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Radar: Reptile Tile, Dark Archer, Hallucinophonics – e mais sons do Groover

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Reptile Tile (Foto: Divulgação)

O Pop Fantasma tá na Groover! Por lá, artistas independentes mandam seus sons pra uma rede de curadores – e a gente faz parte desse time. Fizemos hoje uma relação do que tem chegado de legal até a gente por lá – começando com o som do Reptile Tile.

O que tem chegado até nós? De tudo um pouco, mas, curiosamente (ou nem tanto), uma leva forte de bandas e projetos mergulhados no pós-punk, darkwave, eletrônico, punk, experimental, no wave e afins.

Texto: Ricardo Schott – Foto (Reptile Tile): Divulgação

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REPTILE TILE feat PERIOD BOMB, “ISLE OF BLAME”. Acompanhado da musicista Camila Alvarez (responsável pelo ruidoso e feminista projeto Period Bomb), lá vem o Reptile Tile investindo na psicodelia jazzy, com um clipe que poderia ter sido feito em 1988 pelo seu sobrinho com uma câmera portátil. O tema de Isle of blame é bastante atual: “para onde vai toda a culpa quando alguém não é capaz de refletir sobre si?”. Looking for Leandro, o álbum do Reptile Tile, sai neste ano.

DARK ARCHER, “ZERO TO SIXTY” / “THE UNDYING”. Com um EP recém-lançado chamado Signal / Flesh, esse projeto de Atlanta investe em música pesada, sombria e reflexiva, entre o metal e o rock alternativo. The undying fala sobre “como o poder manipula crenças, obediência e divisão ao longo do tempo” e Zero to sixty comenta a respeito da “tensão entre empurrar e puxar, impulso e estagnação”. Temas como ruptura, ansiedade moderna e cultura da aceleração estão entre os preferidos do Dark Archer.

MOSQUITO CONTROL MUSIC, “WE CAME TO PLAY”. Criado quando os co-produtores Tim Ganard e Bruce Bouillet ouviram uma playlist com hits do ano de 1989 (e com faixas de artistas como Egyptian Lover, New Order e The Cult), o MCM surgiu com a ideia de lembrar o espírito dessa época, mas sempre criando coisas novas em cima. We came to play mistura breakbeat e rock olhando direto para as pistas dos anos 80 e 90. Tem vocoder robótico, clima de electro à la Kraftwerk e um clipe que usa imagens de O senhor das moscas. Nostalgia de pista, mas com guitarras na frente.

HALLUCINOPHONICS, “AFTERNOON OF ACID RAIN”. Trazendo em seu som lembranças de bandas como Pink Floyd, Tame Impala e Porcupine Tree, o Hallucinophonics lançou recentemente o álbum Falling, além de alguns singles em separado. Um deles, o psicodélico Afternoon of acid rain, tem o melhor clipe feito em IA que você vai ver – geralmente IA acaba sendo usada para fazer clipes horrorosos, e no caso deles, tá bem profissional. O som, nessa música, lembra um The Hollies mais modernizado.

NADÏ, “PSYKANYKO”. O Nadï, cujo nome significa é “a corrente, o rio”, é um trio de rock de Gers, no Sudoeste da França. Eles definem sua música como “ora calma, ora selvagem, mesclando ritmos intensos, riffs marcantes e melodias ricas”, e fazem um som que mistura elementos de art rock e progressivo – como no single Psykaniko, presente em seu álbum Fenderis (2025).

ZENTOY, “VELVET DREAM”. Esse músico da Bélgica jura que seu novo single, Velvet dream, tem esse clima psicodélico e eletrônico feito da forma mais orgânica possível: nada de samples ou de IA, tudo tocado de verdade, e tudo dando a ideia de estar dentro de um sonho, como diz a letra. A faixa ganhou três versões (single, instrumental e radio mix), e cada uma delas ganha um clipe diferente. “Convidamos três diretores, enviando a eles um roteiro idêntico, a fim de adicionar uma dimensão onírica extra e ver para qual universo particular sua criatividade poderia transportar cada versão da música “, conta Zentoy.

ALEPH NAUGHT AND THE NULL SET, “DYING IS EASY, LIVING IS HARD”. “Em parte, me inspirei no livro Sobre a morte e o morrer, de Elizabeth Kübler-Ross. E essa música foi parcialmente inspirada no meu filho, que tem fibrose cística e quase morreu pelo menos seis vezes – para ele, teria sido mais fácil morrer, e em uma ocasião precisei convencê-lo a não interromper o tratamento. Afinal, morrer é fácil, viver é difícil”, conta Aleph Naught, definindo da melhor maneira seu single de nove minutos (!), com referências de rock progressivo e metal. Five stages, o álbum novo, está nas plataformas desde dezembro, e vale a conferida.

