Cultura Pop
Por onde anda o Hüsker Dü?

“Uma das coisas que mais deixaram os fãs impressionados com a gente, era que nossa mensagem era: ‘Ei, faça o que pra você é certo fazer’. Quer deixar um bigode enorme crescer, deixe. Quer deixar o cabelo comprido, deixe”, revela Greg Norton, baixista do Hüsker Dü e bigodudo oficial do trio.
A banda tinha ainda o baterista cabeludo e ripongo Grant Hart e o guitarrista, cantor e antigalã Bob Mould. Juntos, eles criaram um modelo usado até hoje pelo punk americano, partindo do hardcore bravo para canções melódicas e com acento folk. Green Day e e Nirvana só foram o que foram por causa dessa improvável banda de Minneapolis, que começou no circuito independente e foi contratada pela Warner. E que acabou em 1988, após dez anos de grandes composições, shows memoráveis e tensões internas.
A tal declaração de Greg veio do vídeo abaixo, que mostra um por-onde-anda com os três integrantes do Hüsker Dü, em 1999. A reportagem (não sei que canal é esse) achou Greg trabalhando como chef de cozinha e o saudoso Grant ainda atuando como músico, gravando discos (solo ou com a banda Nova Mob) e andando de carro. E colecionando objetos estranhos catados na rua. Os dois se encontraram no restaurante em que Norton trabalhava para bater um papo. O Hüsker estava separado havia mais de dez anos.
Por outro lado, Bob Mould já tinha virado herói punk graças a seus discos solo e aos álbuns do Sugar, banda que montou alguns anos após o fim do Hüsker Dü e que teve um estourinho com If I can’t change your mind e Helpless. Mould não foi achado para a matéria ou não quis encontrar com os ex-colegas.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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