Cultura Pop
“Lift”: o filme que deu origem ao novo clipe do Radiohead – veja!

O site Pitchfork publicou uma entrevista com Oscar Hudson, diretor do novo clipe do Radiohead, Lift (uma das músicas novas da edição de 20 anos de OK computer, OKNOTOK) e descobriu, no papo com ele, qual foi a referência que ele usou para fazer o vídeo – que traz o vocalista Thom Yorke numa interminável viagem de elevador, segurando duas sacolas de compras e interagindo (ou sendo forçado a interagir) com os passageiros que entram e saem. Foi um documentário de 24 minutos também chamado Lift, dirigido por um cara chamado Marc Isaacs. Olha aí.
“Há uma produção que foi a referência chave para este vídeo. Na verdade, é um documentário, bastante divertido, que também se chama Lift. É um filme maravilhoso de um diretor chamado Marc Isaacs. Ele se posiciona na parte de trás do mesmo elevador em um prédio público no Reino Unido durante um mês e silenciosamente filma à medida que as pessoas entram e saem. Ele constrói relacionamentos com todos os personagens que vêm e vão. É um documentário tão maravilhoso que todo mundo merece assistir, e a estética dele é uma das coisas que pegamos emprestada para o clipe”, disse Hudson. No filme de Isaacs, o cineasta flagra personagens bêbados, gente cantando entre amigos e até ganha uma banana (de verdade, para comer) de um personagem que carrega sacolas de compras.
Hudson diz que entre seus vídeos preferidos do Radiohead estão No surprises e Karma police. “Eu gosto de vídeos que ocorrem em tempo real, em vez de saltar entre tempo e lugar. Eu também gosto de fazer filmagens longas e tentar ser paciente com a maneira como uma narrativa se desenrola”, disse ele, que também incluiu easter eggs (surpresas) especiais para fãs de Thom Yorke, como a presença de sua namorada, a atriz italiana Dajana Roncione, e da filha do cantor, Agnes, logo na abertura. Ou um duplo do cantor, de peruca (arrancada por Yorke) no final. “Eu estava ciente de como os fãs de Radiohead são”, disse, sem dar mais detalhes. “Eu queria que houvesse algumas coisas para que eles cavassem lá, mas eu também queria que fosse um filme por direito próprio.”
E olha aí o vídeo de Lift, do Radiohead.
Cultura Pop
No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.
Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).
Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
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Cultura Pop
No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.
E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).
Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.
Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.
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