Cultura Pop
Quando jogavam Mentos nos Foo Fighters durante os shows

Muita gente deu risada quando viu o clipe de Big me, dos Foo Fighters. O vídeo, lançado pela MTV em 14 de fevereiro de 1996, trazia uma paródia de comerciais das balinhas Mentos. Acabou fazendo parte do seleto grupo de clipes de “buzz bin” da MTV. Ou seja: vídeos que a emissora considerada dignos de serem repetidos várias vezes e de terem alta rotação no canal.
O vídeo foi filmado nas ruas de Sydney, Austrália, e teve seu conceito bolado pelo diretor Jesse Peretz. Aliás, Jesse foi um dos fundadores dos Lemonheads e chegou a dirigir clipes da banda, como os de It’s a shame about Ray e o de Mr. Robinson. Os Foo Fighters protagonizam cenas que, no final, vão se transformando em comerciais da bala Footos. Cujo slogan é “the fresh fighter”, e não “the freshmaker”, como no comercial de Mentos.
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Peretz tinha dado a ideia para outra banda, que não curtiu, e tentou os Foo Fighters, que viram no argumento do diretor a possibilidade de fazer algo diferente. “Queríamos tirar sarro de nós mesmos e da música”, chegou a dizer Grohl (conforme reproduzido pelo Gigwise).
O líder dos Foo Fighters só não estava preparado era para a reação das plateias quando eles tocassem a canção, que virou um grande sucesso. O músico reclamou anos depois que as plateias jogavam um monte de Mentos neles quando tocavam a canção. Por causa disso, Big me ficou um bom tempo fora do repertório do grupo. “Cada vez que tocávamos, começava a chover Mentos, que machucavam. Fizemos um show no Canadá e, no meio da música, alguém jogou um pacote e me acertou bem na cara. Eu estava tão chateado que disse: ‘Já se passaram dez anos desde aquele vídeo'”, contou.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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