TENSIXTIES, “ALL PENT UP” / “SUMMER’S GONE”. Mesmo com um “sixties” encartado no nome, esse projeto musical faz mesmo é som ligado aos anos 1980, 1990 e 2000: LCD Soundsystem, New Order e Talking Heads estão entre as influências desse grupo, que já surgiu há um bom tempo no underground de Buenos Aires, encerrou atividades e voltou já com três singles lançados – os dois mais recentes estão aí. All pent up é mais agitada e Summer’s gone abre com cara de pop adulto e sofisticado, mas embarca no indie rock depois.

FORGOTTEN GARDEN, “OVERLORD”. Parece até um tema tradicional, de origem folk, que virou rock – mas a música nova desse projeto criado pelo músico escocês Danny Elliott (com a portuguesa Inês Rebelo nos vocais) fala mesmo é de “dinheiro, poder, ganância e engano — e sobre como isso pode corromper um indivíduo”. O som fica entre o folk, o soft rock e o progressivo, mas com referências confessas de bandas como The Cure.

SANCHO VILLA, “HERE TONIGHT”. A ideia desse grupo do Texas é misturar rock clássico, toques de blues e jazz, e alguma coisa latina que vai surgindo devagar nas músicas, nem que seja em algumas linhas vocais – como é o caso desse single Here tonight, que faz parte do álbum Serenade & run, lançado no ano passado. Uma das grandes inspirações do grupo é um valor musical clássico do Texas – ninguém menos que o saudoso Roky Erickson.

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Radar: Saline Eyes, Crá Croí, The Essence Of The Universe – e mais sons do Groover

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Saline Eyes (Foto: Divulgação)

O Pop Fantasma tá na Groover! Por lá, artistas independentes mandam seus sons pra uma rede de curadores – e a gente faz parte desse time. Fizemos hoje uma relação do que tem chegado de legal até a gente por lá – começando com o som do Saline Eyes.

O que tem chegado até nós? De tudo um pouco, mas, curiosamente (ou nem tanto), uma leva forte de bandas e projetos mergulhados no pós-punk, darkwave, eletrônico, punk, experimental, no wave e afins.

Texto: Ricardo Schott – Foto (Saline Eyes): Divulgação

SALINE EYES, “NOTHING’S WRONG”. Batida marcada, baixo, violão e voz abrem caminho para uma faixa que vai acumulando instrumentos e tensão até a explosão vocal do último refrão. A letra joga com a ironia: a afirmação de que “não há nada errado” sugere justamente o contrário. No meio, uma ponte mais longa interrompe o ritmo e traz teclados que lembram o Fender Rhodes e o clima de Riders on the storm, do The Doors. Mais um som do projeto do criativo James Hackett.

CRA CROÍ, “BLACK SNOW”. Essa banda irlandesa imagina uma paisagem emocional pós-apocalíptica, em que tudo é destruído -bom, sobram algumas coisas, e isso faz parte da música. No meio desse cenário, a procura por alguma luz reaparece como sinal de que ainda existe esperança. O som combina batidas marcadas, guitarras distorcidas, sintetizadores oitentistas e vocais carregados de tensão.

A faixa é uma das prévias de Tá brón orm — expressão irlandesa para algo como “a tristeza está sobre mim”. O álbum de estreia da banda terá 11 músicas e chega em 30 de outubro. A Crá Croí também busca no irlandês seu próprio nome, que pode ser traduzido como “tormento do coração”.

THE ESSENCE OF THE UNIVERSE, “MEDICINE MAN”. Esse duo sueco mistura rock psicodélico e grunge numa faixa de guitarras sujas, baixo inquieto e vocais fantasmagóricos. No estúdio, Daniel di Porto Rosa e Nic Nikita construíram boa parte da tensão no diálogo entre guitarra e baixo. A gravação ainda ganhou uma jaw harp, instrumento lançado por Nic na direção de Daniel no meio da sessão – aparentemente, sua maneira de sugerir que ela entrasse na música.

ROYAL COMMISSION, “HARD TO DEFEND”. Dean Robb, criador desse projeto musical, olha para aquela figura comum em cidade pequena ou ambiente de trabalho: a pessoa que sabe tudo da vida alheia sem nem conversar com você. A irritação, porém, vem acompanhada de certa pena no refrão. Gravada em clima de fita demo, com guitarras usadas, bateria eletrônica e um microfone de 13,95 dólares, Hard to defend transforma a precariedade do projeto DIY em parte de seu rock alternativo lo-fi.

