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Cultura Pop

Depeche Mode antes do Depeche Mode: Composition Of Sound e French Look

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Depeche Mode antes do Depeche Mode: Composition Of Sound e French Look

Como diz aquela velha canção do AC/DC, “é um longo caminho até o topo se você quiser rock’n roll”. A máxima vale para o Depeche Mode, que hoje é uma das bandas que mais mobilizam fãs em todo o mundo e, bem antes da fama, eram só uma banda de pós-punk meio deprê e nervoso tentando fazer sucesso.  Lá pelo comecinho, eles eram a escolha da Mute Records para abrir os shows de uma das bandas mais bacanas daquele período do selo, o Fad Gadget – claro que anos depois o Depeche Mode faria bem mais sucesso do que eles.

E pouco tempo antes de gravar o primeiro disco, Speak and spell, o Depeche Mode era isso aí. Aliás, Depeche Mode, não. Era o Composition of Sound, formado em março de 1980. O grupo gravou duas demos, uma com Vince Clarke nos vocais e guitarra, Andy Fletcher no baixo e Martin L. Gore no sintetizador. A outra, que é a que você escuta aí embaixo, já foi gravada após a entrada do cantor Dave Gahan na banda. Gahan, ao que consta, entrou no grupo após Clarke escutar o cantor soltando a voz com Heroes, de David Bowie, e convidá-lo para entrar.

Você escuta aí Ice machine, Radio news e Photographic.

O Composition of Sound chegou a fazer shows. O primeiro com Dave Gahan nos vocais aconteceu em 14 de junho de 1980 no Nicholas Comprehensive, em Basildon. Quem abriu o show foi uma banda chamada French Look, um projeto paralelo da turma, que incluía Gore na guitarra, Clarke e Paul Redmond nos teclados e Robert Marlow nos vocais e teclados.

Sinta só a felicidade e o alto astral do som do French Look.

O Composition ainda fez um terceiro show num clube de jovens em Basildon, em meio a moleques de nove anos (!!) que subiam no palco e apertavam os botões dos sintetizadores enquanto a banda tocava (!). Logo depois o grupo virou Depeche Mode.

Para completar a coleção do Composition Of Sound (haha), você ainda encontra um LP pirata chamado A question of knowledge, lançado em 1986, que inclui várias músicas gravadas pelo grupo. Escuta aí Let’s get together, a cara do Erasure (banda que Vince Clarke montaria depois).

 

Cultura Pop

No nosso podcast, os erros e acertos dos Foo Fighters

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Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No terceiro e último episódio, o papo é o começo dos Foo Fighters, e o pedaço de história que vai de Foo Fighters (1995, o primeiro disco) até There’s nothing left to lose (o terceirão, de 1999), esticando um pouco até a chegada de Dave Grohl e seus cometas no ano 2000.

Uma história e tanto: você vai conferir a metamorfose de Grohl – de baterista do Nirvana a rockstar e líder de banda -, o entra e sai de integrantes, os grandes acertos e as monumentais cagadas cometidas por uma das maiores bandas da história do rock. Bora conferir mais essa?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: encarte do álbum Foo Fighters). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

(a parte do FF no ano 2000 foi feita com base na pesquisa feita pelo jornalista Renan Guerra, e publicada originalmente por ele neste link)

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

Mais Pop Fantasma Documento aqui.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a “Jagged little pill”

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No nosso podcast, Alanis Morissette da pré-história a "Jagged little pill"

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. No segundo e penúltimo episódio desse ano, o papo é um dos maiores sucessos dos anos 1990. Sucesso, aliás, é pouco: há uns 30 anos, pra onde quer que você fosse, jamais escaparia de Alanis Morissette e do seu extremamente popular terceiro disco, Jagged little pill (1995).

Peraí, “terceiro” disco? Sim, porque Jagged era só o segundo ato da carreira de Alanis Morissette. E ainda havia uma pré-história dela, em seu país de origem, o Canadá – em que ela fazia um som beeeem diferente do que a consagrou. Bora conferir essa história?

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: Capa de Jagged little pill). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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Cultura Pop

No nosso podcast, Radiohead do começo até “OK computer”

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Radiohead no nosso podcast, o Pop Fantasma Documento

Você pensava que o Pop Fantasma Documento, nosso podcast, não ia mais voltar? Olha ele aqui de novo, por três edições especiais no fim de 2025 – e ano que vem estamos de volta de vez. Para abrir essa pequena série, escolhemos falar de uma banda que definiu muita coisa nos anos 1990 – aliás, pra uma turma enorme, uma banda que definiu tudo na década. Enfim, de técnicas de gravação a relacionamento com o mercado, nada foi o mesmo depois que o Radiohead apareceu.

E hoje a gente recorda tudo que andava rolando pelo caminho de Thom Yorke, Jonny Greenwood, Colin Greenwood, Ed O’Brien e Phil Selway, do comecinho do Radiohead até a era do definidor terceiro disco do quinteto, OK computer (1997).

Edição, roteiro, narração, pesquisa: Ricardo Schott. Identidade visual: Aline Haluch (foto: reprodução internet). Trilha sonora: Leandro Souto Maior. Vinheta de abertura: Renato Vilarouca. Estamos aqui de quinze em quinze dias, às sextas! Apoie a gente em apoia.se/popfantasma.

Ouça a gente preferencialmente no Castbox. Mas estamos também no Mixcloud, no Deezer e no Spotify.

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