Nos anos 1970, quem investia em audiofilia avançada, deixava os LPs (e as fitinhas) de lado e comprava um daqueles gravadorzões com fita de rolo, que alegadamente deixavam os discos com um som melhor do que no vinil. No Brasil, era realmente coisa para quem fosse fanático por som e, em especial, rico. Não saíram discos em formato de fita de rolo por aqui, e quem queria comprar isso, tinha que importar – muito embora seja possível ver gravadores reel-to-reel até mesmo em novelas antigas da Globo que o Canal Viva reprisa.

Apesar de ter gente que até produz (ainda!) discos nesse formato, dificilmente as fitas de rolo vão passar por um revival comparável ao dos vinis ou das fitas K7. Até porque, de qualquer jeito, continua sendo um formato caro e trabalhoso. Afinal, tem gente que tem preguiça de LP porque tem que trocar de lado. E imagina colocar uma fita de rolo no aparelho? De qualquer jeito, a rapaziada do canal de vídeos LGR decidiu colocar um pouco mais de lenha na fogueira. A galera arrumou um jeito de passar programas de computador para uma fita de rolo, e depois novamente passá-los para o computador para jogar.

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Sei lá qual a usabilidade disso,. Mas eles passaram o jogo Doom, para PC, direto para o fitão e até que o negócio (um arquivão WAV de mais de quatro horas de duração) apareceu na tela. Bom, antigamente a turma usava fita K7 e até discos de vinil para botar pra rodar jogos de comutador, vai que dá certo…

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