DILUTE_CALICO98, “EYES OF THE WELL”. O Dilute_Calico98 faz um rock eletrônico de vocal doce e clima eletrogaze: tudo soa digital, meio podre e, ao mesmo tempo, como música feita no meio das nuvens. A estética webcore desse single combina com Virtua, disco em que a banda de Fresno mexe com nostalgia da internet antiga, isolamento e espaços liminares.

JAMES TONIC, “WHEREVER YOU ARE”. “Uma canção sobre a vida que nunca aconteceu”: é assim que James Tonic define a faixa, na qual imagina a versão de um relacionamento que não chegou a existir. Gravada com banda ao vivo, ela mistura piano, cordas e sintetizadores num pop alternativo que passa por Lana Del Rey, Cigarettes After Sex e Beach House. A música abre uma série de quatro singles ligados à saga dos álbuns Safety e Safety II.

MISTEREGG, “STUCK IN THE MIDDLE”. O projeto italiano volta às guitarras com uma faixa que cruza referências do rock britânico clássico com indie atual. Oasis e Beatles aparecem no horizonte, assim como Arctic Monkeys, enquanto as guitarras buscam algo do fraseado de David Gilmour. Baixo forte e ritmo ensolarado empurram a música até um final feito para coro, reforçando a fase mais diretamente rock do MisteregG (escrevemos tudo com maiúsculas lá em cima, mas a grafia correta é essa daí).

VERWO, “FILTER”. O guitarrista e cantor suíço Verwo usa a faixa para explorar ideias de autores como Jean Baudrillard, Georges Bataille e Nick Land, em meio a um pós-punk microtonal e experimental. Parte do EP Singhularity, o sexto do músico, a canção funciona também como preparação para uma mudança: nos próximos trabalhos, ele pretende abandonar o formato tradicional de música e aproximar poesia em prosa e fusão sinfônica.

NAIVE MEN LEADING THE BLIND, “FAIRYTALE LOVE”. O Naive Men Leading The Blind é um projeto de indie rock que aposta em melodias e camadas de guitarras que frequentemente disputam espaço. Essa faixa quase saiu no ano passado, mas o grupo jogou fora as gravações, mexeu na composição e começou de novo.

“É como ouvir duas músicas ao mesmo tempo… esmagador”, disse um conhecido sobre o som da banda. Para eles, é justamente essa tensão que torna as músicas interessantes. O single antecipa o EP de estreia, previsto para 16 de outubro.

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Radar: Spirals, Metamourne, The Rancho Park Devils – e mais sons do Groover!

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Spirals (Foto: Divulgação)

O Pop Fantasma tá na Groover! Por lá, artistas independentes mandam seus sons pra uma rede de curadores – e a gente faz parte desse time. Fizemos hoje uma relação do que tem chegado de legal até a gente por lá – começando com o som do Spirals.

O que tem chegado até nós? De tudo um pouco, mas, curiosamente (ou nem tanto), uma leva forte de bandas e projetos mergulhados no pós-punk, darkwave, eletrônico, punk, experimental, no wave e afins.

Texto: Ricardo Schott – Foto (Spirals): Divulgação

SPIRALS, “NEVER LEARN”. Essa banda do Texas faz rock com pegada country, não apenas na musicalidade, como também nas letras sofridas – como a de Never learn, do recente EP Reflections, que fala no suplício de uma saudade tamanho-família. “Você levou as chaves do meu coração / por que te amar é tão difícil? / sempre nos faltam palavras / às vezes acho que nunca aprenderemos”.

METAMOURNE, “GRAVE WALKER”. Essa dupla australiana mergulha ainda mais no darkwave e no pós-punk em sua primeira composição inédita desde o EP Nocturne minuet, lançado em maio. A faixa amplia o uso de sintetizadores e elementos eletrônicos, criando uma atmosfera mais sombria. Na letra, a morte assume o ponto de vista da narrativa e observa a passagem inevitável de todas as coisas vivas para o fim.

THE RANCHO PARK DEVILS, “RED WINE SUPERNOVA”. Essa dupla de Los Angeles, formada por C. Tyler Michaud e Cheryl Lee Scott, aposta em guitarras, baixo, órgão e bateria para criar um rock ao mesmo tempo cru e melódico, com referências à diversidade musical de sua cidade. A faixa sucede o EP de estreia Baby, enquanto a dupla prepara seu primeiro álbum para 2026. E Red wine supernova é punk com vibe country – ou seria o contrário?

HAGA 187, “FRESH THOUGHTS”. Projeto de um músico só, vindo da França, o Haga 187 lança discos e singles repletos de uma música experimental e bem desafiadora, feita provavelmente em estúdio caseiro – e se bobear, gravada de forma bem analógica. Fresh thoughts, faixa-título do novo álbum, soa como um Suicide bem viajante.

