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Bong Brigade transforma crítica aos EUA em clipe de “Adeus América”

RESUMO: Bong Brigade lança clipe de Adeus América, crítica aos obstáculos impostos pelos EUA aos brasileiros. A faixa antecipa o álbum Pouca nota, muita música.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Lançado em julho, o single Adeus América, da banda Bong Brigade, acaba de ganhar clipe. Ele é mais um single que adianta o álbum Pouca nota, muita música, próximo lançamento do grupo, previsto para 20 de setembro.
A música fala da rejeição que os Estados Unidos têm em relação ao povo americano, com tantos tarifaços e dificuldades de acesso (“não me querem lá / me dificultam pra chegar / e dizem não, não, não, não, não / adeus América”) – ou seja, nada a ver com a imagem de “terra de liberdade” que eles querem passar. A faixa foi gravada por Maurício Cajueiro e mixada por Artie Oliveira. Já a animação é assinada por Gustavo Cordena, com artes de Daniel Ete.
Pouca nota, muita música é uma coletânea com faixas dos três álbuns do Bong Brigade em mixagens diferentes e versões remasterizadas, além de duas inéditas. O álbum sai em formato digital pela Lixorama Discos e em LP pela Neves Records. E nesta sexta (28) saiu mais um single do grupo, Ninguém disse nada. Você vê o clipe e ouve o single aí embaixo.
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Catiça transforma frase do desenho do Pica-Pau em declaração de amor à música

RESUMO: A paranaense Catiça lança Em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece, segundo single do disco Cereja de xuxu, misturando punk, hardcore, metal e humor inspirado no Pica-Pau.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Bernardo Sardi / Divulgação
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Aguarde para breve singles com nomes como Ah, ele quer dar uma de fantasminha, Você disse… pipoca? e Obrigado, amigo, você é um amigo. Brincadeira, mas inevitável diante do single novo da banda paranaense de punk + metal Catiça: Em todos esses anos nessa indústria vital, essa é a primeira vez que isso me acontece, igualmente herdado do desenho do Pica-Pau como as frases anteriores.
- WAY ensina em 20 anos que pista de dança é lugar de liberdade
Esse é o segundo single que antecede o novo disco, Cereja de xuxu, que chega ainda este ano. E ele funciona quase como uma metalinguagem da banda, usando música para falar sobre música. “É sobre o prazer de fazer o som que a gente faz”, comenta o vocalista Nobu. “Minha declaração de amor à música e à fase que a gente tá vivendo”.
O single novo é o segundo lançamento pela Deck, depois da curta e grossa Pé vermei. É também o terceiro lançamento da banda em 2026 – em fevereiro lançaram em edição independente o EP Bongada massiva. O grupo une punk, hardcore e metal, além de acidez nas letras, e é formado por Nobu (Lucas Waricoda, vocais), Dedé (André Melo, baixo), Wiu (William Lopes, guitarra) e Jordão (Diego Jordão, bateria).
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Elton John volta a 1995 em show histórico no Rio, agora nos cinemas

O release avisa que “Elton John não estará presente no evento” (sério?). Mas vale avisar aos fãs que a Universal Music Brasil divulga que nesta segunda, 31 de agosto, às 20h, o show de Elton John realizado no Rio de Janeiro em 1995 vai ganhar sessões especiais e gratuitas nos cinemas de São Paulo e Rio de Janeiro, em versão remasterizada, A oportunidade rola poucos dias antes do cantor voltar ao Brasil para um show no Rock In Rio.
As sessões acontecerão simultaneamente no Shopping Jardim Sul, em São Paulo, e no UCI New York City Center, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Gravado em 25 de novembro de 1995, durante a Made in England Tour, o show reuniu aproximadamente 40 mil fãs no Estádio do Flamengo, no Rio de Janeiro.
O repertório percorre alguns dos momentos mais celebrados de sua carreira, com clássicos como I’m still standing, Sacrifice, Daniel, Don’t let the sun go down on me, Bennie and the Jets… além de músicas do então recém-lançado álbum Made in England.
Os ingressos são gratuitos, mas sujeitos à disponibilidade – a essa altura talvez seja meio complexo, mas tenta aí.
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SERVIÇO
ELTON JOHN – LIVE IN RIO 1995 | SESSÕES ESPECIAIS NOS CINEMAS
Data: Segunda-feira, 31 de agosto de 2026
Horário: 20h
RIO DE JANEIRO
UCI New York City Center
Barra da Tijuca
SÃO PAULO
Shopping Jardim Sul
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Nouvelle Vague leva Depeche Mode para o jazz em versão de “Only when I lose myself”

RESUMO: O Nouvelle Vague transforma Only when I lose myself, do Depeche Mode, em uma versão jazzística com metais, vocais de Mélanie Pain e guitarra de Pedro Baby.
Texto: Ricardo Schott – Foto: Divulgação
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Ouvir que uma banda fez uma versão meio bossa de um som dos anos 1980 dá um certo nervoso, sabemos – a primeira coisa que vem na mente são aquelas versões de sala de espera de médico. Não quando o responsável é o Nouvelle Vague, coletivo francês especializadíssimo em verter os sons do pós-punk e da new wave para o estilo, deixando caber também referências da chansong francesa.
E no dia 30 de outubro, eles vão lançar A date with Depeche Mode, álbum dedicado ao repertório da banda inglesa. A terceira prévia do disco é Only when I lose myself, com vocais de Mélanie Pain. Lançada originalmente pelo Depeche Mode em 1998, ela ganha aqui uma leitura próxima do jazz, com metais e uma instrumentação que muda completamente sua atmosfera. E ainda tem brasileiro na história: Pedro Baby, na guitarra, se junta aos metais e à base rítmica para construir uma versão que aproxima a composição de 1998 de uma tradição de jazz orquestral.
Mélanie Pain, uma das vozes mais associadas à história do Nouvelle Vague, retorna ao projeto para cantar a faixa. Sua interpretação mantém o caráter melancólico da composição, mas na mesma pegada jazz da versão.
Abaixo, você ouve a música, vê a capa do disco e a lista de faixas.
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LISTA DE FAIXAS:
01. Enjoy the silence
02. Never let me down again
03. Only when lose myself
04. Shake the disease
05. A question of lust
06. Behind the wheel
07. Personal Jesus
08. Halo
09. Leave in silence
10. Any second now
11. Just can’t get enough
12. Stripped
13. Ice machine

































