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Cultura Pop

O que não dizer ao DJ: um top ten

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Como muita gente que acompanha as redes do POP FANTASMA sabe, eu (Ricardo Schott, editor dessa bagaça) andei dando uma de DJ nos últimos meses. Por causa das férias e da pandemia, baixei o Virtual DJ, fiquei me divertindo com ele e fiz lives nas redes sociais, tanto do site, quanto as minhas. Também fui DJ numa festa chamada Noramusique, que impossibilitada de fazer uma edição “física”, foi para o virtual, no Zoom. A festa é dos meus amigos Léo Rocha (que faz o programa O som do Leozito, na Internova Rádio Web) e Renato Lima (um dos melhores DJs de rock do Rio de Janeiro, que atua em festas como a Bauhaus). Ela retorna, só para avisar, nesta sexta-feira, com um time de DJs e mais novidades – vou estar lá também.

E nessa terça e quinta, ao meio-dia para quem estiver na pilha, vou fazer uma espécie de live mixtape no Facebook do site. A ideia é lembrar a época em que esse site tinha podcast (o Invisível, cujas edições continuam no ar) e em que eu fazia programa de rádio (o Acorde, na Rádio Roquette Pinto FM, aqui no Rio), com novidades e velharias do rock, da música pop e, quem sabe, até da MPB – porque vai rolar também.

No caso da live, pode pedir música que, na medida do possível, eu toco (ou no programa que está rolando ou no próximo, porque eu preciso conseguir pegar a música imediatamente na internet). Eu vou aproveitar e fazer comentários sobre as músicas, ou enquanto elas estão rolando ou entre elas. Vamos ver se dá certo. E em breve, devem rolar umas novidades e uns papos sobre música no horário.

Para quem é DJ de verdade, e não um tocador de músicas como eu, vai aí uma lembrança desencavada de uma revista antiga – e popularizada pelos sites The Kraftfuttermischwerk e Dangerous Minds.

O texto abaixo, cuja fonte escapou com o tempo, traz um Top 10 de coisas que você jamais deveria dizer a um DJ. Diga-se de passagem, nada é uma regra: depende da festa, do DJ, do som que está rolando. Mas muitos profissionais acham um saco ouvir boa parte das coisas que estão escritas aí.

Quem lê o POP FANTASMA e bota som por aí, vai ler e vai lembrar de muitos momentos em que as coisas ficaram meio complicadas nas festas. Já quem não é DJ e só escuta som, fica aí o toque para dar uma maneirada nos próximos eventos.

Ah, sim, vai aí a tradução:

TOQUE ALGUMA COISA LEGAL… ALGUMA COISA QUE DÊ PRA DANÇAR. O DJ tem que tocar para mais de uma pessoa. Então o som que você odeia pode ser a música preferida de outra pessoa e TUDO tocado aqui pode ser dançado de uma maneira ou de outra.

VAI TOCAR ALGUMA COISA COM UM BEAT? Fala sério. Não sabemos de nada tocado num clube que não tenha algum tipo de beat.

NÃO SEI QUEM CANTA NEM O NOME DA MÚSICA, MAS ELA É TIPO ASSIM… POR FAVOR, jamais cante para o DJ. Eles já têm que trabalhar em ambientes enfumaçados (hoje, não) e com volume altíssimo a noite toda. Faça a eles um favor e não os presenteie com versões de suas canções favoritas.

TODO MUNDO QUER OUVIR ISSO! Ah sim, você fez uma pesquisa no clube e, como porta-voz de todos, está pedindo a música.

TODO MUNDO AQUI VAI DANÇAR SE VOCÊ TOCAR ISSO! Menos o DJ. Acho que isso derruba a tese.

VOU FICAR COM TESÃO SE VOCÊ TOCAR ISSO (oi?): Mas por que numa noite só? Vá comprar logo o disco e fique com tesão por um mês logo.

QUERO OUVIR ESSA AQUI AGORA. A ÚNICA pessoa que pode vir com esse tipo de argumento é a que está assinando o cheque de pagamento do DJ.

O QUE VOCÊ TEM DE BOM AÍ? Melhor você ir pegar outra cerveja e pensar no que quer ouvir do que pedir para o DJ recitar todos os discos que eles levaram para a festa.

EI, CARA, NINGUÉM CONSEGUE DANÇAR COM ISSO! Não é aconselhável falar isso se a pista de dança está cheia (mas tem uma turma que faz isso de qualquer jeito). DE QUALQUER JEITO, se há somente UMA pessoa na pista, isso já contradiz a frase.

TOCA ISSO AÍ LOGO PORQUE A GENTE TÁ INDO EMBORA. Se você vai embora depois do DJ tocar a música, por que é que ele não pode esperar até a última música? Daí você fica a noite toda.

(na foto, um cartaz bem interessante na casa de Mauricio Gouveia, dono da loja Baratos da Ribeiro)

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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