Cultura Pop
Quando o Pink Floyd vetou a participação de Paul McCartney em “The dark side of the moon”

Em 2019, Paul McCartney foi ao programa de Jimmy Fallon e ouviu do apresentador a seguinte pergunta: há algum disco conceitual, sem ser os dos Beatles (epa, os Beatles nunca fizeram discos conceituais!), que ele curta? “Eu acho que o Dark side of the moon é um ótimo álbum”, respondeu Paul.
Bom, aparentemente o ex-beatle não tem nenhuma mágoa de ter sido convidado pelo Pink Floyd para participar de seu disco – que se tornaria seu maior sucesso – e depois ter tido sua colaboração tirada do álbum. O Pink Floyd estava gravando Dark side em Abbey Road enquanto Paul trabalhava em seu disco Red rose speedway, em 1972. E o grupo foi pedir a todo mundo que estivesse no estúdio para responder uma série de questões, cujas respostas seriam aproveitadas no disco. As perguntas iam de questões mais simples (cor preferida, prato preferido) a temas mais complexos (Quando foi a última vez que você se tornou violento? A morte te assusta?).
Paul e sua mulher Linda foram chamados para uma participação no disco, mas não entenderam direito a proposta – ou o grupo não fez questão de explicar. “Paul foi a única pessoa que sentiu necessidade de fazer daquilo uma apresentação, o que acabou sendo inútil para a gente”, chegou a falar o baixista Roger Waters. “Ele estava tentando ser engraçado. Não era o que a gente queria”, concluiu.
Aparentemente, a participação cortada de Paul e Linda nunca surgiu na internet. Aliás, vale citar que o próprio técnico de som do disco, Alan Parsons, também foi barrado no baile. Foi convidado para dar uma resposta, declarou ser incapaz de dar uma resposta interessante e foi cortado.
Veja também no POP FANTASMA:
– Fala na cara! Pink Floyd trollado por um crítico de música na BBC em 1967
– Show da Virada: The Who, Pink Floyd e Small Faces em Paris, no réveillon de 1968
– Aquela vez em que usaram o Pink Floyd num comercial de banana
– Clare Torry: muito além de The great gig in the sky, do Pink Floyd
– The committee: aquele filme desconhecido com trilha do Pink Floyd
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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