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Balaclava Fest aumenta de tamanho em 2026 e anuncia line-up

Teve gente esperando que em 2026, o Balaclava Fest trouxesse o My Bloody Valentine. Não rolou dessa vez, mas que a programação desse ano tá ótima, tá. O evento dobra de tamanho em 2026 e anuncia sua décima sexta e maior edição, que vai trazer 16 shows, nacionais e internacionais, divididos em dois dias de programação.
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Realizado pela Balaclava Records, o festival acontece nos dias 26 e 27 de setembro, sábado e domingo, no Tokio Marine Hall, em São Paulo. No sábado (26/09), a programação destaca os shows de Blonde Redhead, Dry Cleaning e Bar Italia, além da banda brasileira Ludovic, prestes a lançar disco. Mas vai ter também o esperadíssimo midwest emo noventista de Pedro The Lion, o shoegaze dos norte-americanos Wishy, a cantora, compositora e produtora texana Liv. e o jangle pop do Sharp Pins.
Domingo (27/09) o festival traz de lá de fora DIIV, Beach Fossils, Wednesday, Sudan Archives, High Vis e Winona Riders, cumprindo uma escala de gêneros musicais que vai do shoegaze mais profundo à experimentação pop. Do Brasil, tem o hardcore rapidíssimo do Budang e o dream pop dos catarinenses Adorável Clichê.
Os ingressos do Balaclava Fest 2026 já estão disponíveis no site Ingresse.com nos setores de pista, camarote, frisas e cadeiras altas. Para quem está na capital paulista e deseja comprar sem taxa de conveniência, o Takkø Café é o ponto de venda físico oficial, localizado no bairro Vila Buarque, na região central da cidade. Confira abaixo os dias e horários de funcionamento do estabelecimento.
Outra grande novidade para este ano é que o cliente pode escolher comprar separadamente cada dia do evento ou garantir o Balaclava Combo, categoria que inclui entrada para as duas datas com desconto, além de uma série de privilégios atrelados ao festival e à Balaclava. Entre elas, estão: entrada prioritária nos dias do evento; receber e-mails em primeira mão sobre shows e festas de aquecimento do festival, além de cupons de desconto em shows e merchandising da Balaclava.
Serviço:
Balaclava Fest 2026
Datas: 26 e 27 de setembro de 2026, sábado e domingo
Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo
Próximo à estação João Dias (Linha 9-Esmeralda CPTM)
Horários do festival: Portas 15h / Encerramento 23h
Classificação etária: 16+
Ingressos aqui.
Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência): Takkø Café
R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP
Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.
Foto (DIIV): Coley Brown / Divulgação
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Pequeno Cidadão comemora 18 anos com turnê pelos Sescs do Rio

Você piscou o olho e o Pequeno Cidadão completou 18 anos. Uma banda infantil formada por nomes consagrados do rock brasileiro – Edgard Scandurra (Ira!), Taciana Barros (Gang 90 & Absurdettes) e o produtor musical Antonio Pinto, além de seus filhos – e que ainda agrega vários outros músicos, com direito a formações especiais. Como a que vai fazer uma mini-turnê pelos Sescs cariocas a partir deste sábado (11), no projeto SESC RJ Pulsar.
A turma que vai para o Rio inclui Taciana, Lúcio Maia (ex-Nação Zumbi, guitarra) e Luzia Barros no som, além de Wallace Kyoskys nas performances circenses – a ideia continua a mesma, que é celebrar a infância e oferecer um show musical e visual, com “rock educativo para crianças bagunceiras e adultos animados”. O nome do show que vem pro Rio é Vem dançar e no repertório estão sucessos como Meu anjinho, Avô avó e O sol e a lua – esse, o maior hit do grupo, com mais de cem milhões de views no YouTube.
“Eu não vejo diferença quando falo de música para criança, porque gosto de som bom, e, se o tema tratar do universo infantil, bacana, a criança vai se ligar, sabe? Tem muito lixo sendo vendido para criança, mas tem muita coisa de qualidade”, disse recentemente Taciana em entrevista ao site Scream & Yell, afirmando que a música feita para crianças não precisa ser “simples” em comparação com a dos adultos. “Criança ouve de tudo, inclusive música para criança. Toda criança ama Michael Jackson, por exemplo”.
