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Nouvelle Vague leva Depeche Mode para o jazz em versão de “Only when I lose myself”

RESUMO: O Nouvelle Vague transforma Only when I lose myself, do Depeche Mode, em uma versão jazzística com metais, vocais de Mélanie Pain e guitarra de Pedro Baby.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Ouvir que uma banda fez uma versão meio bossa de um som dos anos 1980 dá um certo nervoso, sabemos – a primeira coisa que vem na mente são aquelas versões de sala de espera de médico. Não quando o responsável é o Nouvelle Vague, coletivo francês especializadíssimo em verter os sons do pós-punk e da new wave para o estilo, deixando caber também referências da chansong francesa.
E no dia 30 de outubro, eles vão lançar A date with Depeche Mode, álbum dedicado ao repertório da banda inglesa. A terceira prévia do disco é Only when I lose myself, com vocais de Mélanie Pain. Lançada originalmente pelo Depeche Mode em 1998, ela ganha aqui uma leitura próxima do jazz, com metais e uma instrumentação que muda completamente sua atmosfera. E ainda tem brasileiro na história: Pedro Baby, na guitarra, se junta aos metais e à base rítmica para construir uma versão que aproxima a composição de 1998 de uma tradição de jazz orquestral.
Mélanie Pain, uma das vozes mais associadas à história do Nouvelle Vague, retorna ao projeto para cantar a faixa. Sua interpretação mantém o caráter melancólico da composição, mas na mesma pegada jazz da versão.
Abaixo, você ouve a música, vê a capa do disco e a lista de faixas.
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LISTA DE FAIXAS:
01. Enjoy the silence
02. Never let me down again
03. Only when lose myself
04. Shake the disease
05. A question of lust
06. Behind the wheel
07. Personal Jesus
08. Halo
09. Leave in silence
10. Any second now
11. Just can’t get enough
12. Stripped
13. Ice machine
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Elton John volta a 1995 em show histórico no Rio, agora nos cinemas

O release avisa que “Elton John não estará presente no evento” (sério?). Mas vale avisar aos fãs que a Universal Music Brasil divulga que nesta segunda, 31 de agosto, às 20h, o show de Elton John realizado no Rio de Janeiro em 1995 vai ganhar sessões especiais e gratuitas nos cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro, em versão remasterizada, A oportunidade rola poucos dias antes do cantor voltar ao Brasil para um show no Rock In Rio.
As sessões acontecerão simultaneamente no Shopping Jardim Sul, em São Paulo, e no UCI New York City Center, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Gravado em 25 de novembro de 1995, durante a Made in England Tour, o show reuniu aproximadamente 40 mil fãs no Estádio do Flamengo, no Rio de Janeiro.
O repertório percorre alguns dos momentos mais celebrados de sua carreira, com clássicos como I’m still standing, Sacrifice, Daniel, Don’t let the sun go down on me, Bennie and the Jets… além de músicas do então recém-lançado álbum Made in England.
Os ingressos são gratuitos, mas sujeitos à disponibilidade – a essa altura talvez seja meio complexo, mas tenta aí.
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SERVIÇO
ELTON JOHN – LIVE IN RIO 1995 | SESSÕES ESPECIAIS NOS CINEMAS
Data: Segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Horário: 20h
RIO DE JANEIRO
UCI New York City Center
Barra da Tijuca
SÃO PAULO
Shopping Jardim Sul
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WAY ensina em “20 anos” que pista de dança é lugar de liberdade

RESUMO: O pernambucano WAY lança 20 anos, single que defende a pista de dança como espaço de liberdade, diversão e fuga da apatia, antecipando seu primeiro álbum.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Bruno Silva / Divulgação
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“A pista de dança está morta”. A frase de Charli XCX foi entendida por muita gente como um diagnóstico da relação atual do pop com a noite. Mas WAY prefere responder de outro jeito: dançando e fazendo dançar. O cantor e compositor pernambucano lança 20 anos, seu primeiro single de uma nova fase, acompanhado de videoclipe.
A música nasce de uma ideia simples: ainda existe espaço para sair, dançar, se divertir e usar a pista como lugar de liberdade. “Acho que a gente tem que dançar, sim, e por isso estou lançando 20 anos como single de estreia. Eu quero convidar as pessoas a dançarem comigo e quero fazer com que elas sintam vontade de se libertarem do que quer que esteja lhes prendendo, e que elas sintam vontade de sair e curtir e aproveitar a vida da melhor forma possível. É um convite pras pessoas a dançarem através da vida e assim encontrarem sua melhor versão”, diz.
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WAY chega à música depois de uma trajetória que também passa pelo teatro. Duas de suas montagens já circularam por escolas públicas pernambucanas: Nidinho, o astronauta! (texto adaptado de um de seus contos) e Frei Caneca: Voz da liberdade. Ele também atuou em em peças como Só mais um, Entre nós e Vale da estranheza. Em 2018, gravou ME, sua primeira música solo, e passou a produzir singles e vídeos de forma independente. Agora, prepara o primeiro álbum, do qual 20 anos é a primeira amostra.
O álbum sai pela produtora Câmbio Sonoro, que produziu também single e clipe. Thiago Brandão gravou os instrumentos, fez os arranjos e assina direção, fotografia, roteiro, edição e finalização do vídeo. Bruno Brandão responde pela luz, enquanto Bruno Silva fez as fotos. A parceria começou em 2024 e, segundo WAY, ajudou a organizar uma carreira que até então era construída de forma mais solitária.
“É irônico porque meu nome é WAY, que significa ‘caminho’, mas eu não sabia para onde ir, eu estava perdido e eles me mostraram um jeito novo de fazer minha arte e colocar minha arte pro mundo”, diz ele, que cresceu ouvindo Sandy & Junior, Wanessa Camargo, Xuxa e Angélica, além de divas pop internacionais. Também teve contato com a música gospel por influência da mãe.
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Luiz e as Consequências de Suas Escolhas: recomeços no single “A receita”

RESUMO: Luiz e as Consequências de Suas Escolhas lança A receita, faixa que usa metáforas culinárias para falar de sentimentos, recomeços e da tentativa de encontrar equilíbrio.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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A receita, novo single de Luiz e as Consequências de Suas Escolhas, transforma sentimentos em ingredientes de uma espécie de cozinha da vida. A faixa chega às plataformas em 28 de agosto e integra Plural, primeiro álbum da banda, previsto para os próximos meses pela Labidad Music.
Escrita por Luiz Lopez, a música parte de uma ideia simples: ninguém recebe uma fórmula pronta para lidar com o que acontece. Coragem, medo, saudade, frustração, esperança e amor entram na receita em diferentes medidas, enquanto a letra acompanha a tentativa de transformar experiências difíceis em possibilidade de recomeço.
A música usa uma linguagem cotidiana para tratar de sentimentos bastante conhecidos: a dificuldade de aceitar o que não pode ser controlado, a necessidade de seguir em frente e a tentativa de encontrar algum equilíbrio no meio da confusão – ou, como diz a letra, cheia de metáforas culinárias, “quando o doce da vida fica amargo demais / se o caldo virar o jeito é recomeçar”.
Na formação de Luiz e As Consequências dde Suas Escolhas, três músicos que tocaram por vários anos com Erasmo Carlos: Luiz Lopez (voz, guitarra, teclados e violão), Pedro Herzog (baixo e backing vocals) e Rike Frainer (bateria). Os três também formam a banda-tributo Banda do Tremendão ao lado de Mario Vitor (guitarra). E no domingo (30) tem show pra divulgar o single, no Rio – a banda já havia lançado Roteiro do rolê.
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