Connect with us

Urgente

Jungle vem ao Brasil em 2027, e os ingressos vêm bem antes

Published

on

Jungle - Foto: Mason Rose / Divulgação

O trio britânico de música eletrônica e neo-soul Jungle vai fazer show único no Brasil no Espaço Unimed, em São Paulo. A apresentação é só dia 30 de março de 2027, mas (siga a agenda) os ingressos ganham pré-venda a partir desta quinta (28), às 10h, por inscrição no site da Eventim. No dia 1 de junho, também às 10h, começa a pré-venda com uma senha para fãs e super-fãs do trio no Spotify. A venda para o público geral tem início no dia 2 de junho, às 10h, pelo link oficial.

O show marca a quinta visita deles ao país, após sua apresentação ao pôr do sol no Lollapalooza 2024. A data de 2027 faz parte da tour mundial que passa pelos EUA, Reino Unido e Europa no segundo semestre de 2026, antes de seguir para a Austrália e América do Sul no ano seguinte.

O anúncio da vinda coincide com o lançamento do novo single The wave, que adianta o quinto álbum de estúdio, Sunshine, com lançamento previsto para 14 de agosto. Uma música que tem influência da música brasileira dos anos 1960 e 1970, e que une vocais ligados à disco music e grooves setentistas – e cuja melodia é tão sonhadora quanto a de Carry on, single anterior, que também estará no álbum.

Com Sunshine já devidamente apresentado aos fãs, o repertório vai trazer muitas músicas do álbum, além de hits como Busy earning, The heart, Casio, Candle flame e Keep moving.

Foto: Mason Rose / Divulgação

Serviço
JUNGLE – World Tour 2027
30 de março de 2027 – terça-feira

Ingressos:
Pista: R$ 300 (meia) / R$ 600 (inteira)
Pista Premium: R$ 490 (meia) / R$ 980 (inteira)
Camarote A: R$ 550 (meia) / R$ 1100 (inteira)
Camarote B: R$ 495 (meia) / R$ 990 (inteira)

28/5 às 10h –  Pré-venda na Eventim mediante inscrição
1/6 às 10h – Pré-venda para fãs e superfãs do trio no Spotify
2/6 às 10h – Venda aberta para o público em geral na Eventim

Local: Espaço Unimed
Endereço: Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo – SP
Abertura da casa: 19h30
Horário do show: 21h30
Classificação etária: +18
Ingressos aqui

Urgente

Rolling Stones já estão gravando coisas novas, diz um músico ligado à banda

Published

on

Rolling Stones - Foto: Kevin Mazur / Divulgação

RESUMO: O saxofonista Courtney Pine revelou ter gravado recentemente com Mick Jagger para os Rolling Stones. A sessão reacende a possibilidade de outro álbum, embora a banda ainda não tenha confirmado nada.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Kevin Mazur / Divulgação

  • Quer receber nossas descobertas musicais direto no e-mail? Assine a newsletter do Pop Fantasma e não perca nada.

Os Rolling Stones mal lançaram Foreign tongues, seu 25º álbum de estúdio (resenhado aqui), e já podem estar preparando mais novidades. O saxofonista britânico Courtney Pine contou que esteve em estúdio com Mick Jagger há poucas semanas, apenas três meses depois da chegada do disco. E deu a entender que a gravação foi feita para a banda, não para algum projeto solo do cantor.

“Acabei de fazer outra sessão com Jagger há algumas semanas para os Rolling Stones”, revelou Pine ao programa Private passions, da BBC Radio 3. O músico, que vem do jazz, também falou sobre as diferenças entre seu trabalho e o universo do vocalista. “Mick é um artista incrível. Todo aquele universo pop é completamente diferente de tudo o que conheço”, afirmou.

Os dois já haviam trabalhado juntos em Wandering spirit, disco solo de Jagger lançado em 1993. Pine participou de uma primeira versão do álbum que acabou descartada e, posteriormente, foi chamado a Los Angeles para novas gravações. Mais de três décadas depois, os caminhos dos dois voltaram a se cruzar.

Por enquanto, ninguém confirmou que a sessão recente faz parte de um novo álbum dos Stones. Mas Jagger já havia dado algumas pistas de que não pretendia ficar muito tempo longe das composições. Em junho, antes mesmo do lançamento de Foreign tongues, ele comentou à NME sobre a possibilidade de o disco fazer parte de uma sequência de três trabalhos.