O público do Pequeno Cidadão, afirma ela, se renova – mas as crianças que ouviam o som do grupo há mais de uma década ainda fazem parte desse público. “Essa é a magia de fazer som pra criança. Elas surgem todo ano pequenininhas, novas crianças vêm curtir seu primeiro show todo ano que passa e, paralelamente, as que vão crescendo muitas vezes seguem ouvindo”, disse. “O sol e a lua é uma música que, no nosso YouTube, atinge mais de um milhão de views todo mês e percebo, pelos comentários, que muitos vão lá ouvir pela saudade, pelo tanto que a música marcou uma época deles e, pra alguns, ainda marca”.
SERVIÇO
PEQUENO CIDADÃO | Circulação Sesc RJ Pulsar
(atenção para os horários diferentes de cada unidade)
11 de julho (sábado), às 11h
Centro Cultural Sesc Quitandinha
Av. Joaquim Rolla, 2 – Quitandinha – Petrópolis (RJ)
Venda presencial e online aqui.
12 de julho (domingo), às 16h
Sesc Teresópolis
Av. Delfim Moreira, 749 – Várzea – Teresópolis (RJ)
Venda apenas presenciais
18 de julho (sábado), às 11h
Sesc São Gonçalo
Av. Presidente Kennedy, 755, Estrela do Norte, São Gonçalo (RJ)
Venda apenas presenciais
19 de julho (domingo), às 11h
Sesc Nova Iguaçu
Rua Dom Adriano Hipólito, 10, Moquetá, Nova Iguaçu (RJ)
Venda apenas presenciais
26 de julho (domingo), às 16h
Sesc Nova Friburgo
Av. Presidente Costa e Silva, 231, Duas Pedras, Nova Friburgo (RJ)
Venda apenas presenciais
INGRESSOS
Inteira: R$ 15,00
Meia-entrada: R$ 7,50
Credencial Sesc Plena: R$ 10,50
Credencial Convênio Empresarial: R$ 11,50
Convênio Empresário: R$ 11,50
Programa de Comprometimento e Gratuidade (PCG): gratuito
Menores de 16 anos: gratuito
Foto: Pedro Gadia / Divulgação
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B-52’s desenterra a versão perdida do EP “Mesopotamia” em caixa de luxo

Todo mundo conhece aquelas histórias de discos que “quase” existiram. Poucos, porém, ganham uma segunda chance quarenta e poucos anos depois. O B-52’s resolveu desenterrar justamente um desses casos: Mesopotamia, o EP de 1982 produzido por David Byrne, vai finalmente aparecer do jeito que, ao menos em teoria, sempre deveria ter saído.
A caixa Ancient culture: Mesopotamia revisited chega em 21 de agosto em formatos de 3 LPs, 3 CDs e streaming. A principal novidade é que o primeiro disco transforma Mesopotamia em algo muito mais próximo do terceiro álbum que ele deveria ter sido. As seis faixas originais foram remasterizadas e ganham companhia de músicas gravadas na época para o disco original. Na prática, é a versão “director’s cut” de um disco que passou quatro décadas preso na sala de edição.
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Os outros discos entram no modo arqueologia pop. Um reúne remixes do material expandido, enquanto o terceiro resgata um show da banda no Roseland Ballroom, em Nova York, gravado em 19 de abril de 1982.
A novela de Mesopotamia é quase tão famosa quanto as músicas (contamos essa história certa vez e temos um podcast sobre a banda). Depois dos dois primeiros álbuns, o B-52’s atravessava um bloqueio criativo, e o empresário Gary Kurfirst – que também cuidava de Ramones, Blondie e Talking Heads – teve a brilhante ideia de colocar David Byrne, dos TH, na produção. Daí nasceu uma das lendas mais persistentes da new wave: a de que a banda odiou trabalhar com Byrne e, por isso, um LP virou um EP.
