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Jungle lança “Someday, somewhere” e mantém clima ensolarado do novo disco

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Jungle - Foto: Mason Rose / Divulgação

Com show agendado para 30 de março de 2027 em São Paulo, o trio britânico de música eletrônica e neo-soul Jungle segue firme no adiantamento de seu próximo álbum, Sunshine, que chega no dia 14 de agosto. Já saíram os singles Carry on e The wave, e chega agora às plataformas Someday somewhere, uma música tão dançante quanto sonhadora, e com o mesmo clima quase derretido, escapista, dos singles anteriores.

Someday, somewhere é sobre se agarrar àquele sentimento de que algo melhor está por vir. Tem aquele otimismo de fim de verão do Jungle, um pouco de saudade, um pouco de fuga, e espero que seja algo em que as pessoas possam se perder”, conta a banda, agora oficialmente formada por J Lloyd, Tom McFarland e Lydia Kitto. A faixa já havia sido apresentada durante um recente set surpresa de DJ de Tom McFarland no Bus Palladium, em Paris.

Os ingressos para o show do Jungle no Brasil ainda estão à venda. Veja como comprar aqui.

Abaixo, você confere Someday, somewhere, a capa de Sunshine e a lista de faixas.

Foto: Mason Rose / Divulgação

Capa do álbum Sunshine, do Jungle

LISTA DE FAIXAS:
1. Come back to me
2. Sunshine
3. Where are you now?
4. Move like you do
5. Romeo II ft Bas
6. Carry on
7. The wave
8. Someday, somewhere
9. Natural
10. Reflection
12. Heavy on my soul

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A Shoreline Dream transforma 20 anos de estrada em “Legacy”

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A Shoreline Dream - Foto: Ryan Policky / Divulgação

RESUMO: No single Legacy, o A Shoreline Dream transforma duas décadas de carreira em tema para um shoegaze melódico, enquanto prepara um novo álbum e segue colaborando com Mark Gardener, do Ride.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Ryan Policky / Divulgação

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Vinte anos depois de começar a lançar música, o A Shoreline Dream transforma a própria trajetória em assunto de Legacy, novo single do duo do Colorado. A música olha para o tempo dedicado à banda e para o que ficou pelo caminho nesse período, enquanto Ryan Policky e Erik Jeffries continuam trabalhando em material novo.

Formado em 2005, o A Shoreline Dream construiu um catálogo de quase 120 faixas a partir de uma mistura de shoegaze, psicodelia, pós-punk e música guiada por guitarras. Legacy parte justamente dessa história: o que significa dedicar boa parte da vida à música e descobrir, no fim das contas, que o próprio trabalho pode ser o principal legado?

A canção começa sustentada por graves marcantes e ganha peso com a entrada das guitarras no refrão. A atmosfera shoegaze aparece sem esconder a estrutura da música, que mantém o foco na melodia enquanto cria uma sensação de passagem de tempo.

A faixa chega em um momento particularmente movimentado para o grupo. Em 2026, o A Shoreline Dream decidiu lançar um single por mês enquanto prepara Waiting, segundo álbum completo da banda no ano, previsto para 16 de outubro e com nove músicas.

O período recente também foi marcado pela parceria com Mark Gardener, vocalista do Ride. Os dois músicos trabalharam juntos em cinco faixas, incluindo material de To where they have gone, lançado em fevereiro. A aproximação com Gardener dá continuidade ao interesse de Policky pela cena britânica, que também aparece em colaborações anteriores com Ulrich Schnauss e integrantes de Engineers e Chapterhouse.

“2026 foi o ano da verdadeira inspiração sonora e a primeira vez que me vi em um processo constante de composição”, afirma Policky. “Depois de trabalhar com Mark Gardener, minha mente tem me inspirado com melodias diariamente”.

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A Olívia amplia o álbum “Obrigado por perguntar” com três novas faixas

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A Olívia - Foto: Camila Cara / Divulgação

RESUMO: A Olívia revisita seu último álbum Obrigado por perguntar em edição deluxe que acrescenta três músicas ao repertório, incluindo parcerias com Selvagens à Procura de Lei e Esteban Tavares.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Camila Cara / Divulgação

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A Olívia revisita o próprio repertório em Obrigado por perguntar (Deluxe), edição que chega um ano depois do álbum Obrigado por perguntar (resenhado pela gente aqui). O lançamento acrescenta três músicas ao trabalho original, entre elas Superfície, parceria com a banda Selvagens à Procura de Lei.

As outras duas novidades seguem caminhos diferentes. Alma (que falta que me hacés) é uma nova versão da música feita com Esteban Tavares, misturando português e espanhol. Já Nessa madrugada leva a banda para um terreno mais contido, com violão de aço e beats eletrônicos.

Produzida e mixada por Pedro Tiepolo, com coprodução de Louis Vidall, Pedro Lauletta e Marcelo Rosado, Nessa madrugada amplia o lado mais intimista de A Olívia. Zeca Lemes assina a masterização do disco e as mixagens das demais faixas.

O álbum original marcou uma etapa importante para a banda, que começou a trajetória com Jardineiros de concreto, de 2017, e passou por singles, EPs e pelo disco Selva rock brasileira, lançado em 2024. Agora, o material ganha uma espécie de segundo capítulo com as três novas faixas.

A formação atual reúne Louis Vidall (voz e guitarra), Pedro Tiepolo (baixo), Pedro Lauletta (bateria), Marcelo Rosado (guitarra) e Jules Altoé (teclados), que entrou oficialmente no grupo após a apresentação no MIS, em São Paulo, em abril deste ano.

Obrigado por perguntar (Deluxe) sai pela pela ForMusic Records.

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Tela Vazia mergulha na música sombria em “Iniciação”

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Tela Vazia - Foto: Dani Duraes / Divulgação

RESUMO: A banda curitibana Tela Vazia muda de direção em Iniciação, álbum que cruza pós-punk, metal e introspecção em nove faixas lançadas em três etapas.

Texto: Ricardo Schott – Foto: Dani Duraes / Divulgação

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Se você já conhecia o som da banda curitibana Tela Vazia, ouça de novo, porque muita coisa mudou por lá. Fábio Banks, Isis Sophia e Flávia Banks estão com o álbum de estreia Iniciação na agulha, e o disco vem com uma sonoridade radicalmente pós-punk + metal, pesada e sombria. O disco tem nove faixas e está sendo lançado em três etapas. As três primeiras faixas já estão nas plataformas.

A faixa-título, que abre o pacote, é um “começo de jornada”, que “celebra todos os rituais de iniciação”. Taxímetro parte de um verso de Paulo Leminski (“esta vida é uma viagem pena eu estar só de passagem”) e fala de buscas. Morto fala sobre “a epidemia do atraso e da desumanização”. No geral, um pacote sonoro pesado, reflexivo e repleto de temas psicológicos. Algo de rock progressivo também chega perto do som do grupo.

Peso e introspecção estão no DNA do Tela Vazia, já que a banda surgiu na pandemia e logo começou a fazer som em casa. Como começaram a aparecer músicas autorais, a banda passou a tocar na noite de Curitiba, mas também fez turnês e shows fora do país – chegaram a gravar um clipe em Paris, Vibra.

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