“Sim, poderia ser uma trilogia. Já comecei a escrever músicas, de qualquer forma”, respondeu. Só que nem tudo o que ele compõe acaba necessariamente nas mãos dos Rolling Stones. “Quando você escreve uma música, às vezes decide: ‘Isso não é para mim, mas poderia ser para o Red Hot Chili Peppers’, ou algo assim”, explicou. “Tenho muita coisa, e nem tudo é adequado para os Rolling Stones. Isso não deveria me impedir de continuar escrevendo”.

Se essas gravações vão render outro disco, ainda é cedo para saber. Mas, pelo visto, Jagger já está pensando no que vem depois de Foreign tongues.

  • Gostou do texto? Seu apoio mantém o Pop Fantasma funcionando todo dia. Apoie aqui.
  • E se ainda não assinou, dá tempo: assine a newsletter e receba nossos posts direto no e-mail.
Continue Reading

Urgente

Wry mistura shoegaze e pós-punk em “Décimo andar”, faixa sobre solidão e espera

Published

on

Wry - Foto: Eric Marques / Divulgação

RESUMO: O Wry antecipa seu nono álbum com Décimo andar, single de shoegaze e pós-punk sobre isolamento e ausência. A música chega com capa inspirada no Prédio Pirâmide, de Sorocaba.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Eric Marques / Divulgação

  • Quer receber nossas descobertas musicais direto no e-mail? Assine a newsletter do Pop Fantasma e não perca nada.

Em novembro, um ícone do rock alternativo nacional vai lançar disco novo: o Wry retorna com seu nono álbum de estúdio, cujo título ainda não foi revelado- só se sabe que é o segundo da banda a ser cantado em português. Para anunciar o disco, o grupo já lançou os singles Sob os olhos da multidão e No meio de um sonho, e agora é a vez de Décimo andar.

A faixa mistura shoegaze e pós-punk, com riffs gélidos e beat marcial – com sensação de isolamento acentuada pela parede de guitarras. Já a letra “surgiu de uma imagem: alguém sozinho à noite ouvindo a vida acontecer lá fora, enquanto espera por alguém que não está lá e talvez nunca esteve. O décimo andar é alto e longe do chão, um lugar de espera e observação. Conseguimos fazer uma música enigmática, densa e melancólica que parece uma cena de filme”, explica o vocalista e compositor Mario Bross.

A capa do single também tem a ver com essa ideia de distância e isolamento. Mario Bross usou uma foto do Edifício Antares, conhecido como “Prédio Pirâmide”, construído em 1986 no centro de Sorocaba (SP). O prédio, que virou um dos cartões-postais da cidade, tem uma ligação especial com o que a banda procura expressar na música. “A história desse prédio de certa forma serve como um parâmetro à nossa própria história, ao nosso lugar e à ideia de isolamento, observação e não pertencimento presentes na letra”, completa Bross.

Ainda sobre o próximo disco do Wry, a banda revela que ele vai ter dez faixas inéditas que abordam amor, dor e sobrevivência – ele da sequência ao elogiado Aurora, de 2022. Além da Mario, participaram da gravação do single Lu Marcello (guitarra), William Leonotti (baixo), Gabriel Penatti (harmonia vocal) e Italo Ribeiro (bateria), além de João Antunes, que cuidou de eletrônicos e fez a produção (com Bross), a gravação (com Luciano Marcello) e a mixagem e a masterização de Décimo andar.

  • Gostou do texto? Seu apoio mantém o Pop Fantasma funcionando todo dia. Apoie aqui.
  • E se ainda não assinou, dá tempo: assine a newsletter e receba nossos posts direto no e-mail.

 

Continue Reading

Urgente

Pássaros: dupla mexe no baú e estreia com música guardada há anos

Published

on

Pássaros: dupla mexe no baú e estreia com música guardada há anos

RESUMO: Formado por Débora Camiotto e Zozi Xavier, o Pássaros estreia com Não te quero mais, composição recuperada após mais de duas décadas que mistura grunge, nu metal e industrial.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação

  • Quer receber nossas descobertas musicais direto no e-mail? Assine a newsletter do Pop Fantasma e não perca nada.

Uma música composta há mais de 20 anos foi o ponto de partida para a estreia do Pássaros, dupla de Florianópolis (SC) formada pela cantora Débora Camiotto e pelo multiinstrumentista Zozi Xavier. Lançada em setembro, Não te quero mais recupera uma composição de James Raznor, antigo parceiro musical de Débora, e mistura grunge, nu metal e industrial.

