Cultura Pop
Malcolm McLaren apresenta o hip hop aos telespectadores ingleses

Tá no YouTube o momento em que uma porrada de gente foi apresentada ao universo do hip hop: a ocasião em que Malcolm McLaren, ex-empresário dos Sex Pistols, deu uma passada no programa de TV britânico The Tube para adiantar o que estava por vir em seu vindouro single, Buffalo gals. Foi em 19 de novembro de 1982. Olha aí.
Animadaço, Malcolm decretava que as guitarras já tiveram sua vez e não precisavam mais ser o principal veículo de quem queria fazer música. “Você pode escolher um amigo na estrada, juntar seus decks com um beatbox e fazer seus próprios registros, desmoralizando o mito pop e começando a encontrar uma maneira de usar o material sozinho”, contou para o apresentador da atração – ninguém menos que Jools Holland, então recém-saído do Squeeze.

A Inglaterra já tinha clubes de hip hop nessa época. O primeiro foi o Language Lab, fundado em 1981 pelos músicos Tom Dixon e Nick Jones, ambos da banda Funkapolitan. Eles tinham aberto shows do Clash em Nova York e viram inúmeras apresentações de rap e black music por lá – o que os animou a levar o conceito para Londres.
O Language virou mania e logo começou a receber uma série de artistas da hora: Boy George, Spandau Ballet. “Todos queriam saber: o que está acontecendo? Que tipo de música é essa?”, lembrou Nick. Quando a turma que comparecia às festas no local virou uma multidão de meter medo, Dixon e Jones passaram a fazer festas em prédios na zona industrial de Londres.
Na mais completa animação com o novo estilo musical, McLaren falava com Holland sobre conceitos como “scratch” e “break” como se fossem milagres da cultura pop. “Isso tudo tem a ver com a coisa de não ter que lidar com produtos pop pré-embalados. Eu gosto disso”, contou o empresário e produtor.
E esse aí é o clipe de Buffalo gals.
Com infos de Joe Rush.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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