body talk, fase que ajudou a consolidar sua posição como uma das figuras mais influentes do pop moderno.

Robyn resume o clima do disco com uma imagem bem cinematográfica: para ela, Sexistential deveria soar como uma nave espacial atravessando a atmosfera em alta velocidade antes de cair de volta à Terra. A metáfora tem a ver com a sensação de retorno depois de um período de exploração criativa – como se estivesse voltando para dentro de si mesma depois de viajar longe demais.

E segue aí Blow my mind e as faixas de Sexistential.

1. Really real
2. Dopamine
3. Blow my mind
4. Sucker for love
5. It don’t mean a thing
6. Talk to me
7. Sexistential
8. Light up
9. Into the sun

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

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E lá vem o Youth Of Today pro Brasil (único show!)

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Youth Of Today (Foto: Divulgação)

Se segura que vai rolar um verdadeiro encontro de gerações do hardcore. A banda histórica Youth of Today volta à América do Sul em dezembro com a turnê Break down the walls, e passa por São Paulo no dia 12, no Fabrique Club – além de Santiago, Buenos Aires e, depois daqui, Bogotá.

O grupo vem com a formação que ajudou a moldar o hardcore straight edge como linguagem e atitude: Ray Cappo no vocal, John Porcell na guitarra, Walter Schreifels no baixo e Sammy Siegler na bateria. Um peso histórico daqueles – e uma banda que ajudou derrubar a separação entre palco e pista – com direito a coro coletivo, gente subindo, stagedives, quase um ritual, ao som de clássicos como Break down the walls, Positive outlook, Make a change e Youth crew.

Formado em 1985, em Nova York, o grupo virou peça central do chamado youth crew, movimento que reorganizou o hardcore na segunda metade dos anos 1980. Ao lado de nomes como Gorilla Biscuits, Sick of It All e Warzone, ajudou a deslocar o foco do niilismo para uma ética ligada a temas como disciplina, amizade, autocontrole e consciência social.

O disco que batiza a turnê, lançado em 1986, virou norma culta do gênero. Dois anos depois, viria o álbum We’re not in this alone, reforçando a filosofia da turma: nada de preconceitos, defesa de um estilo de vida sem drogas e álcool e a construção de uma comunidade com valores próprios. Em torno dessa onda, surgiu toda uma (termo horrível, mas vá lá) cadeia produtiba de bandas, fãs, selos, fanzines e produtores ligados ao hardcore.

O Youth Of Today gravou pouco, mas falou muito, e deu frutos: Cappo e Porcell fundaram o Shelter, Schreifels seguiu com Quicksand e Rival Schools, enquanto Siegler acumulou passagens por projetos como Glassjaw. Para quem acompanha a cena – ou quer entender de onde veio boa parte do que ainda acontece hoje – é uma chance rara de ver tudo isso funcionando no volume máximo.

Serviço
YOUTH OF TODAY EM SÃO PAULO
Data: 12 de dezembro de 2026

Horário: (abertura da casa)
Local: Fabrique Club
Endereço: rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP
Ingressos aqui.
Valores de Pista (1º lote):
Meia Estudante e Meia Solidária para não estudantes (doe um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada: R$ 180,00
Inteira: R$ 360,00

Foto: Divulgação

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Exclusive Os Cabides: EP ao vivo mais roqueiro e single com inspiração em Syd Barrett

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Se você andava esperando novidades da banda catarinese Exclusive Os Cabides, já tem: após percorrer o Brasil lançando o álbum Coisas estranhas, eles anunciam um EP novo, Feliz e triste ao mesmo tempo, que chega em maio. E o anúncio veio com o single Bicicleta, lançado na semana passada. João Paulo Pretto, vocalista, guitarrista e compositor da banda, já avisa que a música dá uma mostra de que o próximo disco vai apostar na descomplicação.

“É uma música simples, rápida e muito lúdica, isso já dá uma prévia do que está por vir”, conta ele. “Quando compus essa faixa – ou boa parte dela – eu estava em um palco aberto, tocando guitarra. Tinha uns 18 anos, então dá pra dizer que não pensei muito: eu só queria deixar uns caras que estavam na minha frente, com cara de super roqueiros, meio putos. E consegui”, conta João.