Débora passou por bandas da cena independente paulista, como Hellas e BBGG. Já Zozi, natural de Pelotas (RS), tocou em grupos como Biotech e Fake Twilight, além de projetos autorais como La Noche Del Cuervo e Redundance. “Nos conhecemos em Florianópolis, no meio do caminho entre nossos antigos mundos, e desde o início, a música ocupou uma parte central no nosso relacionamento. Então voltar a produzir sempre foi um desejo forte, que agora conseguimos realizar”, conta Zozi.

A dupla já prepara o próximo single, Reinfect, cantado em inglês. As letras do projeto abordam experiências pessoais, conflitos emocionais e temas sombrios, às vezes com alguma ironia.

O nome Pássaros vem da imagem de uma ave presa numa gaiola, sem perceber que pode escapar. Para Débora, a metáfora também tem um significado pessoal. “Refere-se àquela sensação de estar preso, ao desejo de romper limites e à descoberta de que as asas sempre estiveram ali. Pra mim, é o ressurgimento depois de um período pessoal muito difícil, na música encontrei uma forma de sair da inércia”, explica.

  • Gostou do texto? Seu apoio mantém o Pop Fantasma funcionando todo dia. Apoie aqui.
  • E se ainda não assinou, dá tempo: assine a newsletter e receba nossos posts direto no e-mail.

 

Continue Reading

Acompanhe pos RSS

Rolling Stones - Foto: Kevin Mazur / Divulgação
Urgente6 horas ago

Rolling Stones já estão gravando coisas novas, diz um músico ligado à banda

Wry - Foto: Eric Marques / Divulgação
Urgente6 horas ago

Wry mistura shoegaze e pós-punk em “Décimo andar”, faixa sobre solidão e espera

Pássaros: dupla mexe no baú e estreia com música guardada há anos
Urgente6 horas ago

Pássaros: dupla mexe no baú e estreia com música guardada há anos

Afonso Antunes revisita “Pelas seis” com Nina Nicolaiewsky no apê da infância
Urgente6 horas ago

Afonso Antunes revisita “Pelas seis” com Nina Nicolaiewsky no apê da infância

Zimbra (Foto: André Calvão / Divulgação)
Urgente6 horas ago

Zimbra: lembranças de acidente sofrido por integrante em single novo

Charm Offensive (Foto: Divulgação)
Urgente6 horas ago

Charm Offensive transforma insônia e crises de identidade em power pop nervoso

Superfuzzy - Foto: Lucas Shtorach / Divulgação
Urgente6 horas ago

Superfuzzy fala sobre depressão e dificuldades emocionais no single “Sem direção”

Grimes mistura IA, religião e distopia em “Accelerando”, primeira faixa de "Psy opera"
Urgente3 dias ago

Grimes mistura IA, religião e distopia em “Accelerando”, primeira faixa de “Psy opera”

Instagram não para de recomendar "Higher", do Creed - e nem sabe por quê
Urgente3 dias ago

Instagram não para de recomendar “Higher”, do Creed – e nem sabe por quê

Resenha: Nigéria Futebol Clube - “Ambiente jazz”
Crítica3 dias ago

Ouvimos: Nigéria Futebol Clube – “Ambiente jazz”

Resenha: Cara Delevingne – “Not normal”
Crítica3 dias ago

Ouvimos: Cara Delevingne – “Not normal”

Resenha: Bayside Kings - "Atlas"
Crítica3 dias ago

Ouvimos: Bayside Kings – “Atlas”

Resenha: Kelley Stoltz – “If you don’t know me, buy now”
Crítica3 dias ago

Ouvimos: Kelley Stoltz – “If you don’t know me, buy now”

Samuel Amaro - Foto: Lírica Aragão e Pietro Saura / Divulgação
Urgente3 dias ago

Samuel Amaro transforma implicância amorosa em clipe inspirado no city pop

Dizturbia - Foto: Daniely Simões / Divulgação
Urgente3 dias ago

Dizturbia mistura punk eletrônico, stoner e conflitos em single duplo, “Trégua”

Resenha: Fat Dog - "Cancel me (I’m tired)"
Crítica4 dias ago

Ouvimos: Fat Dog – “Cancel me (I’m tired)”

Fontaines D.C. - Foto: Elizaveta Porodina / Divulgação
Urgente4 dias ago

Fontaines D.C.: o que já dá pra esperar do álbum “Dopamine chamber”

Resenha: Naimaculada - "Acromatopsia" (EP)
Crítica4 dias ago

Ouvimos: Naimaculada – “Acromatopsia” (EP)