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Green Day no Brasil em quatro datas

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Green Day no Brasil

E lá vem o Green Day. O trio punk revelado nos anos 1990 traz a turnê do novo álbum, “Revolution radio”, para o Brasil – após anunciar shows na América Latina em uma entrevista. A banda já até liberou as datas no Twitter. Olha aí.

A banda vem para quatro datas no Brasil e depois parte para Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México. E se você não ouviu o novo disco, ta aí embaixo.

As infos gerais sobre os shows seguem aí. No Rio e em São Paulo, o grupo terá a companhia da banda The Interrupters.

Rio de Janeiro – 01/11
Local: Arena Rio
Show de Abertura: The Interrupters às 20:30
Green Day às 21:30
Pré-venda para clientes Banco do Brasil com cartão Ourocard começa 27/06 às 10 e vai até 30/06 às 09:59
Venda Geral começa em 30/06 às 10:00
Ingressos – Green Day no Rio de Janeiro
Pista Premium Budzone – Inteira R$ 560,00 – Meia R$ 280,00
Pista – Inteira R$ 280,00 – Meia R$ 140,00
Cadeira Nível 1 – Inteira R$ 400,00 – Meia R$ 200,00
Cadeira Nível 3 – Inteira R$ 220,00 – Meia R$ 110,00
Camarote (somente à venda na bilheteria oficial) – Inteira R$ 520,00 – Meia R$ 260,00

São Paulo – 03/11
Local: Arena Anhembi
Show de abertura do The Interrupters: 21h00
Show do Green Day às 22h00
Pré-venda para clientes Banco do Brasil com cartão Ourocard vai do dia 23 de Junho às 00:01 até 25 de Junho às 23:59
Venda para o público geral começa em 26 de Junho às 00:01
Ingressos – Green Day em São Paulo
Pista Premium Budzone – Inteira R$ 540,00 – Meia R$ 270,00
Pista – Inteira R$ 280 – Meia R$ 140,00

Curitiba – 05/11
Local: Pedreira Paulo Leminski
Horário dos shows: 18h00
Pré-venda para clientes Banco do Brasil com Cartão Ourocard vai de 04/07 às 10:00 até 07/07 às 09:59
Venda público geral começa no dia 07/07 às 10:00h
Ingressos – Green Day em Curitiba
Pista Premium Budzone – Inteira R$ 640,00 – Meia R$ 320,00
Pista – Inteira R$ 400,00 – Meia R$ 200,00
Camarote – Inteira R$ 700,00 – Meia R$ 350,00

Porto Alegre – 07/11
Local: Estádio Beira-Rio
Horário da banda de abertura nacional: 19h00
Horário do The Interrupters: 20h00
Horário do Green Day: 21h00
Pré-venda para clientes Banco do Brasil com cartão Ourocard vai de 04/07 às 10 horas até 07/07 às 09:59
Venda geral começa em 07/07 às 10:00
Ingressos – Green Day em Porto Alegre
Pista Premium Budzone – Inteira R$ 380,00 – Meia R$ 190,00
Cadeira Inferior – Inteira R$ 420,00 – Meia R$ 210,00
Cadeira Superior – Inteira R$ 240,00 – Meia R$ 120,00
Lounge – Inteira R$ 600 – Meia R$ 390,00
Tribunas – Inteira R$ 460 – Meia R$ 230

Foto: JD.LaVanway/Wikimedia Commons

Ricardo Schott é jornalista, radialista, editor e principal colaborador do POP FANTASMA.

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Urgente!: Tom Morello faz show para vítimas da violência policial em Minneapolis nesta sexta (30)

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Tom Morello, um dos nomes mais politizados do rock, anunciou um show beneficente em Minneapolis para apoiar famílias vítimas da violência de agentes federais.

Tom Morello, um dos nomes mais politizados do rock, anunciou um show beneficente em Minneapolis para apoiar famílias vítimas da violência de agentes federais. Batizado de A Concert of Solidarity & Resistance to Defend Minnesota!, o evento acontece nesta sexta (30), no histórico First Avenue, palco que já viu de tudo no rock americano – inclusive o show histórico do Hüsker Dü que deu origem a esta caixa que a gente resenhou aqui.

A ideia do show é arrecadar fundos para as famílias de Renee Good e Alex Pretti, ambos mortos em janeiro de 2026 durante ações do U.S. Immigration and Customs Enforcement (ICE) e da U.S. Customs and Border Protection. Morello, que não é de fazer rodeios, divulga o show chamando as ações dos agentes federais pelo nome: fascismo.

“Se parece com fascismo, soa como fascismo, age como fascismo, se veste como fascismo, fala como fascismo, mata como fascismo e mente como fascismo, meninos e meninas, é fascismo, porra”, escreveu Morello no Instagram. “Está aqui, está agora, está na minha cidade, está na sua cidade, e deve ser combatido, protestado, defendido, enfrentado, exposto, deposto, derrubado e expulso. Por você e por mim”.

Além de Morello, o palco vai receber Rise Against, Ike Reilly e o guitarrista de jazz fusion Al Di Meola, com direito a convidado surpresa prometido pela organização. Os ingressos custam US$ 25, e toda a renda vai direto para as famílias das vítimas.

