Cultura Pop
As duas primeiras horas da MTV

Quando a MTV entrou no ar, dia 1º de agosto de 1981 (opa, faz 40 anos daqui a pouco), o clima era outro. Não havia aquele esquema cheio de sons e imagens acompanhando as matérias, cabeças e entrevistas o tempo todo. Aliás, levando em conta o que já vimos numas matérias antigas do Fantástico, devia rolar uma noção séria de que a imagem, na TV, cobriria tudo – não era preciso nem mesmo um BGzinho para tapar uns buracos por ai afora.
O primeiro clipe a abrir a MTV, você deve saber, foi Video killed the radio star, da banda The Buggles. Logo na sequência viria a versão pesadinha de Pat Benatar para You better run, da banda de blue eyed soul Young Rascals. E a apresentação dos primeiros VJs: Mark Goodman, Martha Quinn, Alan Hunter, JJ Jackson e Nina Blackwood. Todos se apresentavam, falavam o que iriam cobrir e, particularmente, sobrou para Goodman dar a noção básica aos telespectadores de que aquilo que iriam ver ali era absolutamente novo.
“Somos muito parecidos com sua estação de rádio favorita, mas você verá sua música favorita”, afirmou ele, fazendo questão de dizer que, após aquele primeiro dia, ninguém mais ouviria música do mesmo jeito. Errado não tava.
>>> Veja também no POP FANTASMA: Conversas meio loucas na festa da MTV em 1985
A lista de primeiros clipes da MTV (tá tudo aqui) ainda incluía nomes como The Who (You better, you bet, estouradíssimo naquela época), PhD (grupo de new wave que achou seu lugar ao sol com Little Suzi’s on the up, cujo clipe estava na lista), o veterano Cliff Richard (We don’t talk anymore) e até Todd Rundgren (Time heals).
Os arena-rockers do REO Speedwagon deram azar: o clipe de Take it on the run, gravado ao vivo, foi interrompido após 12 segundos por motivos técnicos. Iron Maiden, do Iron Maiden, foi o primeiro metal tocado na emissora. E além disso, digladiavam-se pela atenção dos telespectadores nomes como Pretenders, Robert Palmer, The Cars e até o jazz-fusionista Lee Ritenour.
E a quem interessar possa, alguém subiu as duas primeiras horas da MTV no YouTube.
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Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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