O incômodo, vale dizer, não é com o rock, mas com o “roquismo” – aquele radicalismo associado ao estilo. Tanto que João, Eduardo Possa (guitarra solo), Antônio dos Anjos (voz e percussão), Carolina Werutsky (bateria) e Maitê Fontalva (baixo) decidiram fazer um EP assumidamente mais roqueiro, com sete faixas gravadas ao vivo. A ideia é mostrar o quanto a turnê eletrizou a banda durante esse tempo que passaram na estrada.

Inclusive uma das referências de Bicicleta é o Pink Floyd, banda adorada por essa turminha radical que ouve música sem prestar atenção nas letras (lembram do mico que alguns seres humanos pagaram nos shows do ex-líder Roger Waters?). O Bicicleta vem, claro, de Bike, música da primeiríssima fase da banda – a última faixa do disco The piper at the gates of dawn, estreia do Floyd (1967), pra ser mais exato. João diz que a ideia é enaltecer a bicicleta, como a banda já havia feito em músicas como Rua da lua cheia. As guitarras, por sua vez, têm algo de bandas como Smiths.

Já a capa do single novo combina desenhos de João Pretto com a direção, texturas e diagramação de Ramires, explorando referências têxteis como jeans e flanela em contraste com a simplicidade dos traços – o trabalho é de João, Ramirez e Antônio dos Anjos. A produção do EP é de Eduardo Possa e Paulo Costa Franco.

Foto: Shay NG / Divulgação

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Hayley Williams vem aí: saiba tudo sobre o show no Brasil

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Hayley Williams (Foto: Zachary Gray / Divulgação)

Será que Hayley Williams solo tem um baita peso no Brasil como de repente teria sua banda, o Paramore? Pois é isso que todo mundo vai descobrir logo logo, porque a cantora vem aí com a turnê The Hayley Williams Show, que passa no dia 12 de novembro de 2026 (uma quinta-feira!) pelo Espaço Unimed, em São Paulo.

Hayley vem ao Brasil pelas mãos da 30e, e divulga aqui o álbum Ego death at a bachelorette party, lançado no ano passado – primeiro como vários singles separados, depois como um (ótimo) álbum inteiro, que ganhou versão física quando as indicações ao Grammy foram reveladas. Ela recebeu quatro indicações: Ego death concorreu em “Best Alternative Music Album”, enquanto as faixas Parachute, Mirtazapine e Glum foram indicadas a “Best Alternative Music Performance”, “Best Rock Performance” e “Best Rock Song”, respectivamente.

O show vai reunir músicas dos três álbuns solo da cantora, além de surpresas especiais. Um detalhe curioso são os esquemas oficiais de compra de ingressos. A pré-venda para fãs terá início no dia 4 de maio, às 10h, com duração de 24 horas. A venda geral começa no dia 6 de maio, às 10h, pela Eventim (acesse aqui). O cadastro verificado para a pré-venda pelo HW HQ (o fã-clube da cantora) começou hoje 27 de abril, às 10h, e também dura 48 horas (acesse o link). A ideia é evitar ingressos falsificados.

A turnê de Hayley começa hoje no Ryman Auditorium, em Nashville (são duas datas lá, hoje e amanhã), segue EUA adentro, vai pra Europa (depois especificamente pro Reino Unido), para Dublin, na Irlanda… e depois vem para cá. E as infos sobre preços, horários, etc, seguem aí (e será que vai ter mais uma data?).

SERVIÇO
Hayley Williams
Realização: 30e

São Paulo
Data: 12 de novembro de 2026 (quinta-feira)
Local: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP
Horário de Abertura da Casa: 19h
Classificação Etária: Entrada e permanência de menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Setores e preços:
Pista – R$ 282,50 (meia-entrada) | R$ 565,00 (inteira)
Pista Premium – R$ 432,50 (meia-entrada) | R$ 865,00 (inteira)
Mezanino – R$ 472,50 (meia-entrada) | R$ 945,00 (inteira)
Camarote A – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Camarote B – R$ 497,50 (meia-entrada) | R$ 995,00 (inteira)
Venda geral: 6 de maio, às 10h
Vendas online em: eventim.com.br/HayleyWilliams
Bilheteria oficial – DIA 6 DE MAIO
Espaço Unimed – Endereço: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/SP
Bilheteria oficial – A PARTIR DE 7 DE MAIO
Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP
Funcionamento: Terça a Sábado – das 10h00 às 17h00 | Não há funcionamento aos domingos e feriados. Em dias de eventos na casa, a bilheteria só funciona para o evento do dia.

Foto: Zachary Gray / Divulgação

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