Connect with us

Urgente

High on Fire anuncia show único no Brasil, em outubro

Published

on

High On Fire (Foto: Divulgação)

Enquanto o Sleep, pilar do stoner rock + doom metal doidaralhaço, não vem ao Brasil (eles estão com uma turnê nova), uma ótima notícia é a vinda do High on Fire, a “outra banda” do criador do Sleep, Matt Pink. O trio norte-americano toca no dia 4 de outubro, na Burning House, em São Paulo, como parte da turnê latino-americana organizada pela Solid Music Entertainment. Os ingressos já estão à venda.

Formado em 1998, em Oakland, Califórnia, o High on Fire reúne Matt Pike (guitarra e voz), Jeff Matz (baixo) e, nesta turnê, o baterista Ben Koller, conhecido por seu trabalho no Converge e no All Pigs Must Die.

Desde o início, o High on Fire seguiu outro caminho em relação ao Sleep, misturando o peso do doom e do stoner com elementos de sludge, thrash e da velocidade do Motörhead. Ao longo de nove discos de estúdio, o grupo lançou álbuns como Blessed black wings (2005), produzido por Steve Albini, Death is this communion (2007), Snakes for the divine (2010) e De vermis mysteriis (2012).

Em 2019, a banda venceu o Grammy de Melhor Performance de Metal com Electric messiah, faixa-título do álbum lançado no ano anterior.

O trabalho mais recente é Cometh the storm, de 2024, produzido por Kurt Ballou. O disco mantém a sonoridade pesada característica da banda, mas incorpora influências da música tradicional turca a partir dos estudos de Jeff Matz com o bağlama, instrumento de cordas bastante usado no folclore da região.

SERVIÇO
High on Fire em São Paulo
Data: domingo, 4 de outubro de 2026
Horário: a partir das 18h
Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247, Água Branca – São Paulo/SP)
Venda online aqui.
Valores (1º Lote):
Pista meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 160
Mezanino meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 250
Pista inteira : R$ 320
Mezanino inteiro: R$ 500

Realização: Solid Music Entertainment

Foto: Divulgação

Urgente

Lenda do riot grrrl, Heavens To Betsy faz reunião surpresa e anuncia turnê

Published

on

Lenda do riot grrrl, Heavens To Betsy faz reunião surpresa e anuncia turnê

O Heavens To Betsy foi uma importante banda riot grrl, além de um embrião do Sleater-Kinney, já que foi a primeira banda da vocalista e guitarrista Corin Tucker antes de ela formar o SK. Ao lado dela no grupo – um duo, na prática – a baterista Tracy Sawyer, que ocasionalmente tocava baixo, e que após o fim da dupla, toocou em bandas como Flying Tigers, KaraNEEDoke e The Lies.

A novidade é que, 32 anos após a separação, Corin e Tracy fizeram um show quase secreto de reunião nesta quinta (25) em Portland. E já anunciaram uma turnê de dez datas, começando em São Francisco no dia 17 de outubro. Os ingressos para a turnê de reunião estarão à venda na próxima quinta-feira (2 de julho).

Com o nome tirado de uma expressão idiomática usada para expressar espanto (em português, seria algo como “céus!” ou tão aleatório quanto a expressão “pela madrugada!”), a dupla iniciou atividades em 1991 e gravou bem pouco. Em 1992 saiu uma demo epônima pelo selo K Records, apenas em fita K7 (e nunca reeditada porque, supostamente, os masters sumiram  embora seja possível ouvi-la no YouTube), além do EP These monsters are real, pelo selo Kill Rock Stars. Em 1994 foi a vez do álbum Calculated, pelo mesmo selo, e fim.

O repertório do Heavens To Betsy era profundamente enraizado no feminismo e na defesa de minorias, tratando de temas como patriarcado, branquitude, privilégios, cultura do estupro. Em entrevistas posteriores, elas disseram que faltava habilidades de comunicação para levar adiante um projeto em que as duas integrantes haviam recém-saído da adolescência e já planejavam turnês sozinhas. Ainda assim, as duas tinham orgulho de tudo que haviam conseguido.

“Se eu conquistei algo com minha carreira musical, se eu acrescentei minha voz às pessoas que lutam por uma vida melhor para as mulheres, então isso é uma grande conquista”, disse Corin Tucker em 2018.

