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Cultura Pop

Joan Rivers se acabando de tanto rir com o GWAR

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Joan Rivers se acabando de tanto rir com o GWAR

Nos anos 1980 e 1990, era comum – inclusive no Brasil – que talk shows do horário da tarde tivessem uma enorme queda para o que parecia bizarro inclusive no universo das artes. Foi assim que integrantes da banda barulhenta Locust apareceram num programa de TV envolvidos numa história bizarra sobre o relacionamento amoroso de um dos músicos. Que o roqueiro maluco GG Allin apareceu fazendo discursos numa atração televisiva. E que até Peter Steele, do Type O Negative, foi divulgar a edição da revista Playgirl em que aparecia como viera ao mundo, em outro programa.

Uma parada obrigatória para roqueiros durante essa época, nos Estados Unidos, eram os talk shows comandados pela comediante norte-americana Joan Rivers (1933-2014). Joan, como apresentadora, era honesta ao extremo: dizia na cara de seus convidados quando não estava entendendo direito o que estava acontecendo ali, volta e meia cometia uma ou outra gafe, e não era muito de levar desaforo pra casa. Fazia tudo isso com extrema simpatia, timing para comédia e muito interesse pelas vidas dos seus entrevistados. E olha que Joan precisou encarar gente como os Beastie Boys ainda garotões e começando carreira, em 1987, lançando o primeiro disco, Licensed to ill. Isso foi no The late show starring Joan Rivers.

Olha o Poison no mesmo programa, e no mesmo ano, defendendo a maquiagem e o spray para cabelos, em meio aos gritos das fãs.

E já que falamos outro dia do GWAR, banda de metal-comédia dos Estados Unidos, teve o dia em que até eles foram ao programa de Joan conversar com a apresentadora. Oderus Urungus e Beefcake The Mighty, da banda, surgiram na “sala de estar” da apresentadora e passaram quase dez minutos falando com ela. Joan arrancou risadas da dupla quando citou a concorrente Sally Jessy Raphael – que já apresentava talk shows desde os anos 1950 – e apresentou o GWAR como “Tartarugas Ninja no LSD”.

A tal entrevista do GWAR foi ao ar em 1990 e fez parte de uma série chamada “rock on the wild side”, que era para durar uma semana. Procurei registros das outras bandas ou artistas que Joan teria entrevistado ao longo dessa semana e não achei nada. Para compensar, pegue aí uma edificante discussão sobre adolescentes e heavy metal no programa da apresentadora.

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Como duo, o francês Pamplemousse mistura stoner, punk, grunge, psicodelia e vários experimentos sonoros em Porcelain.
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Em Factory reset, Retail Drugs faz eletropunk ruidoso com baixo distorcido e ironia ácida sobre trabalho, redes sociais e a vida real.
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Em Novo testamento, Ajuliacosta faz um manifesto em rap e r&b: existencial, direto e vingativo, criticando machismo, mercado, fama e relações.
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Sea change, segundo disco do Lovepet Horror, mistura pós-punk, dream pop e ecos 80s em clima imersivo, dançante e sombrio, com guitarras ecoadas.
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