Cultura Pop
E Barry Gibb, que virou meme por causa de Glastonbury?

Lembra daquela velha piada sobre o sujeito que foi a um show do Black Sabbath e voltou elogiando a banda porque eles “tocaram um cover do Faith No More”? No caso, a música é War pigs, gravada pelo Sabbath em 1970 e, duas décadas depois, relida pelo FNM.
Aconteceu quase o mesmo com uma mulher chamada Rachel Burns, que assistiu ao show de Barry Gibb (único integrante dos Bee Gees vivo) no festival de Glastonbury neste domingo (25). Em 75 minutos de apresentação, ele mergulhou na parte funda da piscina do repertório de seu grupo, com vários hits. Rachel resolveu fazer um comentário irônico, mas muita gente achou que ela caiu no mesmo erro de escala do nosso amigo fã de Black Sabbath. Olha aí.
Shame Barry Gibb hasn't got more of his own material. First he covered Take That, then Boyzone, now Steps. #Glastonbury2017
— Rachel Burns (@RachJBurns) June 25, 2017
Do repertório dos Bee Gees, cada um desses artistas catou algumas músicas: o Take That gravou a baladinha How deep is your love, o Boyzone gravou Words, o Steps levou Tragedy. Todo mundo que é fã da banda sabe, e Rachel, pelo que ela contou, também sabia. Mas uma turma numerosa não levou nem um pouco na brincadeira as palavras de Rachel e mandou bala.
https://twitter.com/KeithThePoet/status/879026357132558337
If you knew who Barry Gibb is then you'll know he wrote the songs you are referring to.
— Georgia_DD (@GeorgiaBowring) June 25, 2017
You got to be joking he wrote those songs and hundreds more it's like comparing gold to tin
— stubbsy (@PaulStu00784431) June 25, 2017
Rachel depois avisou que, sim, sabia que se tratavam de covers e que estava só brincando. E procurou levar as reações dos novos haters na zoeira.
I'd best not say anything about Chic singing a Daft Punk song, had I? #YESIKNOWNILEROGERSCOWROTEIT #Glastonbury2017
— Rachel Burns (@RachJBurns) June 25, 2017
Oh I totally agree Jim! Obvs Georgia. And @KeithThePoet for his grace, humility and incredible storytelling. I could go on… https://t.co/xtG07kP40s
— Rachel Burns (@RachJBurns) June 26, 2017
O marido dela também entou na brincadeira.
After the last 24 hours I'm a bit worried what my wife @RachJBurns is going to tweet when we watch Ryan Adams at Green Man fest in August.
— Joseph Burns (@retlivdead) June 26, 2017
Mas tudo acabou, er, bem. Além dos haters, vieram lovers: muita gente (incluindo os comediantes Dara Ó Briain e David Baddiel) defendeu Rachel.
https://twitter.com/UncFestersPants/status/879153856172630016
This is a great, silly joke, further elevated to brilliance by the replies. And the replies to the replies. https://t.co/gh85YI1RlQ
— Dara Ó Briain (@daraobriain) June 26, 2017
It's a great joke. And then the stupidity of responses also hilarious: and terrifying.
— David Baddiel (@Baddiel) June 25, 2017
You have the patience of a saint.
— Julia Hartley-Brewer (@JuliaHB1) June 26, 2017
Aproveite e pegue aí alguns momentos do show de Barry Gibb.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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