Só que o próprio B-52’s sempre contou outra história. Segundo eles, o problema nunca foi Byrne, mas a correria imposta por Kurfirst e pelas gravadoras Warner (nos EUA) e Island (no Reino Unido). A Island chegou até a lançar uma versão com remixes mais longos de três faixas antes de voltar atrás e recolher tudo das lojas. E, olha que interessante, a caixa recupera esses três remixes cagados (só que rebatizados como “international mixes”) no disco 2 do pacote.
O material original de Mesopotamia vai ser acrescido das músicas Adios desconocida, Big bird e Queen of Las Vegas, gravadas para o disco original – essas duas reapareceriam regravadas no álbum Whammy! (1983), a primeira só existia em demo (sendo que a versão de Queen que sairia em Mesopotamia saiu numa coletânea do grupo). Na lista original de faixas de Mesopotamia tinha também outra música que ficaria guardada e vazaria para Whammy!, que era Butterbean – mas a banda a deixou de fora da caixa.
E aí embaixo você acha toda a lista de faixas do pacote.
Lista de faixas:
Disco 1: Mesopotamia (Versão Completa)
01. Mesopotamia
02. Deep sleep
03. Adios desconocida *
04. Queen of Las Vegas
05. Nip tt in the bud
06. Loveland
07. Cake
08. Throw that beat in the garbage can
09. Big bird *
Disco 2: Remixes
01. Loveland (International mix)
02. Cake (International mix)
03. Throw that beat in the garbage can (International mix)
04. Loveland (Remix de Tom Durack)
05. Deep sleep (Remix de Tom Durack)
06. Mesopotamia (Remix de Tom Durack)
07. Cake (Remix de Tom Durack)
08. Throw that beat in the garbage can (Remix de Tom Durack)
09. Nip it in the bud (Remix de Tom Durack)
Disco 3: Meso-America: Ao vivo no Roseland Ballroom, Nova York, NY, 19 de abril de 1982
01. Party out of bounds *
02. Give me back my man *
03. Big bird *
04. Cake *
05. Lava *
06. Loveland *
07. Mesopotamia
08. Planet claire *
09. 606-0842 *
10. Throw that beat in the garbage can *
11. Dance this mess around *
12. 52 girls *
13. Nip it in the bud *
14. Rock lobster *
15. Private idaho *
* inédito
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Dani Bessa transforma memórias em indie pop no novo single “Monocromática”

Dani Bessa já tinha surgido aqui no Pop Fantasma com seu álbum Hiperdrama, de 2024 – e dessa vez ele retorna anunciando um EP previsto para o segundo semestre de 2026 (ou seja, tá pra sair). O disco novo do cantor e compositor da Zona Norte do Rio de Janeiro é aberto com Monocromática, single que marca o início de uma nova fase na sua música. É um indie pop que fala da vontade de esquecer uma pessoa ou relação passada, que Dani diz ser de uma cor só (monocromática, enfim).
Para a nova música, ele convidou Paula Cardeal para fazer vocais de apoio, e Leandro Bessa para providenciar produção, mixagem e masterização. Dani conta que Monocromática tem referências como de Mac DeMarco, Wallows e Bandalos Chinos, além de “atmosfera etérea e guitarras molhadas” nas quais ele quis colocar lembranças da infância. O EP que tá pra sair se chama Manual do tempo, tem cinco faixas, e vem de experiências pessoais.
- Feralkat une bossa nova e noise music em homenagem a Ryuichi Sakamoto
“A ideia do novo trabalho é fruto de tentativas frustradas de desafiar o tempo que as coisas levam para acontecer. Por não respeitar o curso natural de alguns acontecimentos em sua vida (ainda não era tempo de acontecer), ele registra as frustrações em seu Manual do tempo, um sketchbook físico que ganha vida para além do papel na forma das 5 músicas que compõem seu EP”, diz o comunicado de lançamento.
Já o clipe da faixa, com fotografia e vídeo de Rian Costa, também é pura recordação, já que há várias referências à gravação em VHS. Você confere o som novo de Dani Bessa aí embaixo.
Foto: Rian Costa / Divulgação







































