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Cultura Pop

Identity Crisis: Kim Thayil (Soundgarden) em 1980

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Identity Crisis: Kim Thayil (Soundgarden) em 1980

Parte das origens do grunge estão em Chicago. A começar porque, Kim Thayil, que se tornaria famoso como guitarrista do Soundgarden, foi criado por lá. Ele nasceu em Seattle, mas se mandou aos cinco anos com a famíia para o subúrbio de Park Forest, na cidade norte-americana. Suas primeiras bandas foram todas criadas por lá. Entre elas um grupo chamado Identity Crisis, no qual tinha a companhia de um baixista nascido em Chicago, que era ninguém menos que John Pavitt, irmão do futuro dono do selo SubPop, Bruce Pavitt.

Zippy And His Vast Army of Pinheads, primeira banda de Kim, não chegou a fazer nenhum lançamento. Já o Identity, banda na qual ele e Pavitt dividiam espaço com Joe Zake (bateria) e John Ross (voz), soltou esse single aí em 1980, Pretty feet, com as músicas Pretty feet, Overtime e Born to be Bozo.

Ou melhor, o single é de duas faixas e uns quebrados, já que Born to be Bozo tem 30 segundos. Overtime não está até o momento no YouTube.

O disquinho saiu por um selo chamado Cirkle Records, que lançou singles de bandas como Epicycle e The Imports. Um sujeito no Discogs jura que esse último grupo era “o mais próximo que tínhamos de um Joy Division americano, no começo dos anos 1980”.

O Identity Crisis (bom nome para uma banda-de-fim-de-adolescência, por sinal) não duraria muito. A manteiga de Kim caiu pra baixo: o músico ficou sem banda, sem a namorada de três anos (que se mudou de Chicago para estudar) e com poucos amigos (quase todo mundo também saiu de Chicago para estudar).

Restou a Kim também sair de Chicago para estudar – foi fazer Filosofia em Olympia, Washington, e viajou junto com o amigo baixista Hiro Yamamoto, que também estava sem banda e sem namorada. Os dois montaram uma banda cover chamada The Shemps, já em Washington, e acabaram admitindo um baterista novo chamado Chris Cornell, que virou vocalista. Assim começou o Soundgarden.

Via Punk Business Manager e Kerrang!

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Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

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