Lenda do riot grrrl, Heavens To Betsy faz reunião surpresa e anuncia turnê

https://www.youtube.com/watch?v=c3YhBH-iecU

 

Continue Reading

Urgente

Phoebe Bridgers anuncia álbum e lança o folk épico de “Lost boys”

Published

on

Phoebe Bridgers no clipe de Lost Boys, seu novo single

Depois de fazer uma turnê secreta em que os shows viraram quase clubes de confiança (os fãs eram proibidos de fotografar, filmar ou enviar qualquer coisa pela internet para não vazar o novo repertório), Phoebe Bridgers finalmente anunciou que seu próximo disco se chama Lost weekend e sai dia 14 de agosto pelo selo Dead Oceans. Mais que isso: saiu também Lost boys, primeiro single do álbum.

A música é um folk com cadência motorik, um pouco mais intensa, digamos, que o som dela – lembra mais até a música do Boygenius, sua banda com Julien Baker e Lucy Dacus. O clipe, uma espécie de road movie medieval, traz Phoebe de cabelos prateados, num misto de princesa e elfa, com orelhas pontudas – e ela surge acompanhada de uma turma de cosplayers, que promove uma luta de espadas num cemitério de automóveis. O refrão: “Garotos perdidos nunca crescem, nunca voltam para casa / garotos perdidos nunca gastam o dinheiro do lanche / garotos perdidos nunca crescem, nunca envelhecem / garotos perdidos me encontram”.

Por acaso, tem Boygenius envolvido na música, já que Julien Baker e Lucy Dacus fazem vocais na canção. A faixa tem tmbém participações de Chris Thile (bandolim), Sebastian Steinberg (baixo), Rob Moose (arranjos de cordas) e Nate Walcott (Bright Eyes, trompetes). O vídeo foi dirigido por Lance Oppenheim e Pablo Rochat e tem participação do ator e músico Skyler Gisondo como o rapaz que trabalha numa loja de conveniências e entra pra turma de cavaleiros medievais.

Não há grandes infos sobre Lost weekend. No Bandcamp de Phoebe, a capa do disco já pode ser vista, bem como o número de faixas (dezesseis). Pelo que diz lá, Lost boys é a segunda faixa do álbum. Olha a capa aí.

Capa do álbum Lost Weekend, de Phoebe Bridgers

Continue Reading

Urgente

Blondshell apresenta “Violins”, disco inspirado por “cura, paciência e gentileza”

Published

on

“Senti que não precisava explicar nada em excesso, que podia confiar mais nas pessoas que estavam ouvindo. Parece que a cada disco que gravo, me aproximo mais de criar aquilo que realmente quero fazer”, diz Sabrina Teitelbaum, a popular Blondshell.

Essa declaração rolou porque ela acaba de anunciar seu próximo álbum, Violins, que sai em 25 de setembro pela Partisan Records. É o terceiro álbum, que sai após If you asked for a picture, do ano passado. E é um disco que, diz ela, se aproxima de sua verdade como cantora e compositora.

O disco já havia tido o single Heart has to work so hard como batedor. A faixa-título acaba de ser lançada como single (e ganhou clipe também) e, conta ela, “resume o álbum de muitas maneiras”.

“Quando eu estava compondo, me senti muito atraída por imagens de paciência e gentileza, por exemplo, encostar a cabeça no ombro de alguém, ao lado de imagens de violência”, diz.

“Também me inspirei na ideia de cura gradual e em me recusar a ser pressionada por qualquer força externa. As coisas realmente levam o tempo que levam. Ainda não cheguei a um ponto da vida em que posso ter uma política de ‘sem idiotas’, mas gosto da ideia de me livrar de pessoas que não me permitem ter limites”, completa.

Violins foi produzido por Yves Rothman, mixado por Beatriz Artola e masterizado por Emily Laza. O álbum tem onze faixas (veja abaixo junto com a capa) e o texto de lançamento garante que ele “troca o véu de relacionamentos amorosos problemáticos por algo mais corajoso, questionando como equilibramos a violência do mundo com sua beleza através de canções sobre amizades conturbadas, religião, o corpo e o longo e pouco glamoroso processo de cura”.

Outro detalhe sobre Violins é que, entre as referências do disco, estão nomes como Gang of Four, Teenage Fanclub, The Go-Betweens e Sade, “além de referências líricas a Leonard Cohen e Pavement”.

LISTA DE FAIXAS
01. Violins
02. Heart has to work so hard
03. Lucky
04. Sea legs
05. New shape
06. Stone fruit
07. Two fried
08. New age trojan horse
09. Knotted
10. Reinstall
11. Fur Elise

Capa do álbum Violins, de Blondshell

Capa do álbum Violins, de Blondshell

Continue Reading

Acompanhe pos RSS