ALEXAYNDRA, “LITTLE RED”. Vinda de New England, Estados Unidos, essa cantora combina rock industrial, alternativo e eletrônico em Little red, novo single. A faixa aposta numa atmosfera sombria e passa por elementos de metalcore e experimentação eletrônica. Os vocais alternam momentos intimistas e intensos, enquanto a produção trabalha o contraste entre tensão, peso e explosões instrumentais.

OUTLAW CARTIER, “POLTERGEIST”. Esse projeto musical é BEM produtivo – recentemente apareceu no Pop Fantasma com a resenha do EP … And hell’s coming with me – e cruza pós-punk, rock alternativo e elementos do hip hop e do trap. Essa mistura ressurge no single Poltergeist, que combina guitarras agressivas, baixo acelerado e sintetizadores sombrios com um vocal de cadência próxima do rap e tratamento inspirado no trap. O resultado aproxima a atmosfera escura do pós-punk de uma produção mais contemporânea, sem abandonar o peso e a urgência das guitarras.

MAMA NO LIKEY, “ALIVE”. Esse grupo de Los Angeles transforma atração, medo e descoberta em Alive, faixa de rock moderno gravada com Cameron Morris nos vocais. A música parte de uma relação nociva que acaba despertando novas sensações e trata das experiências que tiram alguém da zona de conforto. Guitarras pesadas e um refrão expansivo reforçam essa tensão entre aquilo que assusta e, ao mesmo tempo, faz alguém se sentir vivo.

ORPHAN PRODIGY, “2020”. Esse projeto musical transforma transforma incerteza e alienação num single inspirado pelo momento em que “o futuro havia sido cancelado”. Tem outros assuntos no jogo: mais do que falar da pandemia, a faixa aborda a pressão para se tornar aquilo que os outros esperam e as consequências de escolher outro caminho. Versos introspectivos e trechos de “na-na-na” acompanham uma ideia central: decepcionar alguém não significa fracassar.

 

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Radar: Awake & Dreaming, Moon Construction Kit, Pierre Flanelle – e mais sons do Groover!

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Awake & Dreaming

O Pop Fantasma tá na Groover! Por lá, artistas independentes mandam seus sons pra uma rede de curadores – e a gente faz parte desse time. Fizemos hoje uma relação do que tem chegado de legal até a gente por lá – começando com o som do Awake & Dreaming.

O que tem chegado até nós? De tudo um pouco, mas, curiosamente (ou nem tanto), uma leva forte de bandas e projetos mergulhados no pós-punk, darkwave, eletrônico, punk, experimental, no wave e afins.

Texto: Ricardo Schott – Foto (Awake & Dreaming): Divulgação

AWAKE & DREAMING, “COLD SHOULDER”. Unindo punk, metal e climas eletrônicos, o Awake & Dreaming adianta mais um single de seu álbum de estreia. Uma música que fala sobre pressão, rebelião e esperança, e que nos ensina a encarar tudo de errado no mundo, sem que qualquer coisa nos impeça de dançar.

MOON CONSTRUCTION KIT, “RIGHT ACROSS THE USA”. “É uma faixa power-pop rápida e energética sobre conexão e separação. Por trás desse impulso, há uma distância que alimenta a nostalgia pela cultura americana na qual cresci”, conta Olivier Cornu, o criador do Moon Construction Kit, valorizando as harmonias vocais e o clima indie pop.

PIERRE FLANELLE, “MOMENTS ON MY OWN”. Pop e música para cinema fazem a cabeça desse francês, que vai lançar o álbum r = 0 e promete um som eletrônico e sem roteiro. “É um álbum de 10 faixas onde cada peça é uma equação poética, resolvida no equilíbrio perfeito entre modernidade e atemporalidade”, avisa ele, que pode soar tanto bem introspectivo quanto mais explosivo no decorrer das faixas. Moment in my own é uma dessas músicas.

JAMES TONIC, “US TWO”. A nova música desse projeto “captura romance e drama na mesma respiração” e tem sido comparada com Mild High Club e até com Fleetwood Mac. É um dream pop que investe em camadas de synths e harmonias vocais.

SURV7TH, “SYNTH ROCK”. Um som que tem tudo a ver com essa trend nova, de levar geral pros anos 1980 – e também viaja até os anod 1970. Afinal, o misterioso SURV7TH investe em teclados Roland vintage, Moogs e teclados analógicos, com referências que vão de My Bloody Valentine a Brian Eno.

PRESENCE, “AGAIN AND AGAIN”. Uma banda que une hard rock e nu-metal, e que não apenas lembra os anos 1990 como foi formada na década, em 1996. Again and again, música “nova” do grupo, é na verdade de 2003 – mas nos últimos tempos teve uma redescoberta inesperada em redes como Tik Tok e no próprio Spotify. Quem espera sempre alcança? Parece que rolou com eles.

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