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Série 33 1/3, de livros sobre discos, faz convocatória de novos autores

Tá a fim de escrever um livro sobre seu disco preferido? E para a série 33 1/3, da editora norte-americana Bloomsbury?
Pois é exatamente essa oportunidade que está rolando agora. A coleção — famosa por publicar livros curtos, apaixonados e bem detalhados sobre álbuns importantes da música pop — abriu mais uma convocatória pública para receber propostas de novos títulos. Em vez de escolher tudo internamente, os editores convidam escritores, jornalistas, pesquisadores e fãs a apresentarem ideias de livros dedicados a discos específicos.
O prazo para enviar propostas vai até 5 de maio de 2026, às 23h59 no horário da costa leste dos Estados Unidos. Para participar, é preciso preparar um projeto seguindo as diretrizes da editora, explicando qual álbum você quer abordar, qual seria o enfoque do livro e como a história seria contada. A série costuma misturar crítica musical, memória pessoal, contexto histórico e bastidores — e cada autor acaba encontrando um formato próprio.
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Desde que surgiu, em 2003, a coleção já publicou centenas de volumes dedicados a discos de artistas como The Beatles, Prince, Talking Heads, Joni Mitchell, Radiohead e muitos outros. Alguns livros viraram referências curiosas de crítica musical: pequenos ensaios que tratam um álbum como objeto cultural digno de investigação. Existe até uma série 33 1/3 Brazil, só com discos brasileiros (um deles, sobre o disco Sorriso negro, de Dona Ivone Lara, foi escrito por uma brasileira, Mila Burns).
Quem quiser tentar a sorte pode consultar as instruções completas no site da série e montar uma proposta. A ideia não é necessariamente escrever uma enciclopédia sobre o disco, mas apresentar um olhar original – algo que justifique por que aquele álbum merece um livro inteiro.
Aliás, vale citar que vários titulos da serie saíram em português na série O livro do disco, da editora Editora Cobogó – que ainda acrescentou vários livros assinados por brasileiros à lista, alguns deles sobre discos nacionais (aliás que tal apresentar um projeto pra lá? Ou pra Garota FM, especializada em biografias sobre música?).
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Julie Neff adianta no Bandcamp “Trapped”, música sobre as dores da endometriose e da adenomiose

Trapped, música nova da cantora canadense Julie Neff, antecipa seu álbum fine., produzido pela brasileira Cris Botarelli (Far From Alaska, Ego Kill Talent). E vai chegar a todas as plataformas junto com o clipe no dia 8 de maio – mas já pode ser ouvida no Bandcamp de Julie.
Com um clima bem intenso e alt-pop, a faixa aborda a experiência da cantora com a endometriose e a adenomiose, doenças crônicas (sem cura, enfim) com as quais convive há mais de 15 anos. A palavra “trapped” (presa, encurralada), inclusive, diz respeito a como ela se sente em vários momentos por causa dessas enfermidades.
“Essa música é sobre se sentir traída pelo próprio corpo, sobre estar presa em um mundo interno cheio de sonhos e aspirações, mas dentro de um corpo que não coopera”, conta a artista que, enfrenta dor intensa, inflamação e uma série de outros problemas de saúde que vêm junto das duas condições.
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Trapped, não por acaso, surgiu em um momento em que as atividades mais simples podiam desencadear dias de recuperação. Julie passava por um ponto crítico da endometriose e da adenomiose.
“Se eu me esforçasse um pouco, acabava doente na cama por uma semana. Eu estava desesperada para viver a vida que imaginava, para não decepcionar as pessoas por estar ausente e, no fim, para me sentir viva”, diz.
Cinco anos após escrever a faixa, as coisas estão mais OK para Julie e ela está conseguindo retomar parte de seus projetos. Ainda convive com a dor, mas voltou a se movimentar.
“Ainda preciso planejar minha vida em torno dos meus níveis de energia, mas sou grata por esses momentos em que consigo fazer o trabalho que sinto que devo fazer”, afirma. O próprio clipe da música tem a ver com esses retornos e recuperações – mas sobre isso, a gente fala no lançamento do vídeo 🙂 .
Foto: Josh Kirshner / Divulgação
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Supla entra em clima de Copa do Mundo com o punk rock “Champs!”

“Eu amo futebol. E acredito na positividade! Então resolvi lançar uma música positiva”, explica Supla, que soltou nesta sexta o single Champs!, inspirado no clima da maior competição do futebol mundial, e mais próximo das referências do punk que ele sempre teve.
A música tem participação de Bernard Rhodes, ex-empresário do The Clash, que abre tudo com uma introdução em inglês carregada no sotaque britânico. Depois entra uma levada hardcore, que Supla desenvolveu com sua banda Os Punks de Boutique, incorporando ainda uma onda que ele chama de “bossa furiosa”. “Nós temos uma boa música para cantar, então é melhor vencermos!”, anima-se. “Mesmo sabendo que o Brasil não é o favorito, para mim não importa. O melhor e mais bonito futebol na minha humilde opinião é do Brasil”.
O lançamento de Champs! antecede o show de lançamento do álbum Nada foi em vão, que celebra os 40 anos de carreira de Supla. O evento está marcado para o dia 5 de junho, às 21h, na Casa Rockambole, na zona oeste da capital paulista. Além das músicas novas, sons que marcaram a história de Supla estão no roteiro.
Foto: Paula Regina Smith / Divulgação
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E sai “Bring your love”, single que une Madonna e Sabrina Carpenter

Tem encontro de gerações no pop: Madonna e Sabrina Carpenter soltaram nesta quinta (30) a inédita Bring your love, primeira parceria oficial entre as duas. A faixa já está nas plataformas (com direito a visualizer no YouTube) e puxa a fila de Confessions II, novo álbum da Madonna, marcado para 3 de julho.
Com clima de pista, entre house e disco, a música gira em torno de autonomia e de não se abalar com julgamento alheio. No refrão, elas vão direto ao ponto: “Traga seu amor porque você não pode me abalar / Traga seu amor porque você nunca vai me destruir”.
A estreia de Bring your love ao vivo rolou no festival Coachella, em abril, durante o show da Sabrina, quando Madonna apareceu de surpresa no segundo fim de semana. As duas ainda encaixaram Vogue e Like a prayer, dois hits de Madonna, e Juno, hit de Sabrina, no set. Confessions II marca o primeiro disco de estúdio da Madonna em sete anos e retoma a parceria com Stuart Price, nome por trás de Confessions on a dance floor (2005). Antes, ela já tinha soltado o single I feel so free.








































