Cultura Pop
Faixas bônus de David Bowie no Acervo Pop Fantasma

Vamos ter bastante trabalho nos próximos meses (e se tudo ajudar, nos próximos anos). Além do nosso podcast oficial, o Pop Fantasma Documento, temos ainda mais um podcast só pra assinantes que começa hoje, ou melhor, agora.
O Acervo Pop Fantasma vai contar histórias sobre itens do nosso acervo: discos (LPs, K7s, singles), livros, DVDs, o que suscitar casos mais interessantes. A ideia é trazer não apenas casos do disco em questão, mas também da edição que a gente tem aqui: como ela é, se valeu a pena comprar, se foi uma enganação, se foi o que deu pra comprar. O mesmo valendo para livros, DVDs ou o que for o assunto do podcast. Além de umas histórias pessoais sobre nossa relação com o disco, livro, DVD em questão.
O Acervo Pop Fantasma está disponível apenas para assinantes e vai funcionar no YouTube, pelo menos no comecinho. Para ter acesso a ele, é só aderir ao nosso financiamento mensal pelo Catarse: catarse.me/popfantasma. A ideia desse financiamento é sustentar os trabalhos do popfantasmaverso: o site, os podcasts e mais umas ideias que estamos tendo aí. Com apenas dez reais por mês você já mantém o trabalho sadio, de pé, e diário (até porque, dessa forma, ele se transforma em nossa principal atividade!)
Como a gente é muito gente fina, decidimos abrir os três primeiros podcasts pra todo mundo que frequenta o site. O primeiro foi sobre uma época muito complicada da vida do The Who, quando a banda de Pete Townshend lançou o disco The Who by numbers (1975). O segundo é sobre a capa do disco Acabou chorare, dos Novos Baianos (1972). E por algum motivo aqui em casa só tem a capa e o LP desapareceu. O terceiro é sobre os CDs de David Bowie lançados pela Rykodisc, em 1990, com faixas bônus. A partir de semana que vem, então, o Acervo Pop Fantasma se transforma numa recompensa para os apoiadores do site!
O Acervo Pop Fantasma é um podcast semanal, dura de 10 a 15 minutos (ou seja: agora você nem tem desculpa pra não ouvir podcast), e sobe toda segunda-feira ao meio-dia. Roteiro, edição, narração: Ricardo Schott. Arte: Aline Haluch. Trilha sonora: Leandro Souto Maior.
E o Pop Fantasma Documento é esse podcast aí embaixo.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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