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Cultura Pop

The Graduate: o passado mod do Tears For Fears

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The Graduate: o passado mod do Tears For Fears

Parece o The Jam, o The Who ou até bandas mais recentes que chuparam as franjas e o rigor modista dos mods. Mas é o projeto pré-Tears For Fears de Roland Orzabal e Curt Smith. Entre 1978 e 1981, os dois faziam parte de uma banda chamada The Graduate, que revolvia os escombros do movimento que gerou grupos como The Who e Small Faces, misturando-o com ska e new wave.

O som do Graduate até que não provoca muito estranhamento em quem conhece a primeira fase do Tears For Fears, do disco “The hurting” (1983). Uma fase mais dura, politicamente engajada e voltada para o pós-punk rude, embora com belas melodias. O grupo tinha na formação Roland (voz, guitarra e teclados), Curt (baixo, teclados e alguns vocais), John Baker (guitarra e alguns vocais), Steve Buck (teclados e flauta) e Andy Marsden (bateria). E gravou um único disco em 1980, “Acting my age” (pelo selo Pye, o mesmo que lançou discos dos Kinks nos anos 1960). Também fizeram algumas aparições na TV.

Isso aí é o The Graduate tocando o quase-hit “Elvis should play ska”. O baterista Andy Marsden apareceu nos comentários do YouTube e lembrou que se trata de um vídeo de dezembro de 1980. E não de 1981, como diz o texto do vídeo.

A música saiu no primeiro single da banda (com “Julie Julie” no lado B). E o Elvis do título não era o Presley, e sim Elvis Costello. Na época, ele deu uma entrevista meio polêmica, reclamando que todo mundo estava embarcando na onda do ska. Daí a referência.

A opinião do Brasil sobre o som do The Graduate, direto do YouTube.

Essa é a faixa-título do CD. No palco, baixa o Paul Weller em Roland Orzabal. Olha só o cara tocando e cantando. A música é tão alegrinha que mal dá pra imaginá-lo com Smith no Tears For Fears três anos depois.

E teve também “Bad dreams”.

Depois da saída da dupla que formaria o TFF, o grupo ainda gravou mais um disco, “Ambitions”, em 1981. O álbum nunca foi lançado porque a gravadora perdeu o interesse por eles. Nesse papo aqui (em inglês), Orzabal e Smith lembram que começaram a curtir rock sintetizado e artistas como Gary Numan. Isso acabou por afastá-los do conceito do Graduate.

Em 2001, todo o material da banda, inédito ou não, saiu na versão em CD de “Acting my age”. Você pega essas músicas aí embaixo, disponibilizadas no YouTube por um fã-clube brasileiro de Smith e Orzabal. E tem Tears For Fears vindo aí, no Rock In Rio.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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