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Cinema

Urgente!: Show solo de Thom Yorke (Radiohead) na Austrália vira filme

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Urgente!: Show solo de Thom Yorke (Radiohead) na Austrália vira filme

É provável que os fãs do Radiohead estejam esperando BASTANTE por um filme de concerto do grupo – mas pelo menos vem por aí um filme de show de… Thom Yorke, líder da banda. A primeira tour solo do cantor vai ganhar o registro oficial Thom Yorke Live at Sydney Opera House, com os shows que ele fez em novembro de 2024 no Forecourt, pátio da Ópera de Sydney. Detalhe que os fãs não apenas do Radiohead como também de todos os projetos capitaneados por Thom podem esperar para se sentirem contemplados pelo filme. A direção é de Dave May.

Isso porque, segundo o comunicado de lançamento, Thom Yorke Live at Sydney Opera House “abrange todos os aspectos dos mais de trinta anos de carreira de Yorke como artista de gravação, desde uma versão acústica de tirar o fôlego de Let down (Radiohead), até faixas menos conhecidas favoritas dos fãs (como Rabbit in your headlights, do UNKLE) e seleções de seus aclamados álbuns solo com influências eletrônicas”. Ou seja: você confere lá todo o baú de recordações do cantor, que mergulhou também em canções de sua banda paralela Atoms For Peace e de seu projeto em dupla com Mark Pritchard (o disco Tall tales foi resenhado aqui pela gente).

Um outro detalhe que o release promete: mesmo que a casa de shows seja enorme, a sensação é a de assistir a um show bem intimista, tipo “uma noite com Thom Yorke”. “O filme tem ares de um vislumbre íntimo dos bastidores, permitindo testemunhar um mestre em ação. Yorke une as diversas vertentes de sua carreira com seu falsete arrebatador e presença de palco magnética. Para fãs de Radiohead, The Smile e tudo mais, esta é uma experiência cinematográfica imperdível”, dá uma enfeitada o tal texto.

Live at Sydney Opera House estreou no Playhouse da Ópera de Sydney no último dia 20 de janeiro. No dia 6 de março, uma sexta-feira, ele chega nos cinemas da Austrália. Vale aguardar? Confira aí Thom soltando a voz em Back in the game, dele e de Pritchard, e o trailer do filme (e sem esquecer que temos um podcast sobre o começo do Radiohead, que você ouve aqui).

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Urgente!: E agora sem Sly Dunbar?

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Sly Dunbar

Se você ouve rock, reggae e música pop em geral, pode crer que você ouve a bateria de Sly Dunbar há anos. Mesmo sem saber. Do mesmo jeito que, por décadas, ouviu o baixo de seu grande camarada Robbie Shakespeare, morto em 2021. Sly, que teve seu óbito constatado na manhã de ontem (26), aos 73 anos, após ter sido encontrado inconsciente por sua esposa, é daqueles músicos cuja presença está espalhada por toda a história da música pop moderna.

Mais fácil, aliás, é listar com quem ele não tocou. Sozinho ou ao lado de Robbie, Sly dividiu estúdios e palcos com uma lista monumental de artistas: Bob Dylan, Serge Gainsbourg, Joan Armatrading, Grace Jones, Rolling Stones, Mick Jagger em carreira solo, Gilberto Gil, No Doubt. Sem falar na realeza do reggae, como Black Uhuru, Bunny Wailer, Jimmy Cliff, Lee “Scratch” Perry e muitos outros.

Nascido Lowell Fillmore Dunbar em Kingston, na Jamaica, em 10 de maio de 1952, Sly começou a tocar com Robbie ainda na adolescência. Os dois se firmaram como a seção rítmica do grupo The Revolutionaries, peça-chave de inúmeros discos de dub e reggae. A banda acompanhou artistas que iam de Gregory Isaacs a Serge Gainsbourg e ainda emplacou um sucesso “solo” em 1976: Kunta Kinte, música inspirada no personagem do livro Negras raízes, do norte-americano Alex Haley.

Entender o que transformou Sly & Robbie em lendas é mais fácil hoje do que nunca. O YouTube permite ver os dois em ação no palco, assistir a entrevistas, ouvir discos inteiros. Mas o essencial está no som. Se “peso” é um termo historicamente associado ao rock, e “ambiência” costuma remeter à música experimental ou eletrônica, a dupla não apenas se enamorou dessas duas palavras como ajudou a expandir o vocabulário da música pop.

Não à toa, volta e meia eles são chamados de “reis da propulsão”. Muita gente, ao ouvir baixo e bateria tão precisos, chega a achar que se trata de programação eletrônica. Não é. Sly Dunbar e Robbie Shakespeare tinham ritmo, groove e invenção literalmente nas palmas das mãos – e ajudaram a mudar a história da música. Mais: Sly e Robbie, além do trabalho nos estúdios e palco, também brilharam como empreendedores da música. Fundado ainda no começo dos anos 1970, seu selo Taxi Records lançou vários singles e LPs históricos de reggae.

Um deles foi o primeiro disco solo do próprio Sly, Simple Sly man, de 1978, além dos álbuns Showcase do Black Uhuru (1979) e Gregory Isaacs (1980, este último mais conhecido como Sly & Robbie presents Gregory Isaacs – até no Brasil foi lançado com este título). Muita coisa do Taxi foi recentemente disponibilizada no Bandcamp pelo selo TABOU1. Mais do que valer a descoberta, vale o mergulho em todo esse material. Sly vai, mas a música e a originalidade ficam.

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